Simpósios Temáticos

Simpósios Temáticos do 18o Encontro Nacional de História Oral

 

ST

Título

Coordenação

Local

Número de Sessões/ Monitor(a) de apoio

ST 1

A cidade e suas memórias: a fonte oral e a (re)escrita da História

Claudia Cristina da Silva Fontineles (UFPI) e Marcelo de Sousa Neto (UESPI)

Sala Baru, Centro de Desenvolvimento Sustentável (CDS)

Monitor(a): Maria Luiza Mota Santos

Sessão 1)

14/10 (quarta-feira) - 14h às 17h

 

  1. Memória e história oral: trajetória de Francisco Alcides do Nascimento e constituição do NHO-UFPI - Almerito Francisco Oliveira da Silva; Marcelo de Sousa Neto

  2. O eu, o nós e o núcleo: história e memória do Núcleo de História Oral da Fundação CEPRO (1979-1993) - Francisco Alcides do Nascimento Junior

  3. Oralidade como fonte de informação: História Oral e patrimônio imaterial no projeto "Nova Veneza: 130 anos, 130 histórias" - Leonardo Hermes Lemos; Liziane Acordi Rocha; Paulo Sérgio Osório

  4. Mulheres negras e memória urbana no Cais do Valongo: escutas em construção - Leticia dos Santos Grativol Pimentel

  5. No nosso chão é a oralidade do povo que assina a direção: o Núcleo Guaporé produzindo Cartografia Cultural - Andressa Ramos Dos Santos

  6. Trajetórias e lutas: o Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase no Piauí - Gabriel Rocha da Silva

  7. A cidade exemplo e a cidade vivida: experiências de pessoas com deficiência em Uberlândia (Mg) - (2015 - 2024) - Aleska Trindade Lima (UFU)

Sessão 2) 15/10 (quinta-feira) - 14h às 17h

  1. Aqui fala a Vila: memória e metamorfose da Vila Residencial (Rio de Janeiro, RJ) - Ana Brasil Machado

  2. Memórias periféricas: democratizando a construção da história da cidade de Santos - Sandra Regina Pereira Ramos; Adriana Negreiros Campos

  3. O ritual da imagem: narrativas orais sobre as transformações do fazer fotográfico em Ponta Grossa - Eliézer Nascimento de Oliveira

  4. A reescrita da história da cidade de Morro do Pilar – MG a partir da memória de ex-escravizados - Vanda Lúcia Praxedes; Samuel Francisco P. Lopes

  5. Onde a Fé Fez Casa: Memórias, Gênero e a Missão das Irmãs Catarinas no Dirceu Arcoverde (1978-1998) - Maria Eduarda Gonçalves de Oliveira

  6. A Festa como “Máquina de Guerra”: comemorações populares e resistência nas periferias de Teresina - Marcelo de Sousa Neto

  7. Memória e história do jornalismo piauiense através das entrevistas de jornalistas na revista Cadernos de Comunicação (Teresina, década de 1990) - Antonio Jeferson de Sousa

  8. A Vida Urbana no Ciclo do Terror: Entre Carros, Crocodilos e Poços - Cláudia Cristina da Silva Fontineles

ST 2

Aproximações entre História Oral e Psicanálise

Yussef Campos (UFG)

Sala de Orientação e Teleconferência PPGFAU, Faculdade de Arquitetura (ICC Norte)

Monitor(a):

Juliana Lara Gaia Jardim

Sessão 1) 14/10 (quarta-feira) - 14h às 17h

  1. Propondo uma História da Psicanálise em Goiânia - Yussef Campos

  2. Inconsciente, Memória e Testemunho: Um Diálogo Entre Psicanálise e História em Torno do Trauma Coletivo - Pedro Henrique Alves Teles

  3. Raça, classe e gênero nos signos da História Oral e a instituição imaginária da sociedade brasileira - Filipe Menezes Soares

  4. Memória e tramas dos refugiados cabindenses: experiências nos centros de acolhimento da República Democrática do Congo (1975 a 1995) - Sara Piula Pemba Filipe

  5. ANAMNESIS: A busca do ausente presente no filme "O Doador de Memórias" (2014) - Alda D'Almeida Ortúzar Ferreira, Profa. Dra. Márcia Pereira dos Santos

  6. Entre Memórias e Resistências: perspectivas decoloniais na pesquisa histórica sobre o povo Iny-Karajá (1964-2024) - Maria Eduarda Oliveira

  7. A Árvore de Marcação: Memória, Crianças e Indígenas - Klaus Paz de Albuquerque

  8. História oral de artistas visuais negros: memórias, poéticas e marcas sensíveis da subjetividade- Daisy Perelmutter

ST 3

História Oral, memória, fronteiras agrícolas, conflitos no campo e transformações socioambientais

Airton dos Reis Pereira (UEPA), Geovanni Gomes Cabral (UNIFESSPA) e Edmilton da Silva (UFES)

Miniauditório do Instituto de Ciências Sociais (ICS)

Monitor(a): Ana Clara Dias Rodrigues

Sessão 1) 14/10 (quarta-feira) - 14h às 17h

  1. Memória alimentar e transformações do território entre mulheres rurais de Boa Viagem (CE) - Marcela Carolina de Escudeiro, Regina Coelly Fernandes Saraiva

  2. História Ambiental da Comunidade de Rodagem: Transformações da Paisagem, Agricultura e Recursos Hídricos no Semiárido Baiano - Erika Santos de Santana, Rafaela Alves Santos de Santana, Alexandre Mascarenhas Miranda

  3. A fronteira agrícola de Conceição da Barra, no Espírito Santo - Edmilton da Silva

  4. História Oral, pistolagem e trabalho escravo: trajetórias de violência no campo paraense - Airton dos Reis Pereira, Geovanni Gomes Cabral

Sessão 2) 15/10 (quinta-feira) - 14h às 17h

  1. A Memória da Violência do Estado na Região Sul do Pará: O Massacre de Pau D'arco (2017) - Danielly Walewska Sena Araújo

  2. "O eito ia de vereda": puxirão, baile e sociabilidade nas narrativas do Faxinal da Cachoeirinha (1930-1980) - Dener Cristi dos Santos, Alana Carolina Kopczynski

  3. “Eles tomaram a terra na raça mesmo”: luta pelo acesso e permanência na terra na Bahia - Egnaldo Rocha da Silva

ST 4

Geopoesia e História Oral: Vidas Conversáveis em Crítica Polifônica

Augusto Rodrigues da Silva Junior (UnB), Elizeth da Costa Alves (IFTO) e Larissa Cardoso Beltrão (SEDUC-GO)

Auditório Agostinho da Silva, Instituto de Letras (ICC)

Monitor(a): Marina Dallazem de Abreu

Sessão 1) 14/10 (quarta-feira) - 14h às 17h

 

  1. Geopoesia da voz como romance-rio: Cecim e os ecos amazoniais- Raimunda Thamires Moura Maquiné, Augusto Rodrigues da Silva Junior

  2. O cupinzeiro é o mundo: Vozes e materialidades do Cerrado na arte contemporânea- Lemuel Gandara

  3. Aspectos da Geopoesia Amazonial em “Senhora vazante” toada do boi-bumbá Garantido- Tamhara Aguiar Costa

 

  1. AS VOZES DA TERRA EM TORTO ARADO: A GEOPOESIA AFROBAHIANA DE ITAMAR VIEIRA JUNIOR- Thaís Coelho Oliveira

  2. CRÍTICA CINEMATOGRÁFICA EM LIBRAS: AUTORIA CULTURAL, HISTORICIDADE ORAL, ACESSIBILIDADE E TRADUÇÃO COLETIVA- Saulo Machado Mello de Sousa

  3. ENXERGANDO PELA PALAVRA: CONSCIÊNCIA, MEMÓRIA E A ESTÉTICA POÉTICO-MUSICAL DE DITO-CEGO EM CORUMBÁ DE GOIÁS- Gláucia Xavier dos Santos Paiva

Sessão 2) 15/10 (quinta-feira) - 14h às 17h

 

  1. KALUNGA ANGOLA E GEOPOESIA CÊNICA: ORALIDADE NA SUMBE- LITERATURA DO GRUPO 14 DE ABRIL DE CWANZA SUL- Augusto Rodrigues da Silva Junior, Gerlanea Taísa Toledo da Silva

  2. Assuntando o Brejão: escuta geopoética de anciãos e vozes de uma comunidade quilombola do corredor da geopoesia- Daiane Serafim do Carmo, Larissa Cardoso Beltrão

  3. Geopoetas Kalunga: vozes da memória e territorialidades narradas na Comunidade Quilombola do Mimoso- Elizeth da Costa Alves

  4. Mulheres Kalunga e a escrita da rexistência: território, identidade e geopoesia quilombola- Larissa Cardoso Beltrão, Elizeth da Costa Alves

  5. Saberes e fazeres que florescem da escuta: História Oral, Educação do Campo e extensão universitária em comunidades quilombolas- Francielle Rego Oliveira Braz- IF Goiano Campos Belos/ UFRRJ, Ramofly Bicalho- UFRRJ

  6. MULHERES E VOZES QUILOMBOLAS QUE SÃO TUIA: AUTOINSCRIÇÃO E AUTORIA KALUNGA NA COMUNIDADE TINGUIZAL-GO- Maria Helena Serafim Rodrigues

Sessão 3) 16/10 (sexta-feira) - 14h às 17h

 

  1. Itinerário da geopoesia: rascunhos, esboços e listas no arquivo de Paulo Nunes Batista- Gláucia Mendes da Silva

  2. ORALIDADE, MEMÓRIA E SABERES TEATRAIS NO GRUPO CARAS – TEATRO MULTIFÁCICO- Marcelo Lucchesi Rocha Carvalho, Jefferson Gomes Leão Bezerra

  3. A ESCUTA GEOPOÉTICA NO CERRADO KALUNGA: A REXISTÊNCIA

AFRODIASPÓRICA ENTRE VÃOS E CANTIGAS -Alex Canuto de Melo

  1. MEMÓRIA, CORPO E CANTO NAS FOLIAS KALUNGA: NARRATIVAS ORAIS E TRADIÇÃO QUILOMBOLA- Rodrigo Ribeiro Coelho

  2. Iaiá Procópia dos Santos Rosa e Lourdes Fernandes de Souza (Bia): narradoras Kalunga, saberes e práticas de letramento em diálogo com a História Oral- Lourdes Fernandes de Souza

  3. GEOPOESIA KALUNGA E HISTÓRIA ORAL: VOZES E VERSOS DE IAIÁ PROCÓPIA DOS SANTOS ROSA - Fátima Takahashi

ST 5

História do Esporte e das Práticas Corporais: memória e narrativas orais

Marina de Mattos Dantas (UEMG)

Sala 3 do PPGFAU, Faculdade de Arquitetura (ICC Norte)

Monitor(a): Juliana Lara Gaia Jardim

Sessão 14/10(quarta-feira) - 14h às 17h

 

  1. Memórias de Professores de Educação Física: Esporte e Escolarização em Feira de Santana (1970-1990)- Tatiana Moraes Queiroz de Melo, Felipe Eduardo Ferreira Marta

  2. Memórias de uma mudança curricular: a Licenciatura em Educação Física na UFMG pós-1987- Christiane Garcia Macedo, Bruno de Oliveira e Silva

  3. Ser mulher no alto rendimento esportivo: percursos narrados por atletas olímpicas brasileiras (1932-1984)- Cássia Danielle Monteiro Dias Lima, Maria Helena Rodrigues Joia, Ione Aparecida Dias

  4. Memórias de pioneiras: experiências do futebol de mulheres em Santa Maria, RS (1979-1983)- Eduardo Bortolotti Silveira

  5. ORALIDADES DA CAPOEIRA: MEMÓRIA, ANCESTRALIDADE E A CONSTRUÇÃO DA CAPOEIRA EM PORTO ALEGRE NOS ANOS 70- Mario Augusto da Rosa Dutra

 

ST 6

História oral e educação: usos pedagógicos e possibilidades de investigação

Gabriel Amato (UFMG) e Carolina Dellamore (SME Contagem/MG)

Auditório Prof. Jayme Golubov, Faculdade de Arquitetura (ICC Norte)

Monitor(a): Layane Vitória de Jesus Ferreira

Sessão 1) 14/10 (quarta-feira) - 14h às 17h

 

  1. APROXIMAÇÕES ENTRE HISTÓRIA ORAL, HUMANIDADES DIGITAIS E EDUCAÇÃO: TENSÕES E DESAFIOS DA PRESERVAÇÃO E DIFUSÃO DE ENTREVISTAS DE HISTÓRIA ORAL- Fernando Cesar Sossai

  2. Entre memórias e narrativas docentes: elementos constitutivos da Educação Física no Centro Pedagógico da UFMG- Giovanna Camila da Silva

  3. A presença da história oral nos livros didáticos- Gabriel Amato Bruno de Lima

  4. Livros didáticos: memórias em transformação- Antonia Terra de Calazans Fernandes

  5. História Oral e Políticas Públicas na Educação Matemática: um mapeamento de teses e dissertações- Laura Carolina Aymoré Ferrandin, Emerson Rolkouski, Pedro Dell'Agnolo Busarello

  6. Quem faz a política curricular? História oral e Mapas de Progressão do Ensino Religioso na Rede Municipal de Joinville/SC- Rafael Schultz, Fernando Cesar Sossai

Sessão 2) 15/10 (quinta-feira) - 14h às 17h

 

  1. Da entrevista ao episódio: história oral pública e narrative científica no podcast Ecos da Ciência- Josefa Nunes Pinheiro, Xaiane Gonçalves Pinho, Sauloeber Tarsio de Sousa, Telma Bessa Sales

  2. Escola e Território: Memória e Identidade do Bairro Santa Cruz Industrial em Contagem/MG- Carolina Dellamore

  3. EDUCAR A PARTIR DOS NOSSOS: ORALIDADE E EDUCAÇÃO NO QUILOMBO DA MATINHA DOS PRETOS-BA- Yuri Caetano do Carmo

  4. Relato de Experiência: História Oral e Curadoria no Memorial 2 de Julho em Salvador-BA- Priscila Cabral Almeida

  5. História Oral e memória do Riacho São Pedro em projeto interdisciplinar no Ensino Fundamental em Brusque/SC- Graziela Maffezzolli, Francisco Gabriel Hadwig Werle, Edu Gevaerd Neto

  6. A Necromusicalidade, o Sujeito Negro: categorias de análise para a formação antirracista na música, na pesquisa autobiográfica- Ismael Silva Rattis

Sessão 3) 16/10 (sexta-feira) - 14h às 17h

 

  1. O potencial didático da história oral e do gênero biográfico na História Local das bordadeiras patoenses- Tainah Myrene De Lima Oliveira, Vera Lúcia Caixeta

  2. LEITURA LITERÁRIA E FORMAÇÃO DOCENTE: NARRATIVAS DE FORMADORES DO SESI-SP- Patricia Martins de Oliveira

  3. Memória institucional e Avaliação: a elaboração da Resolução nº 50/2017 do IFPR-

Ani Tais Witt, Gabriel dos Santos e Silva

  1. O ensino de metodologia científica no ensino médio técnico utilizando memórias e artefatos comunitários- Karlana Bianca Matos Sousa

  2. Pescando saberes: história oral como protagonismo discente no ensino técnico em Manacapuru- Laerte Paula Júnior

  3. História da Alfabetização em uma Escola Municipal de Uberlândia (MG), no período de 1996 a 2006- Júlia Pereira Oliveira Camargo

ST 7

História oral, formação docente e ensino de História

Erinaldo Cavalcanti (UFPA) e Cristiano Nicolini (UFG)

Sala Jacarandá, CDS

Monitor(a): Maria Luiza Mota Santos

Sessão 1) 14/10 (quarta-feira) - 14h às 17h

 

  1. Rompendo silenciamentos: o uso da biografia no ensino de História da Educação- Ana Raquel Costa Dias

  2. Memórias escolares e trajetórias no ensino de História no Brasil: narrativas de pesquisadores e pesquisadoras- Cristiano Nicolini

  3. A construção da identidade do setor de Química por meio das memórias de seus professores- Leonardo Dangelo

  4. Histórias de vida e história oral em pesquisas sobre o ensino de história: trajetórias docentes, memórias e experiências- Patrícia Maria Jesus da Silva, Rita Castorina Gonçalves Gundim Lemes

  5. Relatos de memória e formação docente: lembranças de professores de história da Amazônia paraense- Erinaldo Cavalcanti

Sessão 2) 15/10 (quinta-feira) - 14h às 17h

 

  1. Contribuições de um projeto de História Oral para a formação de estudantes do PIBID. (Quixadá/CE, 2025-2026) -Lidia Noemia Silva dos Santos

  2. Memória, identidade e ensino de História: vozes estudantis da Ceilândia sobre a representação de sujeitos racializados-Márcia Santos Severino (SEDF/ UFG)

  3. "Nós éramos a nova geração": a importância do conhecimento histórico para pedagogas/os em formação -Sammara Alessandra Fernandes da Costa

  4. CONSTRUÇÃO DE ACERVO: MEMÓRIA DAS PESQUISADORAS/ES DO CAMPO DO ENSINO DE HISTÓRIA NO BRASIL -Yomara Feitosa Caetano de Oliveira

Sessão 3) 16/10 (sexta-feira) - 14h às 17h

 

  1. “Nada sobre nós, sem nós”: identidades, representações e olhares de estudantes com Transtorno do Espectro Autista -Geicy Clara Santos Caires

  2. Imaginação de futuros e docência em História após a enchente de 2024 em Porto Alegre-RS -Isadora Ritterbusch Librenza

  3. A Construção de uma Disciplina Eletiva para Ensino de História Local: fontes materiais e imateriais -Pedro Zeus Lustosa de Souza (UFG)

  4. História oral e sujeitos não oralizados: a aplicação da metodologia em pesquisa com indivíduos surdos -Tuanny Dantas Lameirão

ST 8

História oral, gênero e sexualidade: memórias, resistências e insurgências

Amanda Calabria (USP/LABHOI-UFF) e Maria Ferraz (LABHOI/UFF)

Sala 1 da Faculdade de Arquitetura/PPGFAU (ICC Norte)

Monitor(a): Lucas Marques Rodrigues

Sessão 1) 14/10 (quarta-feira) - 14h às 17h

 

  1. História oral e o papel do afeto na construção do Movimento Gay de Minas (MGM)- Júlia de Castro Martins Ferreira Nogueira

  2. “Lá é cidade pequena, o povo não é acostumado com isso não!: histórias LGBT+ na intersecção entre gênero, sexualidade e território norte-mineiro- Renan de Souza Nascimento

  3. “Adeus Pátria e Família”: desejo de memória LGBTQIA+ em Portugal- Ana Cecília Pereira Batista

  4. Memória e História Oral: Uma análise de experiências de travestis e mulheres trans em serviços de saúde- Felipe Daiko Fraga, Maria Cristina da Costa Marques

  5. Entre Narrativas e Resistências: Histórias de Vida, Gênero e Educação Popular na Marcha Mundial das Mulheres- Anna Gabriela de Arruda Felix Cerqueira Leite

Sessão 2) 15/10 (quinta-feira) - 14h às 17h

 

  1. "Para quem é que eu ia falar? Quem ia acreditar?": história oral e prática feminista de enfrentamento ao silenciamento- Maria Cecilia Takayama Koerich

  2. Tecnologias de cuidado e respostas comunitárias: historicidades vividas nas memórias de prostitutas veteranas e os desafios do presente- Amanda de Mello Calabria

  3. Da conversa à entrevista: o papel do pesquisador-conversador na História Oral- Emerson Silva Meneses

  4. Performances e proteção da persona pública nas narrativas das deputadas estaduais de Santa Catarina- Bruna Busnello

  5. Mulheres Artistas em Bauru (SP): histórias de vida e percursos na arte- Lívia Pereira Zimerman

  6. #EleNão e #EleSim: Disputas de narrativas e subjetividades nas músicas do período eleitoral de 2018 - Luiza Raquel Waulczinski

Sessão 3) 16/10 (sexta-feira) - 14h às 17h

 

  1. MEMÓRIAS DAS ETEPs: TRAJETÓRIAS, PRÁTICAS E SENTIDOS DO FAZER PEDAGÓGICO NO CEFET/RN- Juliana Taline Pereira Nogueira

  2. Entre o narrado e o vivido: o homem e a família na imaginação Red Pill- Eduarda Fedéchyn Lopes

  3. “A gente foi perdendo o medo”: gênero, identidade indígena e educação na trajetória de Valda Maria Arcanjo da Silva- Jucinara de Melo Silva

  4. "Batalhadora e vencedora": memórias de mulheres engenheiras em espaços masculinizados de saber- Rosilene Dias Montenegro

  5. MULHERES NO LABIRINTO DA GESTÃO: HISTÓRIAS DE GESTORAS UNIVERSITÁRIAS DA EDUCAÇÃO FÍSICA- Maria Clara Grazziotti Louzada, Ileana Wenetz

ST 9

História Oral e História da Educação: Sujeitos, Instituições e Patrimônios

Jose Edimar de Souza (UCS) e Betânia de Oliveira Laterza Ribeiro (UFU)

Auditório Miroslov Milovic, Faculdade de Direito

Monitor(a): Blue Franz Lacchini

Sessão 1) 14/10 (quarta-feira) - 14h às 17h

 

  1. Vozes femininas na história escolar: memórias e práticas escolares na Escola Doméstica de Brazópolis - Palloma Victoria Nunes e Silva

  2. Entre o cuidar e o educar: memórias, sujeitos e práticas educativas no Lar Espírita Maria José Fratari em Ituiutaba/MG (1953–1962) - Alane de Cássia Alves Ferreira, Jaqueline Martins de Lima, Betânia de Oliveira Laterza Ribeiro

  3. História oral e culturas escolares: um balanço historiográfico (2015-2025) - Bárbara Alves Pinheiro, Juarez José Tuchinski dos Anjos

  4. Memória narrada e histórias orais na pesquisa em história da educação - Brenda Maria Dias Araujo, Nanci Nunes Borges Souza, Maria de Fatima Dias Araujo

  5. As escolas rurais de Pires do Rio - GO: o imaginário e as práticas escolares (1980 - 2011) - Douglas Souza Pego, Élida Cristina Silva Ferreira

  6. Redes Sociais na produção de fontes orais: o caso do Preventório Eunice Weaver de Maranguape (CE) - Élida Cristina Silva Ferreira, Andreia de Menezes Silva, Douglas Souza Pego

  7. Educação, Memória e Repressão: A História Oral como Instrumento de Reinterpretação do Cotidiano Escolar e Político em Ituiutaba/MG (1950-1985) - Iago de Paula Barbosa, Marcia Helena da Silva

  8. História oral e memória na compreensão das instituições escolares em Ituiutaba-MG - Jaqueline Martins de Lima

  9. Memória e História Oral: narrativas de uma ex-aluna do Grupo Escolar Senador Camilo Chaves - Laura Oliveira, Danila Síria Silva Ferreira

  10. Reler o passado da EJA no Triângulo Mineiro através de Fontes Orais e Documentais - Márcia Cicci Romero, Sônia Maria dos Santos

Sessão 2) 15/10 (quinta-feira) - 14h às 17h

 

  1. Histórias da escola: narrativas de experiências sensíveis em escolas-abrigo no RS (2024) - Jose Edimar De Souza

  2. A construção histórica das trajetórias escolares negras em São Marcos/RS - Eveline Fischer

  3. História Oral e Culturas Escolares do Campo: implicações conceituais e um exercício de pesquisa - Filipe Santos Fernandes

  4. Vozes da criação dos Institutos Federais: memórias, disputas e projetos para a educação profissional - Caroline Cataneo, Marcelo Vianna

  5. As escolas isoladas de Campo Belo do Sul – SC: histórias de sonhos de alguéns - Júlia Pereira Damasceno de Moraes, Thaíz Aparecida Ferreira, Fernanda de Souza Felisberto

  6. A escola isolada da Pedra Branca, SC: nas memórias de estudantes - Larissa Nunes Teixeira

  7. Gênero e História da Educação: a presença feminina e a produção de masculinidades em escolas maristas (1940-1980) - Lucas Costa Grimaldi

  8. A escola como lugar de memória: narrativas orais sobre a construção da primeira instituição escolar de Mirassol D’Oeste-MT (1963-1975) - Luciana Soares da Silva Garcia, Rodolfo Cláudio da Cruz

  9. Memórias e Narrativas: contribuições da História Oral para o estudo de uma Faculdade de Educação-FaE/UEMG - Maria Esperança de Paula, Vera Lúcia Nogueira

  10. História e Memórias do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas - Campus Lábrea (2010-2025) - Naasson Barbosa Cruz, Armindo Quillici Neto

ST 10

História oral, justiça climática e cosmopolítica

Idelma Santiago da Silva (UNIFESSPA) e Dernival Venâncio Ramos Júnior (UFNT)

Sala de Reunião 1, Faculdade de Educação

Monitor(a): Andrielly Viana Ferreira de Souza

Sessão 1) 14/10 (quarta-feira) - 14h às 17h

 

  1. Quilombos e perspectivas ambientais na Bahia: escutas para o futuro - Carolina Pazos Pereira

  2. Quilombo Reconhece Quilombo: Juventude em diálogo nas pautas políticas territoriais - Patricia Aparecida de Brito, Luciana de Souza Matias, Daiane Amorim

  3. Mudanças nas práticas de religiões de matriz africana na Cidade de Codó-MA frente à mudanças climáticas - Ilka Cristina Diniz Pereira

  4. As mariscadas tradicionais no Xingu: antes do baque de Belo Monte, as memórias beiradeiras - Josefa de Oliveira Camara da Silva

Sessão 2) 15/10 (quinta-feira) - 14h às 17h

 

  1. Da Retomada ao Terrítório Xokleng Konglui: crianças que nascem na trilha dos antepassados - Bibiana Harrote Pereira da Silva

  2. Cosmopolítica que sustenta o Cerrado: nos caminhos dos buritis - Maíra Lopes Pedroso

  3. “Esse Rio é meu sangue”: perspectivas cosmopolíticas entre o progresso e a vida - Vanessa Silva da Costa

  4. Shitakori: a transição da infância para a juventude das mulheres Matsigenkas no Parque Nacional Manu - Karla Bontemps Trujillo

  5. Ecologia de práticas e cosmopolítica: experiência com História oral no Sul da Amazônia - Dernival Ramos, Idelma Santiago da Silva

ST 11

História oral e memória das artes, da cultura e da criatividade

Ricardo Santhiago (UNIFESP) e Miriam Hermeto ir Sá Motta (UFMG)

Auditório Centro Internacional de Física (CIF) Multiuso II

Monitor(a): Vitor do Carmo Benedito Bazilio

Sessão 1) 14/10 (quarta-feira) - 14h às 17h

 

  1. Narrativas audio-visuais de gerazeiros e veredeiros - memórias de povos entre folias e Cerrado- João Gabriel Coura de Marins

  2. Bordar é também narrar: um percurso entre linhas, memórias, saberes e fazeres- Juliana Rochet - UnB

  3. Identidade nordestina no teatro - Direito à opacidade- Pedro Guimarães

  4. Oralidade e História do Teatro: estudo sobre o processo memorialístico do Grupo Galpão- Rodrigo de Freitas Costa

  5. Selma Egrei: musa pelo avesso - Múltiplos olhares de uma atriz- Ygor Kassab Tenório Ramos

  6. Trajetórias de Sérgia “Harris” Fernandes e Ingrid Lima na cena heavy metal de Belém-PA (1980-2025)- Bernard Arthur Silva da Silva

  7. O X da questão: território e memória a partir da trajetória de Alexandre Tadeu da Silva- Amanda Souza Melo

Sessão 2) 15/10 (quinta-feira) - 14h às 17h

 

  1. Entrevistas com autores e editores: contexts, paratextos e processos criativos de livros de história oral- Ulisses M. R. Franco (EACH-USP)

  2. Entre o método e a ação social: o Museu da Pessoa e a produção editorial do regime de escuta (1991-2012)- Nelson Barros da Silva Junior (UDESC)

  3. Usos e abusos da ditadura militar em podcasts: uma análise do Fé Pública- Luiz Fernando Rodrigues Ferreira

  4. Os bastidores da produção de podcasts no contexto das efemérides dos golpes militares de Brasil e Argentina (2024-2026)- Miriam Hermeto Sá Motta

  5. Usos e abusos da ditadura militar em podcasts: uma análise do Medo e Delírio em Brasília- Júlia Ellen Silva Gonçalves - UFMG

  6. Imigração italiana em Alfredo Chaves-ES: a vida social e o lazer ao redor da igreja- Gabriel Pietralonga Marion

  7. Tecituras de memórias e outras artes: matrimônios culturais amazônicos e os percursos poéticos-teóricos-metodológicos de uma tese-fabulação- Fernanda Cougo Mendonça

Sessão 3) 16/10 (sexta-feira) - 14h às 17h

 

  1. TRABALHADORES (AS) DA MÚSICA - HISTÓRIA ORAL DA MÚSICA NO AMAZONAS NA SEGUNDA METADE DO SÉCULO XX - 1960/2000- Hiana Rodrigues da Silva Magalhães

  2. Netinho de Adelaide & Os Inimigos do 8/1: uma experiência de memória, educação e canções de resistências pela democracia- Alessandro Augusto de Azevêdo

  3. Processos coletivos na música popular em São Paulo nos anos 1990- Ricardo Santhiago

  4. Modernos e alternativos: músicas e estilos de vida ligados à identidades LGBTQIAPN+ nos anos 2000- Vinicius Magnun Santos Rocha

  5. ENTRE VOZES E TAMBORES: vivências femininas, história oral e memória na cultura popular maranhense- Laiana Lindozo Barros Cutrim (SEDUC Amazonas)

  6. Uma história da revolução cubana do rap- Allysson Fernandes Garcia

ST 12

História oral e patrimônio cultural no Brasil: narrativas, disputas, construções

Juliana Rampim Florêncio (IDP) e Edson Dias (PPGD/UnB)

Sala de Atos, Faculdade de Educação

Monitor(a): Bárbara Ribeiro Perotto

Sessão 1) 14/10 (quarta-feira) - 14h às 17h

 

  1. Memória local e questionamentos da Paisagem: oralidades em disputas e significações - André Souza Martinello

  2. O patrimônio ferroviário no Ceará para além da materialidade: contribuições da história oral - Jaciara Azevedo Rodrigues

  3. Memória e Patrimônio: Memórias e Patrimônio: a relação entre o conjunto da estação ferroviária de Assis (SP) e a população local - Ketlyn Moreira Feltrin

  4. Juventudes extrativistas, memória e futuro - Catia Santos de Melo

Sessão 2) 15/10 (quinta-feira) - 14h às 17h

 

  1. Memória, Diálogo e Extensão: experiências de um acervo de história oral - Marcos Antonio Peccin Junior

  2. A arqueologia Amazônica e a História Oral - Anne Rapp Py-Daniel

  3. Entre o santo e a semente: festa, memória e luta quilombola no Limitão (2005-2025) - Julia Graciela Machado

  4. Narrativas Orais e Memórias Ambientais de Tapiacanga, Mucugê, Chapada Diamantina, Bahia - Juliana de Sousa Ferreira Novais, Marjorie Csekö Nolasco

ST 13

História Oral e Povos Indígenas

Diego Omar da Silveira (UEA), Patricia Emanuelle Nascimento (UFU) e Poliene Soares dos Santos Bicalho (UEG)

Sala de Múltiplos Usos, Bloco D, CET

Monitor(a): Geovanna da Costa Matos

Sessão 1) 14/10 (quarta-feira) - 14h às 17h

 

  1. Teatro indígena e caminhos possíveis: memórias e deslocamentos de artistas do Alto Rio Negro em São Paulo- Aline Baliberdin

  2. Vozes indígenas: oralidade e escrita no indigenismo alternativo brasileiro a partir dos anos 1970- Diego Omar da Silveira

  3. Narrativas de demarcação de terras: os Xavante de São Marcos e Parabubure- Sílvia Clímaco Mattos

  4. Narrativas sobre trajetórias no ensino fundamental de estudantes e egressos indígenas da Universidade Estadual do Centro-Oeste (PR)- Méri Frotscher

  5. Etnopolitica Gavião na Perspectiva de Zeca Gavião, Cacique da Aldeia Kyikatêjê, Terra Indígena Mãe Maria- Cícero Teresa dos Santos

  6. Discussões sobre história oral e etnomatemática- Jean Sebastian Toillier

Sessão 2) 15/10 (quinta-feira) - 14h às 17h

 

  1. Da lógica instrumental à descolonização da História Oral: o potencial da obra de Silvia Rivera Cusicanqui- Giovani José da Silva

  2. História Oral e Entrevista: D. Tomás Balduíno como testemunha ocular- Poliene Soares dos Bicalho, Josana de Castro Peixoto

  3. Narrativas Indígenas da Comunidade Tapuia do Carretão da cidade de Nova América/GO: sentidos atribuídos à sexualidade e masculinidade- Crisnamurte Alves Carneiro

  4. Narrativas de mulheres indígenas sobre acesso e permanência na UFG: uma abordagem em História Oral- Liliene Rabelo dos Santos

  5. Narrativas sobre os mortos em memórias-resistentes na comunidade quilombola Imbiral Cabeça-Branca- Julyana Cabral Araujo

  6. Escassez e partilha: oralidades indígenas entre a insegurança e a soberania alimentar do povo Tapeba, no Ceará- Diana Sales Ferreira Tapeba

Sessão 3) 16/10 (sexta-feira) - 14h às 17h

 

  1. Impactos às práticas socioculturais do povo indígena Kaxixó atingido pelo rompimento da barragem da Vale S/A em 2019 - Enya Dias Barros

  2. História Indígena e Território: memória biocultural e a transformação de paisagens entre os Tapeba - Thallys Kawan Lima Duarte

  3. Floriana Miguens, “panharam a mulher como quem caça um veado”- Josinelma Ferreira Rolande Bogéa

  4. Memórias Afro-Indígenas em Lages-SC: História Oral, tradição oral e miscigenação - Matheus Eduardo Borsa

  5. Memória, Audiovisual e Ativismo: reflexões a partir de entrevista com Olinda Tupinambá - Júlia Lacerda Sarraf Nogueira

ST 14

História oral e tendências historiográficas contemporâneas: desafios metodológicos, debates e deslocamentos no século XXI

Leandro Seawright (USP)

Sala Mangaba, CDS

Monitor(a): Milena Anita Alves de Mendonça

Sessão 1) 14/10 (quarta-feira) - 14h às 17h

 

  1. Diálogos do interior: A História Oral e os desafios historiográficos regionais - Bruna Ferreira Lopes (UFSJ/FAPEMIG)

  2. A linguagem na entrevista do trabalho de campo da pesquisa social: Seridó potiguar/1980 (Estudo de caso) - Cícero José Alves Soares Neto

  3. Tensiones y transiciones: narrativas de identidades amazónicas en las trayectorias de vida en madre de dios, Perú - Eber Telmo Cabanillas Suarez

  4. OLHARES MARCADOS: identidades e pertencimentos de mulheres pretas no universo das artes - Sidinalva Maria Wawzyniak

  5. História oral e tendências historiográficas contemporâneas - Leandro Seawright

  6. A guerra herdada: filhos de veteranos da FEB e memórias familiares em Belo Horizonte - Edilan Martins de Oliveira

ST 15

História oral, trabalho, patrimônio e políticas públicas: memórias de trabalhadores em instituições de acervos histórico-culturais

Rafaella Bettamio (Arquivo Nacional) e Aparecida Rangel (Fundação Casa de Rui Barbosa)

Sala Cajuí, CDS

Monitor(a): Sonia Regina Silva Moraes (Soninha Vendaval)

Sessão 1) 14/10 (quarta-feira) - 14h às 17h

  1. História Oral e Trabalho Patrimonial: Oralidade na Salvaguarda do Ofício de Erveiras e Erveiros da Rede Fitovida - Joseane Paiva Macedo Brandão

  2. Memórias Orais dos Trabalhadores da Biblioteca Nacional: um retrospecto - Raquel França dos Santos Ferreira

  3. Agentes da Memória: educação patrimonial, história oral e fortalecimento das identidades locais em Betim (MG) - Andre Luiz de Jesus Bueno

  4. Entre trajetórias e normativas: história oral e a construção de políticas afirmativas na gestão cultural pernambucana - Yasmim Dyndara das Neves Crispiniano, Tainã Moema Espindola de Souza, Maria Tamires Gonçalo da Silva

Sessão 2) 15/10 (quinta-feira) - 14h às 17h

 

  1. Memória factual e memória afetiva: temas recorrentes em entrevistas de história oral em museus - Rachel Motta Cardoso

  2. O Programa de História Oral do Museu da República - Silvia Oliveira Campos de Pinho

  3. Cotidianos e práticas profissionais nas memórias de servidores do Museu Casa de Rui Barbosa (1968-2025) - Walter da Silva Pereira Junior

  4. Vozes do Guarujá: o audiovisual como mecanismo de memória - Emerson Porto Ferreira

ST 16

História Oral Ambiental, memórias e territórios em disputa: entre o local e o global

Marcos Fábio Freire Montysuma (UFSC) e Andréa Casa Nova Maia (UFRJ)

Sala 5, Bloco B, CET

Monitor(a): Nilza Zizinha

Sessão 1) 14/10 (quarta-feira) - 14h às 17h

 

  1. Memórias de Enchentes Urbanas: Resiliência Ribeirinha antes e após o Desastre da Samarco em Governador Valadares - Lise Sedrez, Bruno Capile, Eunice Nodari

  2. Memórias da contaminação na Cidade dos Meninos (RJ): narrativas orais entre experiência comunitária e memórias científicas - Vicente Saul Moreira dos Santos

  3. Entre a memória e a terra: oralidade e ecologia de reexistência no Quilombo Invernada dos Negros (2003 – 2025) - Emerson Neves da Silva

  4. A Terra dos antepassados: Comunidade Rural do Douradinho versus as Agroindústrias Canavieiras no Município de Itapagipe/MG - Maria Rita de Jesus Barbosa

  5. A Cultura Alimentar dos Produtores Tradicionais de Erva-mate do Centro-Sul e Sudeste do Paraná - Ana Clara Imianoski Jacopetti

Sessão 2) 15/10 (quinta-feira) - 14h às 17h

 

  1. Boqueirão, D’Água e Governador: as ilhas esquecidas da Baía de Guanabara - Ana Clara Freitas de Brito Soares

  2. Resíduos químicos e justiça ambiental: memórias ecologistas de Bizkaia - Andréa Casa Nova Maia

  3. Ocupação e uso do espaço na Lagoa Grande (Lagoa do Jacaré): análise territorial, social e ambiental - Fábio Santos de Oliveira Santana; Cleber Alves Santana Junior Marcez; Marcelo Alves Pinto

  4. Narrativas caipiras da beira do Chapéu: pesquisa e gestão participativa das águas - Isabel Araujo Isoldi

  5. Um rio, duas cidades, muitas memórias: narrativas orais sobre o Rio Caí (Rio Grande do Sul) - Magna Lima Magalhães, Carlos Eduardo Ströher

 

Sessão 3) 16/10 (sexta-feira) - 14h às 16h

 

  1. O silêncio do Curupira na floresta amazônica - Gracy Kelly Monteiro Dutra

  2. Memórias do Cantão: História, Identidade e Territorialidade dos Torrãozeiros do Parque Estadual do Cantão (TO) - Letícia Maia de Paula Pinto

  3. Narrativas intergeracionais de quebradeiras de coco: oralidades, território e justiça climática em Lago do Junco, Maranhão - Áurea Alves de Sousa

  4. Memórias de um território interrompido: história oral e justiça climática no baixo rio Grande - Yoshiaki Nogueira Miyazaki, Diva Helena Nogueira Miyazaki

  5. História Ambiental da Transição Energética Renovável no Semiárido Baiano: narrativas sustentáveis, territórios hospedeiros e desafios da justiça ambiental - Priscila Mangueira Souza Dourado

ST 17

História Oral, Cidades e Memória

Raimundo Nonato Lima dos Santos (UFPI) e Lêda Rodrigues Vieira (UESPI)

Sala de Seminário 2, Bloco D, CET

Monitor(a): Josué Batista Oliveira Araujo

Sessão 1) 14/10 (quarta-feira) - 14h às 17h

 

  1. Histórias, escrita e memórias periféricas- guardiões da história - Djalma Oliveira de Souza

  2. Memórias da Escola Professor Targa: perspectivas docentes e discente em Flores da Cunha/RS (1961-1979) - Fernanda Dias de Oliveira

  3. Quando a memória vira lei: Disputas, narrativas e poder na institucionalização da História Local em Picos-PI - Déborah Lays de Moura Lélis Cabral; Raimundo Nonato Lima dos Santos

  4. Da ficha ao cartão: as teias da memória do “tiozinho do passe” marcando o traçado das historicidades douradenses - Ilsyane do Rocio Kmitta; Eudes Fernandes Leite

  5. A descoberta das águas minerais em Serra Negra/SP e as lembranças de antigos moradores - Claudia Felipe da Silva

  6. Notas sobre a oralidade na compreensão das práticas de cuidado tradicionais em Porto Franco (MA) - Maria Paula Calanzani Rocha

  7. O Bairro Vila União e a Lagoa do Opaia: atuação dos grupos juvenis nas décadas de 1970 e 1980 - Maria Auxiliadora Gadelha da Cruz

  8. Corpo, voz e território: reinscrição gráfica da oralidade em práticas coletivas - Beatriz de Toledo Alves Pereira

Sessão 2) 15/10 (quinta-feira) - 14h às 17h

 

  1. Eu me lembro... Anotações sobre os sentidos de sertão conselherista - Joana Barros

  2. A feira como narrativa da cidade: memórias e histórias em Taguatinga (DF) - Mayara Freire Costa

  3. Tecendo a História do Rádio em Porto Nacional – TO (1968-1989): Memória e História Oral - Marcelo Alessandro Honorato de Souza

  4. O bar Nós e Elis: registros memorialísticos de um espaço cultural de Teresina - Raimundo Nonato Lima dos Santos

  5. A cidade em cena: teatralidade e memória em Picos-PI (1996-2019) - Maria Edwirges de Jesus Sá

  6. Entre o Tacho e a Memória: A transmissão dos saberes artesanais da produção do doce de leite em Afrânio (PE) no período de 2018 a 2025 - Anna Wannessa Nunes Ferreira

  7. Patrimônio cultural imaterial da RFFSA: as memórias dos trabalhadores ferroviários da Central do Piauí, 1957-2007 - Lêda Rodrigues Vieira

ST 18

História Oral e Culturas Visuais

Ana Maria Mauad (UFF), Carlos Eduardo Pinto de Pinto (UERJ) e Marcus Vinicius de Oliveira (IFRJ)

Sala 2 PPGHIS (ICC Norte - Subsolo)

Monitor(a): Felipe Franco Cavalcanti Dantas

Sessão 1) 14/10 (quarta-feira) - 14h às 17h

 

  1. A fotografia popular como produção de conhecimento coletivo - Erika Tambke

  2. Águas do Recife: fotografia, memória e justiça climática - Fabiana Bruce Silva

  3. “Uma ponte no Atlântico”: Fotografia e diásporas africanas na América do Sul - Marcus Vinicius de Oliveira

  4. Edgar Rei: entre cerâmica e fotografia, um destino brasileiro - Marina da Rocha Marins

  5. História Oral e o trabalho de memória dos “fotógrafos/as populares”: a questão da autoria - Samuel Oliveira

  6. Em seus próprios sinais: História Oral em Língua de Sinais e História da Educação de Surdos - Luciane Bresciani Lopes

  7. Memórias e ratos: narrativas orais e representações visuais nas relações campo-cidade-homem - Isaías Pedro Panzo

Sessão 2) 15/10 (quinta-feira) - 14h às 17h

 

  1. “O som ao redor das imagens”: fotografia, a escrita videográfica e história oral - Ana Maria Mauad

  2. Compartilhando a História: Desenvolvendo um Projeto para o Acervo Virtual Do Labhoi/UFF - Ana Serrano

  3. Memórias do cinema educativo: narrativas sobre experiências escolares e comunitários em Caxias do Sul – RS (1947-1960) - Elisângela Cândido da Silva Dewes

  4. Orí, de Beatriz Nascimento: o audiovisual como campo de reflexões pluriepistêmicas - Iara Toscano Correia

  5. A dimensão pública de um filme histórico: Marighella e seus múltiplos públicos - Ygor Pires Monteiro (Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ)

  6. Cinematógrafo podcast: trajetórias dedicadas às relações entre história e cinema em um projeto de extensão interinstitucional - Juliana Muylaert Mager, Carlos Eduardo Pinto de Pinto

  7. Entre memórias e cuidados: a voz dos pacientes com doenças tropicais no SUS - Rafaela Christi

ST 19

História Oral, História da Educação e Patrimônio Cultural: narrativas, construção de saberes e promoção da justiça climática

Cesar Evangelista Fernandes Bressanin (UFT) e Maria Zeneide Carneiro Magalhães de Almeida (PUC-GO)

Sala Jatobá, CDS

Monitor(a): Milena Anita Alves de Mendonça

Sessão 1) 14/10 (quarta-feira) - 14h às 17h

 

  1. Narrativas orais e patrimônio cultural em Gurupi (TO): memória, educação e pertencimento comunitário - Cleverson da Silva Martins

  2. “O único braço do State na comunidade”: a EMEF Sérgio Lopes e a Enchente de 2024 - Leonardo da Rocha Botega

  3. Educação Anastasiana-Dominicana em Conceição do Araguaia: memórias do Educandário Santa Rosa de Lima (1902–1979) - Cesar Evangelista Fernandes Bressanin (PPGHISPAM - UFT), Kiaria Mendes Rodrigues (PPGHISPAM - UFT)

  4. História oral dos Povos e Comunidades Tradicionais no Cerrado do Distrito Federal - Rosângela Azevedo Corrêa, Paula Regina Gomes

  5. Padre Luso de Barros Matos: patrimônio religioso e memória de santidade em Porto Nacional - Maria Zeneide Carneiro Magalhães de Almeida, César Evangelista Fernandes Bressanin

ST 20

História Oral e Mundos do Trabalho: experiências, movimentos sociais, práticas educativas e de resistência

Alejandra Luisa Magalhaes Estevez (UFF), Richard de Oliveira Martins (INEP) e Felipe Augusto dos Santos Ribeiro (ESPI)

Auditório LACAM, Faculdade de Arquitetura/PPGFAU (ICC Norte)

Monitor(a): Layane Vitória de Jesus Ferreira

Sessão 1) 14/10 (quarta-feira) - 14h às 17h

 

  1. Memórias da luta sindical no campo goiano: a trajetória da Oposição Sindical dos Trabalhadores Rurais -Aldimar Jacinto Duarte

  2. Relatos de professores e professoras efetivos(as) da educação superior pública no contexto neoliberal da pandemia de covid-19: uma análise de natureza qualitativa com base na história oral e em perspectiva comparada -Edmar Aparecido de Barra e Lopes

  3. História de Vida e Formação Intelectual nos Movimentos Sociais do Campo: a Trajetória de Maria Querobina -José Ricardo Brito Sales, Rita de Cássia Pereira da Silva Figueiredo

  4. Cinema na escola e autogestão estudantil: possibilidades de uma formação histórica -Joyci Viegas de Freitas Silva

  5. A vida e o devir: história e memória operária nas narrativas de Adriano Sandri -Lucas Carvalho Soares de Aguiar Pereira

  6. AGRICULTURA KALUNGA: MUDANÇAS DAS RELAÇÕES DE PRODUÇÃO AGRÍCOLA NA COMUNIDADE VÃO DE ALMAS, CAVALCANTE - GO - Roniel dos Santos Torres

  7. Mística como documento histórico: memória, imagem e subjetividade no Levante Popular da Juventude - Ruth de Souza Santana

Sessão 2) 15/10 (quinta-feira) - 14h às 17h

 

  1. "Fui indo, fui indo e fui aprendendo": memórias do trabalho rural ao fabril em Rio dos Patos, Prudentópolis/PR -Amanda Taeli Rodrigues

  2. Afonso Cruz: Militância Política, Advocacia e Sindicalismo em Minas Gerais -Bruno Vieira de Sousa

  3. Memória institucional e trajetórias profissionais: narrativas de trabalhadores no Projeto História Oral do Inep 90 - Judson Candido da Silva

  4. “O que podem as quebradeiras?” Analisando narrativas orais de quebradeiras de coco em União -PI - Lia Monnielli Feitosa Costa

  5. Militantes de esquerda em Betim (MG): a resistência à ditadura militar (1964-1985) e a luta pela reconstrução democrática (1985-1989) -Paula Elise Ferreira Soares

  6. Relatos orais e memória: O MEB e sua luta por Direitos (1960-1966) -Sara Oliveira Farias

  7. Memórias e Protagonismo de Mulheres Pescadoras no Pantanal Sul-Mato-Grossense: Narrativas, Trabalho e Identidades -Silvana Aparecida da Silva Zanchett

  8. Onde as Memórias Encontram Escuta: mulheridades, trabalho e resistências -Valquiria Alves da Silva

ST 21

História Oral, Mulheres e Interseccionalidades

Flávia Pereira Machado (IFG) e Juliana Ventura de Souza Fernandes (IFMG)

Sala 3, Bloco B, CET

Monitor(a): Nilza Zizinha

Sessão 1) 14/10 (quarta-feira) - 14h às 17h

 

  1. A PELE COMO ARQUIVO VIVO: memória, corpo e silêncio entre os Makonde no sul de Moçambique -Adria Borges Figueira Cerqueira, Vintani Afonso Nafassi

  2. MOVIMENTO DE MULHERES DE CARINHANHA/BA E SUAS INTERSECCIONALIDADES A PARTIR DA HISTÓRIA ORAL - Aurea Belém Farias Santana, Rosa Belém Farias

  3. “Vozes Mulheres” e Políticas Públicas de Enfrentamento à Violência Doméstica: um estudo de caso do projeto eMPoderar! Acolhendo Mulheres em Anápolis/GO -Érica Miscena Martins, Margareth Pereira Arbués

  4. Aprendizagens da Terra: narrativas de mulheres sem terra, resistências e saberes ancestrais - Flávia Pereira Machado

  5. As relações de gênero camponesas a partir das experiências das mulheres dos assentamentos Patrícia e Aparecida e Estrela da Lua - Isabella Ferreira Viana Ribeiro

Sessão 2) 15/10 (quinta-feira) - 14h às 17h

 

  1. Mulheres “Laurindas” e “Joaquinas”: Narrativas de Resistência Quilombola nas comunidades de Lajeado e São Joaquim, Tocantins -Celenita Gualberto Pereira Bernieri

  2. Entre terreiro, quilombo e cidade - territórios que ecoam através das mulheres - Escola Afro climática Mãe Beata de Yemanjà -Janaina Santina Paulino Itikawa, Aderbal Moreira - Aderbal Ashogun

  3. Oralidade, memória coletiva e resistência: narrativas de mulheres quilombolas em contextos de desterritorialização -Maria Eunice Aiardes Ferrer, Aline Aiardes Poichee

  4. “Eu sou uma mulher bilíngue”: matriarcado e resistência na trajetória da Comunidade Quilombola de Mangueiras -Ione Maria de Oliveira (Mãe Ione Ty Oya), Patrícia Aparecida de Brito, Juliana Ventura de Souza Fernandes

  5. O futuro também tem ancestrais: mulheres de terreiro narrando ancestralidades -Tainã Moema Espindola de Souza

Sessão 3) 16/10 (sexta-feira) - 14h às 17h

 

  1. Mulheres do sertão norte-mineiro: memória, território e formas associativas em comunidades rurais de Porteirinha -Fernanda Evelyn Vilaça dos Santos

  2. Mulheres, memória e conhecimento socioecológico em territórios de conservação -Joana Ralão, Maria Fernanda Rollo

  3. História oral, trabalho feminino e experiências vividas na feira livre de Caetité - Bahia -Jumara Carla Azevedo Ramos Carvalho

  4. Arquivos maternais: Maria de Nazaré e as práticas de preservação da memória familiar negra -Layla Maryzandra Costa Silva

  5. Mulheres precursoras na ETFM: memória, gênero e educação profissional no Maranhão -Luciana Alves da Silva, Odaleia Alves da Costa

  6. Caminhos de Permanência: experiências de mulheres negras nos programas de pós-graduação da UFG -Talita Michelle de Souza

ST 22

História oral, trajetórias e identidades narradas

Igor Lemos Moreira (Unespar) e Lívia Morais Garcia Lima (UNESP)

Auditório do Instituto de Ciências Sociais (ICS)

Monitor(a): Ana Clara Dias Rodrigues

Sessão 1) 14/10 (quarta-feira) - 14h às 17h

 

  1. Mulheres, interseccionalidades e espaços públicos de memória no Brasil -Ana Carolina Prohmann

  2. Marina São Paulo de Vasconcellos: o protagonismo, a perseguição e o lugar de memória -Andréa Cristina de Barros Queiroz

  3. De aluna a docente: a FAFI(UMG) de 1964 a partir de uma trajetória coadjuvante -Camila Sousa Ferreira

  4. Corpos que não se calam: performatividade, resistências e narrativas históricas de Erika Hilton -Higor Dorigon

  5. Da Oralidade à Memória: a contribuição da História Oral para a compreensão da consciência histórica de Moçambique -Filomena João Matenderere

  6. O Sertão Sempre Fala: itinerários docentes e experimentações de vida na sala de aula -Francisco Diemerson de Sousa Pereira

  7. Prática colaborativa e oralidade na caracterização da arquitetura ancestral o oeste paulista -Thamine de Almeida Ayoub Ayoub, Hélio Hirao, Paulo Eduardo Valério Barbulho

  8. “A arte me salvou”: memória, envelhecimento e criação artística na narrativa de Rosalia Lerner -Lívia Morais Garcia Lima

  9. A narrative como espaço de escuta: história oral e storytelling no projeto Voice of Witness -Ludmila e Silva Masih

Sessão 2) 15/10 (quinta-feira) - 14h às 17h

 

  1. Documentando a memória: os testemunhos dos familiares de mortos e desaparecidos da ditadura militar brasileira-Janaína de Almeida Teles

  2. Entre escombros, memórias e narrativas: questões sobre História Oral, escuta sensível e mobilização comunitária -Igor Lemos Moreira

  3. Histórias e memórias da população negra de Campinas, SP- Maria Silvia Duarte Hadler

  4. Desenhar a voz: imaginando outras histórias em quadrinhos. Notas a partir da obra Mate Dulce- Ivan Lima Gomes, Denisse Torena

  5. Teoria Crip e história oral: escutas insurgentes e narrativas de corpos dissidentes com deficiência-Daniela Alves de Lima Barbosa

  6. Trajetórias profissionais e saúde mental: percepções de procuradores do estado da Bahia -Claudia Souza Aragão, Marilda Castelar

ST 23

História oral, memórias, biografias/trajetórias e lutas por direitos

Júlio Cláudio da Silva (UEA/UFAM), Tiago Fonseca dos Santos (UEA/UFAM) e Michele Pires Lima (Fiocruz/UnB)

Sala de Seminário 1, Bloco D, CET

Monitor(a): Josué Batista Oliveira Araujo

Sessão 1) 14/10 (quarta-feira) - 14h às 17h

 

  1. A “cariocandanga” Lydia Garcia: Uma “militante histórica do movimento negro” no Distrito Federal -Ana Flávia Magalhães Pinto

  2. Testemunhos de Solidariedade: Memória e Resistência Protestante à Ditadura no Paraná -Barbara Fonseca

  3. Escuta mais que sensível: a experiência de produção de fontes orais no processo de constituição do acervo museológico do Memorial Brumadinho -Débora Raiza Rocha Silva

  4. A HISTÓRIA ORAL POR MEIO DA TRAJETÓRIA DA CACICA MILENA KUKAMA

Fabiana Lopes Saquiray, Júlio Cláudio da Silva

  1. Histórias de Luta: história oral, memória e engajamento comunitário em favelas e periferias do Rio de Janeiro -Gabriel Wellington Nunes Nobre

  2. O Protagonismo de Ekedes e Makotas nos Candomblés de Boa Vista/RR: uma escrita compartilhada -Monalisa Pavonne Oliveira

  3. NA CONFLUÊNCIA DAS MEMÓRIAS: História Oral e trajetórias de mulheres migrantes de Benjamin Constant para Manaus-AM -Suena Santarém Loureiro

Sessão 2) 15/10 (quinta-feira) - 14h às 17h

 

  1. Vozes de Luta: memórias do Movimento de Homens Trans do Rio de Janeiro (2008-2025) -Aron Giovanni Oliveira

  2. MESTRAS QUILOMBOLAS DO RIO ANDIRÁ: História Oral e Interseccionalidade na trajetória de mulheres quilombolas no Município de Barreirinha- Am - Jucinara Cabral da Silva

  3. Direito à memória e justiça: trajetória e experiência sindical de Francisco Alves Cabral no norte paranaense -Juliana Carolina da Silva (IFAM – PPGH/UFAM

  4. Narrativas de si, narrativas sobre lutas por direitos: José Heitor da Silva, a trajetória de um escultor negro (1937-1990) -Julio Claudio da Silva, Thiago Bastos de Souza

  5. Camponeses do Araguaia: a História da Guerrilha através das entrevistas do Acervo de Romualdo Pessoa -Maria Cecília Vieira de Carvalho

  6. PELO DIREITO À VIDA: narrativas orais de ativistas do movimentos de mulheres em defesa da vida das mulheridades de Manaus/AM -Michele Pires Lima

  7. “Mas quando mesmo é que eu vou ter a minha casa?” -Patrícia Carla Smith Galvão

ST 24

História oral, história pública e narrativas docentes

Aliny Dayany Pereira de Medeiros Pranto (UFRN), Everardo Paiva de Andrade (UFF) e Rodrigo Wantuir Alves de Araújo (IFESP)

Auditório PPGHIS (ICC Norte - Subsolo)

Monitores(as): Felipe Franco Cavalcanti Dantas (quarta 14/10)

e

Ana Katharina Pereira Navarro (quinta 15/10)

Sessão 1) 14/10 (quarta-feira) - 14h às 17h

 

  1. Entrevista Pública, Narrativa e Profissão: a docência pela trajetória de uma professora de História -Hosana do Nascimento Ramôa

  2. História Oral com Educação em Direitos Humanos - Trajetórias Docentes de professores de História -Ivan Luís Marques Maia

  3. História Oral Temática de Professores do Ensino Médio, em Minas Gerais, nos anos 2018-2023, entre a resistência, insistence e permanência na profissão docente- Fabricio Vieira de Moura, Sálua Cecílio

  4. Narrativas de educadores da Escola Francisca Ferreira: uma pesquisa em movimento -Presley Suri Araújo de Medeiros e Silva

  5. HISTÓRIA LOCAL, HISTÓRIA PÚBLICA E ENSINO DE HISTÓRIA: O REGISTRO AUDIOVISUAL DAS MEMÓRIAS DE CAMPO REDONDO/RN -Rafael Oliveira da Silva (SME – Campo Redondo/RN)

  6. Varal de narrativas: diálogos entre história oral e história pública como política de fortalecimento da docência -Sandra Escovedo Selles, Hosana do Nascimento Ramôa

Sessão 2) 15/10 (quinta-feira) - 14h às 17h

 

  1. Ainda a pandemia? Continuidades incômodas no Ensino de História -Elaine Lourenço, Ana Lúcia Lana Nemi

  2. História Oral e cultura escolar na Educação Integral: reflexões teórico-metodológicas para a pesquisa educacional contemporânea -Laurenir Ramos Cebalho Riberio, Jairo Luis Fleck Falcão

  3. Abordagem (Auto)biográfica para uma história [na Reconstituição Histórica] da Faculdade de Filosofia de Campos (FAFIC) -Marcele Xavier Torres

  4. O processo de tornar-se docente universitária: história(s) de vida da violonista Flávia Domingues Alves -Simone Lacorte Recôva

  5. Centro histórico de Natal como espaço de aprendizagem: roteiros educativos e história oral na Educação Patrimonial -Rodrigo Wantuir Alves de Araújo

  6. Ensinar sobre períodos de autoritarismo: narrativas docentes na Argentina -Aliny Dayany Pereira de Medeiros Pranto

ST 25

História pública e oralidades

Juniele Rabêlo de Almeida (UFF) e Marta Gouveia de Oliveira Rovai (UNIFAL)

Auditório Cerrado, CDS

Monitor(a): Sonia Regina Silva Moraes (Soninha Vendaval)

Sessão 1) 14/10 (quarta-feira) - 14h às 17h

 

  1. História oral e história pública na educação básica: uma experiência no ensino de História- Artur Nogueira Santos e Costa (UnB)

  2. História Oral e Políticas Públicas – as comissões universitárias da verdade- Carla Simone Rodeghero

  3. Vidas do centro: história pública comunitária do Centro Histórico de Porto Alegre- Dante Guimaraens Guazzelli

  4. História Pública e História Oral: entrelaçamentos na experiência do projeto “A ditadura em Minas Gerais”- Denise Silva e Souza

  5. ORALIDADE INDÍGENA: PRÁTICAS EDUCATIVAS E SABERES DECOLONIAIS -Emanuel Bellotti Lanfredi- UFF

  6. Entre a Greve e os Ciclos de Estudos: História oral e Formação Política em Divinópolis- Flávia Lemos Mota de Azevedo, Vanda Lúcia Praxedes

  7. Entre Rios: História Pública, Oralidades e Patrimônio Cultural nas Margens do Rio Pelotas- Franciele de Almeida de Oliveira, FEEVALE

  8. A vida pública das narrativas: circulação, reinterpretação e patrimônio narrativo em História Oral -Paulo Henrique Apipe Avelar de Paiva

Sessão 2) 15/10 (quinta-feira) - 14h às 17h

 

  1. “Se não tem referência, eu vou ser”: memória, transgeneridade e resistência -Ingryd Damásio Ribeiro Tófani

  2. A Geografia, seus públicos e a história oral: experiências sul-mineiras desde uma perspectiva queer- José Luiz Alves Neto, Marta Gouveia de Oliveira Rovai

  3. História Oral para uma História Pública da Ciência -Larissa Campos de Medeiros

  4. História oral, redes sociais e circulação pública de memórias da ditadura militar em Minas Gerais -Larissa Virgínia Veiga

  5. Deixar Viver ou Deixar Morrer: memórias e resistências das Mães da Chacina de Osasco e Barueri -Lucia Soares da Silva

  6. O centro de memória e perspectivas de memórias e histórias regionais -Maria do Carmo Gregório

  7. AS ENTREVISTAS PÚBLICAS COMO CONSTRUÇÃO DA MEMÓRIA DO FEMINISMO LATINO-AMERICANO - Mariana Gabriela Villaverde

Sessão 3) 16/10 (sexta-feira) - 14h às 17h

 

  1. Escuta ativa e espaço intersubjetivo: história oral participativa na experiência do podcast Vozes da Unb- Mariléa de Almeida

  2. A felicidade como resistência: narrativas orais de jovens mineiros/as LGBTQIA+ que praticam o cuidado de si -Marta Gouveia de Oliveira Rovai

  3. Sob as pedras da cidade: memórias, comemorações e silenciamentos no espaço urbano de Camocim, Ceará -Pedro Vagner Silva Oliveira

  4. Museu Escuta: história oral pública, escuta e comunidade no museu universitário -Robson Laverdi

  5. MEMÓRIA, HISTÓRIA ORAL E HISTÓRIA PÚBLICA: OS CONTADORES DE HISTÓRIA DA ILHA DO MEL -Roseli Boschilia, Cassiana Sare Maciel

  6. Traduzir oralidade na legendagem: o exemplo das entrevistas com o historiador Hans Coppi Júnior -Yasmin Cobaiachi Utida

 

ST 26

Mulheres nas margens da história oral: um "dedo de prosa" como metodologia crítica

Ana Maria Veiga (UFPB) e Rose Elke Debiasi (UFS)

Sala 1 PPGHIS (ICC Norte - Subsolo)

Monitor(a): Felipe Franco Cavalcanti Dantas

 

Sessão 1) 14/10 (quarta-feira) - 14h às 17h

 

  1. Samba de Roda Rural: Oralidade intergeracional e tecnologias de cuidado na construção da justiça climática-Camila Ferreira Araújo/Ndembúlo

  2. Desapocadas: categoria nativa, estética e ação política entre mulheres quilombolas do Puris, Minas Gerais-Sirlene Barbosa Corrêa Passold, Cristiane de Assis Portela

  3. História Oral e Oralidades Tradicionais: O MESPT como terceira margem ch’ixi-Cristiane de Assis Portela

  4. Crochetando Memórias: Vivências e Trajetórias das Professoras Aposentadas e Sindicalizadas de Campo Grande - MS-Maria Clara de Albuquerque Lima, Fernando Perli

  5. Trajetórias de mulheres migrantes venezuelanas na educação de EJA no Brasil: um recorte de pesquisa a partir de uma história oral- Brandoon Gabriel Gomes da Silva, Mariana Cunha Pereira

Sessão 2) 15/10 (quinta-feira) - 14h às 17h

 

  1. Video-historiografar a partir de epistemologias sertanejas- Ana Maria Veiga

  2. Histórias de Francisca: Criação de desenhos a partir da oralidade e do arquivo- Marla Fernanda dos Santos Rodrigues

  3. Da convivência à entrevista: construindo escutas com Márcia Guajajara no território do Santuário Sagrado dos Pajés- José Alves da Silva Filho

  4. Dona Nega e os saberes ancestrais de cura: resistência feminina, plantas medicinais e epistemologias afro-indígenas- Rose Elke Debiasi

  5. "Dedo de prosa" com mulheres musicistas: narrativas de silêncio e resistência em Florianópolis (2000-2025)- Virginia Calazans Ribeiro Acosta

ST 27

“Nós primeiro falamos para depois escrever”: Oralidades Afrodiaspóricas em Contextos Tradicionais de Matriz Africana

Daniela Barros Pontes e Silva (UniCEUB)

Sala de Reuniões dos Colegiados, Faculdade de Educação

Monitor(a): Andrielly Viana Ferreira de Souza

Sessão 1) 14/10 (quarta-feira) - 14h às 17h

 

  1. Notas de campo: retorno à Santa Luzia do Maruanum e a memória em território afro-amazônico -Igor Pirola

  2. MEMÓRIAS QUE ALIMENTAM O AXÉ: ORALIDADE, PARTILHA E CONSTRUÇÃO COLETIVA DA MEMÓRIA EM UM TERREIRO DE CANDOMBLÉ -Janaina Josias de Castro

  3. Oralidades e contra-colonização: narrativas de Nêgo Bispo na construção e circulação de saberes quilombolas -Marcella Gabrielly Duarte de Almeida

  4. ORALIDADES E PROCESSOS EDUCATIVOS NO TERRITÓRIO QUILOMBOLA JUÁ-BANDEIRA -VELHO CHICO-(BA) -Maria Aparecida Silva Costa, Nivaldo Osvaldo Dutra

  5. Heroínas Negras: oralitura, fabulação crítica e metodologias afropindorâmicas de produção da memória -Mirella Rocha

Sessão 2) 15/10 (quinta-feira) - 14h às 17h

 

  1. UBUNTU, ORALIDADE E INFÂNCIA: NARRATIVAS ANCESTRAIS AFRICANAS NA CONSTRUÇÃO DE FUTUROS DE JUSTIÇA CLIMÁTICA -Ana Paula Cordèiro Gomes da Silva

  2. Oralidades sobre o Terreiro do Egito: As transformações conceituais dentro dos atuais órgãos patrimoniais nacionais -Gleyce Rafaely de Araujo Reis

  3. Oralidade, a Ata e as Andanças no Reinado de Pirenópolis -Saulo Pequeno Nogueira Florencio

  4. OJI – A ARQUEÓLOGA DO FUTURO: o encantamento na arte de contar histórias ancestrais para crianças - Karla Calasans de Mello

  5. O corpo em transe e as fronteiras de gênero e sexualidade: experiências em terreiros amazônicos- Carla Renata Milhomem de Oliveira, Amarildo Ferreira Júnior

ST 28

Oralidade e lutas sociais: territorialidade e ambiente, sujeitos de direitos e corpos

Regina Beatriz Guimarães Neto (UFPE), Marcia Milena Galdez Ferreira (UEMA) e Eurípedes A. Funes (UFC)

Auditório do IG Geociências (ICC Norte)

Monitor(a): Maria Eduarda Oliveira Valentim

Sessão 1) 14/10 (quarta-feira) - 14h às 17h

 

  1. “Memória, resistência e reparação histórica: história oral dos que ficaram e dos que não ficaram no Parque Nacional do Jaú, em Novo Airão/AM” -Andrea de Souza Nascimento

  2. Comunidades Quilombolas no Oeste Paraense – momentos de reencontro, memórias e desafios- Eurípedes Funes

  3. MULHER, MÃE E VIÚVA DA TERRA: Maria Joel e os desafios da luta social na Amazônia -Mariana dos Santos Ferreira

  4. Cartografias da Memória e Protagonismo Subalterno: outras histórias e identidades locais na formação dos territórios -Mairton Celestino da Silva

Sessão 2) 15/10 (quinta-feira) - 14h às 17h

 

  1. A Serra do Botafogo tem dono – luta e resistência na região de Ouro Preto -Mauro Passos UFMG

  2. A concepção do Parque Estadual Sítio Fundão integrado à Paisagem Cultural da Chapada do Araripe -Naudiney de Castro Gonçalves

  3. As cercas, os gemidos da palmeira e as vozes de resistência das quebradeiras de coco babaçu -Rafael Furtado da Silva, Rejane Cleide Medeiros de Almeida

  4. MEMÓRIA E HISTÓRIA AMBIENTAL: NARRATIVAS ORAIS PELOS MORADORES DO TEJUCO -Vera Maria de Souza, Maiza Lopes Brandão Santos

 

Sessão 3) 16/10 (sexta-feira) - 14h às 17h

 

  1. Preservação da Floresta e Gestão da Terra Indígena Caru Através da Oralidade - Francisca Paula Moreira Guajajara, Maisa Caragiu Viana Guajajara, Maria Irã Fonseca Guajajara

  2. Trabalho e uso de pesticidas nos algodoais dos sertões nordestinos: uma abordagem a partir da oralidade -Gabriel da Silva Freire

  3. Entre o DOPSE-AL e os testemunhos de presos políticos alagoanos nos tempos de Ditadura (1964-1985)-Maria Eduarda Ferreira Silva, Marcelo Góes Tavares

  4. Com toques de gênero: operárias têxteis na Fábrica Carmen entre urdiduras e tramas do trabalho (1950/60)-Marcelo Goes Tavares

ST 29

Oralidades em Movimento: Migrações, Fronteiras e Pioneirismos na Construção de Narrativas Históricas

Jiani Fernando Langaro (UFG), Eduardo José Silva Lima (UNITINS) e Flávio Dantas Martins (UFOB)

Sala 03 Térreo, Faculdade de Arquitetura (ICC Norte)

Monitor(a): Helena Barreto Daldegan

Sessão 1) 14/10 (quarta-feira) - 14h às 17h

  1. Narrativas Históricas: o caso do acidente com o Césio 137 em Goiânia- Cristina Helou Gomide

  2. O Rio Tocantins como fronteira histórica na constituição da cidade de Palmas-TO- Eduardo José Silva Lima

  3. Indígenas, paraguaios(as) ou pioneiros(as)? história oral e trabalho na fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina no século XX- Jiani Fernando Langaro

  4. "Olha eu aqui!": mulheres migrantes, oralidade e audiovisual- Katani Maria Monteiro Ruffato

  5. Passados em Disputa: Silenciamentos, Memória e a Desconstrução do Mito do Pioneirismo em Blumenau (2024-2026)- Roberto Wiggers

 

Sessão 2) 15/10 (quinta-feira) - 14h às 17h

 

  1. História oral e diáspora congolesa: experiências migratórias e construção de pertencimentos em São Paulo- Bruno Garcia dos Santos

  2. Entre fronteiras, memórias e permanências da crise: migrantes venezuelanos em Florianópolis (2015–2021)- Carolina do Amarante

  3. Identidades narradas; ilusões e fronteiras em trajetórias migrantes- Celia Regina Pereira de Toledo Lucena

  4. Narrativas do deslocamento: práticas migratórias e espaços escolares em Caxias do Sul- Cristine Fortes Lia

  5. Vozes e Caminhos da Diáspora Nordestina: A Trajetória Migrante de Sra. Jussara Cunha- Eliene Dias de Oliveira

  6. ORALIDADES E MIGRAÇÕES: CAMINHOS DA DIÁSPORA HAITIANA NO SUL DO BRASIL- Fátima e Silva de Freitas

  7. A história da migração de crianças e jovens venezuelanos para Manaus a partir de suas narrativas- Hederjane de Assis dos Santos

  8. Migração e memórias de moradores da localidade do Morro do Meio (Joinville/SC)- Gabriel Henrique de Oliveira Furlanetto

  9. Migrantes e a Formação da Periferia da Zona Norte de São Paulo: Agências, Vivências e Ocupação do Território entre as décadas de 1950-1980- Giulia Neres Ribeiro Santos

ST 30

Patrimônios Culturais, cidades e memória: miradas a partir da História Oral

Vivian Luiz Fonseca (FGV CPDOC/UERJ) e Mário Brum (UERJ)

Sala 04 Térreo, Faculdade de Arquitetura (ICC Norte)

Monitor(a): Helena Barreto Daldegan

Sessão 1) 14/10 (quarta-feira) - 14h às 17h

 

  1. O projeto Memória das Ciências Sociais no Brasil: um balanço parcial-Celso Castro

  2. Quando novos sujeitos contam a história- Mario Brum

  3. Memórias de Lisboa: paisagens urbanas desaparecidas e futuros sustentáveis nas narrativas das Avenidas Novas- Maria Fernanda Rollo, Joana Ralão

  4. Livrarias independentes cariocas como patrimônio e lugar de memória urbana: uma escuta pela História Oral- Paulo Roberto Gentil Leal

  5. História Oral e preservação da memória ferroviária sergipana: a experiência do Instituto Estação Maruim- Ermerson Porto Santos

  6. TREM BANDEIRANTE: experiências sobre os trilhos da (nova) capital federal- Guilhermo Silveira Braga Vilas Boas

Sessão 2) 15/10 (quinta-feira) - 14h às 17h

 

  1. Memória das Políticas culturais brasileiras a partir de entrevistas de história oral- Vivian Fonseca

  2. Preservação do patrimônio imaterial como instrumento de valorização das mulheres, das ervas e da ancestralidade- Eloisa Helena de Carvalho Bidel

  3. A cidade em disputa: História oral, memória e a luta pela cidadania em Salvador (1975-1985)- Vitor Rangel Souza dos Santos

  4. Memórias da Ditadura e Patrimônio Urbano: História Oral e o Trajeto Mediado em Curitiba- Stella Titotto Castanharo

  5. Políticas da Memória e Narrativas do Trauma na Tragédia da Boate Kiss- Shirley Nara Moreira de Souza

 

 

RESUMOS DOS STs

ST 01. A cidade e suas memórias: a fonte oral e a (re)escrita da História | Proponentes: Claudia Cristina da Silva Fontineles (UFPI) e Marcelo de Sousa Neto (UESPI) / Contatos: claudiafontineles@ufpi.edu.br ; marcelo@ccm.uespi.br

Este ST reúne trabalhos que, a partir da História Oral, reflitam sobre a história, a memória e as manifestações culturais como categorias em permanente (re)escrita, produzida e disputada pelos sujeitos que habitam e narram o espaço urbano. As cidades se transformam ao longo do tempo em suas funções, configurações e sentidos, e é nessa transformação que a fonte oral revela seu potencial. Ao capturar vozes e experiências que os registros oficiais tendem a silenciar, ela participa ativamente da (re)escrita da cidade, tomada aqui como ato narrativo que confere inteligibilidade ao espaço vivido. No campo dos patrimônios culturais, as percepções sobre o que é considerado e reivindicado como valor patrimonial são históricas e mutáveis. A inserção das culturas populares nesse debate trouxe novos desafios e novas vozes. Patrimônios materiais e imateriais tornaram-se arenas de disputa sobre direitos, pertencimento e acesso ao espaço urbano. Em contextos de gentrificação, intolerância religiosa, megaeventos e retração do poder público, o patrimônio converteu-se em ferramenta de reivindicação do direito à cidade. É nesse cruzamento entre memória, patrimônio e urbanidade que diferentes temporalidades coexistem. Monumentos, ruas e bairros são construídos, destruídos, preservados ou apagados conforme as relações de força que organizam o presente. As entrevistas produzidas no âmbito da História Oral permitem acessar essas temporalidades em camadas, revelando identidades e estigmas que marcam a sociabilidade urbana e os sentidos que os citadinos atribuem aos lugares e práticas que reconhecem como seus. Ao propor a fonte oral como instrumento de (re)escrita do espaço urbano, este ST convida pesquisadores a pensar não apenas o que as memórias dizem sobre a cidade, mas o que a cidade diz sobre as memórias. São bem-vindos trabalhos que articulem memórias e discursos sobre lugares, moradores, manifestações culturais e episódios urbanos cuja relevância emerge das relações que os próprios sujeitos estabelecem com eles.

 

ST 02. Aproximações entre História Oral e Psicanálise |Proponente: Yussef Campos (UFG) / Contato: yussefcampos@ufg.br

Esse Simpósio Temático propõe a aproximação metodológica entre História e Psicanálise para receber pesquisas que investigam temas caros à Psicanálise através dos recursos oferecidos pela História Oral, e vice-versa. Ensina Alessandro Portelli que “a narração oral só toma forma em um encontro pessoal causado pela pesquisa de campo” (Portelli, 2010, p.19). A história oral, que dá atenção à história do cotidiano, local e enraizada, “vista de baixo”, é fecunda (François, 2006). Ao lado da história oral – arte multivocal e “dialógica” (Portelli, 2016) -, caminha a Psicanálise – “experiência dialética” (Lacan, 1998, p.215), que, além de método de tratamento clínico, é uma teoria e um método de pesquisa (Dunker; Iannini, 2023, p.80).A história oral e Psicanálise estão conectadas, pois buscam perceber como o passado exprime-se no presente através da narração do interlocutor. Memória e inconsciente, histórias sensíveis e trauma (exemplo de como o real para Lacan pode incidir no sujeito), a escuta atenta e acolhedora, a forma de como o sujeito se coloca na história, são importantes chaves de interpretação tanto para uma quanto para outra. “A verdade histórica”, enuncia Dunker, “tem um pé na sua estrutura de ficção e o outro no Real suprimido da simbolização e repetido no imaginário da alienação” (2024, p.XVIII). “A história oral, então, é primordialmente uma arte da escuta” (Portelli, 2016, p.10), como o é a Psicanálise. “Ouvir é um fenômeno fisiológico; escutar é um acto psicológico” (BARTHES, 1976, p.137). Nesse sentido, Voldman considera que “quando realiza entrevistas, certamente o historiador deve trabalhar segundo suas técnicas próprias, mas também deve ter em mente dois outros procedimentos, tomados de empréstimo a disciplinas vizinhas: por um lado, servir-se das contribuições da sociologia na condução e na formulação das pesquisas; por outro, não negligenciar elementos de psicologia, psicossociologia e psicanálise. Para ele, não se trata de propor interpretações da mensagem que lhe é comunicada, mas de saber que o não-dito, a hesitação, o silêncio, a repetição desnecessária, o lapso, a divagação e a associação são elementos integrantes e até estruturantes do discurso e do relato” (Voldman, 2006, p.38). Ainda que seja apenas um vagido (um lamento, um gemido), conforme ensina Lacan (1998, p.239), e a experiência subjetiva do tempo.Portelli afirmou, ao descrever o depoimento de um entrevistado, que “a história [oral] faz um uso muito intenso e eloquente da repetição” (2010, p.234). Isso nos remonta a Freud, em seu clássico texto, no qual afirma que “enquanto ele [o paciente] permanecer em tratamento, não se livrará desta compulsão de repetição; por fim compreendemos que este é seu modo de recordar” (2010, p.197). Para Rousso, “(...) os historiadores em geral admitem, de maneira mais ou menos declarada, que as representações do passado observadas em determinada época e em determinado lugar - contanto que apresentem um caráter recorrente repetitivo, que digam respeito a um grupo significativo e que tenham aceitação nesse grupo ou fora dele – constituem a manifestação mais clara de uma ‘memória coletiva’” (2006, p.95).

 

ST 03. História Oral, memória, fronteiras agrícolas, conflitos no campo e transformações socioambientais | Coordenação: Airton dos Reis Pereira (UEPA), Geovanni Gomes Cabral (UNIFESSPA) e Edmilton da Silva (UFES)

Contatos: edms.514@outlook.com; airton@uepa.br; geocabral@unifesspa.edu.br

O avanço de fronteiras agrícolas no Brasil tem a exploração de madeira nativa como uma de suas características principais. Trata-se, com efeito, de uma atividade econômica desempenhada, sobretudo, por empresas madeireiras, muitas das quais eram concessionárias do Estado, atuando como “agentes” da colonização em áreas específicas. Há casos, porém, em que o próprio Estado também agia em tais fronteiras como empresário produtor de mercadorias. Desse modo, a expansão de fronteiras agrícolas no país provocou um acentuado processo de desmatamento com múltiplas consequências socioeconômicas e ambientais.Nesse contexto, verifica-se o alijamento de comunidades originárias e tradicionais, a luta pela propriedade, posse e uso da terra com envolvimento, em muitos casos, de agentes públicos, favorecendo fazendeiros e grileiros. Mas igualmente se destacam questões relativas aos movimentos migratórios, à mobilidade do trabalho, às relações trabalhistas nas empresas do setor madeireiro e de móveis e à história dessas empresas. Verifica-se, além disso, que a derrubada, a extração e a comercialização de madeira nativa, em várias situações, adquiriram relevância estratégica política e econômica (fornecimento de lenha e carvão e formação de áreas de reflorestamento, por exemplo) para o Poder Público nos âmbitos dos municípios, dos estados e do próprio país. Trata-se, em última instância, de cenários marcados pela territorialização do capital, bem como pelo processo de modernização, transformando, sobretudo, o ambiente, a economia e a sociedade. Nessa perspectiva, o uso da metodologia da história oral torna-se essencial enquanto mecanismo de produção documental e de análise de variados fenômenos, mas ainda no sentido de que ela carrega consigo uma infinidade de relatos que dizem algo sobre o que outros também vivenciaram ou estão vivenciando. Assim, este Simpósio Temático tem por objetivo reunir pesquisas concretizadas ou em andamento que adotem essa metodologia para discutir tais questões, particularmente no domínio dos diferentes biomas brasileiros, especialmente nos séculos XX e XXI.

 

ST 04. Geopoesia e História Oral: Vidas Conversáveis em Crítica Polifônica | Proponentes: Augusto Rodrigues da Silva Junior (UnB), Elizeth da Costa Alves (IFTO) e Larissa Cardoso Beltrão (SEDUC-GO)

Contatos: augustorodriguesdr@gmail.com; elizethcosta314@gmail.com; larissabeltrao87@gmail.com

Um sentimento íntimo da voz, articulando o direito ao literário à História Oral, convoca um pensamento engajado neste início de milênio. A partir de contadores de histórias, narradoras e narradores da geopoesia, investigamos modos de inscrição da experiência em ecossistemas dialógicos. Geopoetas (Der Erzähler; Walter Benjamin, 1936) que partilham saberes e dizeres aos ancestrais e no cotidiano, aos ouvintes e “anotadores” (escritor, pesquisador) convertem suas experiências em escritas, vídeos, digigrafias. O registro, em cadernos de campo, em câmeras (e smarts) preservam formas sensíveis de enunciação, convertendo a escuta geopoética em mediações e impressões. Em diálogo com Olga Cabrera (2000) e Luisa Passerini (1984), buscamos o “verdadeiro estatuto historial”, territorializando a vivência no passado e ativando mediações simbólicas de raizamas, escavamos raízes e rizomas de brasis liminares. Propomos tensionar visões ancestrais cerradeiras e amazoniais e tencionar forças analíticas africanas e originárias para enformar uma colcha de retalhos hermenêutica. Nesse horizonte de observação, cosmologias e recordações emergem como campos atravessados por conflitos e silêncios em arenas, convocando etnocartografias tecidas no tempo e constelações apreendidas no espaço. A Proposta desse Simpósio é reunir vozes e imagens que “de tão longe vêm vindo” (Brandão, 2004). Na convergência da educação do campo com a literatura de campo, convocamos a partilha de processos criadores quilombolas, com ênfase na Comunidade Kalunga (GO-TO) e Mesquita (DF); produções do “corredor da geopoesia”; obras e reverberações do “Entorno” – termo pejorativo para designar trânsitos de Goiás pelo Distrito Federal; também são bem-vindas manifestações amazoniais, nordestinas e geralzeiras; saberes de mestras e mestres afro-indígenas, ribeirinhos, moradores de vãos e de orlas; benzedeiras, raizeiras, benzedores e raizeiros. Também pretendemos discutir a estilização das vocalidades em obras literárias (que remontam a Hugo de Carvalho Ramos e Rosa, bem como Cora Coralina, Godoy Garcia e tantos outros). Convocamos o diálogo entre História Oral e geopoesia com a Oralitura, Etnografia, Educomunicação, Geocrítica, Ecocrítica e outras ciências (de) humanas. Tendo a Capital Federal (e a Unb) como zona(s) de influência e ponto de encontro, desejamos a emergência de lideranças, foliões e pesquisadores para lançarem palavralmente seus testemunhos – reinscritos no espaço pedagógico. Nos cantos, nas conversas cotidianas e nas manifestações festivas, dramas e campos, metáforas e metonímias se articulam em trocas que passam pelo corpo, pelo som e pela escrita – “pra quem é de escrita”. Como campo metodológico, a História Oral aproxima-se do geopoético no reconhecimento da voz e da performance como documentos (Thompson; Zumthor; Portelli; Bakhtin). Ao articular subjetividade e desierarquização epistemológica, constituintes de cosmologias contadas, a escuta geopoética e a escrita tradutiva firmam-se como gesto ético-político. Enquanto o caderno (de campo ou de artista) opera como dispositivo de mediação, experiência e transmissão engendra-se uma criação produtiva que amplia a condição interpretativa, deslocando leituras cristalizadas e reinscrevendo o testemunho como palavra responsiva. Entre Benjamin e Willi Bolle, Leda Maria Martins e Agostinho da Silva, buscamos “vidas conversáveis” e trabalhos que se constituam como arquivos vivos, capazes de ensinar que lutar com palavras é ouvir, criar, rexistir e narrar: no tempo, no espaço, na ancestralidade.

 

ST 05. História do Esporte e das Práticas Corporais: memória e narrativas orais | Proponente: Marina de Mattos Dantas (UEMG)

Contato: marinamattos@gmail.com

Este Simpósio Temático tem como objetivo reunir e promover o diálogo entre pesquisas que investigam a História dos Esportes e das Práticas Corporais por meio de fontes e narrativas orais. Com base na metodologia da História Oral, busca-se refletir sobre as múltiplas experiências de sujeitos e grupos sociais em torno do corpo e da memória. A escuta das trajetórias de vida, sejam elas individuais ou coletivas, permite uma compreensão do tema a partir das lembranças de pessoas que vivenciaram os contextos e acontecimentos investigados. Nesse sentido, o simpósio propõe agregar trabalhos em diferentes estágios de desenvolvimento, articulando a História Oral, os esportes e as práticas corporais a temas amplos como política, economia, gênero e raça, por exemplo. Mantendo o intuito de edições passadas, a proposta é, ainda, ampliar o escopo analítico tradicional, ao incorporar não apenas as modalidades esportivas de alto rendimento, mas também expressões culturais e práticas corporais diversas, como a capoeira, a dança, o ioga, entre outras formas de uso do corpo. Ao reunir investigações que exploram a complexidade e a diversidade dessas práticas, este Simpósio Temático pretende fomentar, ainda, debates interdisciplinares e transdisciplinares, visibilizando pesquisas concluídas ou em andamento que contribuam para a consolidação de um campo de estudos atento à articulação entre essas práticas, narrativas orais e memória. Ao acolher diferentes recortes e abordagens, o simpósio reforça a relevância da História Oral como ferramenta metodológica fundamental para a produção e compreensão do campo de estudos.

 

ST 06. História oral e educação: usos pedagógicos e possibilidades de investigação | Proponentes: Carolina Dellamore (Centro de Memória da Educação – SME Contagem/MG) e Gabriel Amato (Centro Pedagógico – UFMG)

Contatos: carolinadellamore@gmail.com; amatolgabriel@gmail.com

A proposta deste simpósio temático é promover debates em torno das relações entre história oral e educação, explorando três eixos principais que articulam práticas pedagógicas, investigações acadêmicas e processos formativos. O primeiro eixo aborda a história oral como prática pedagógica em diferentes níveis de ensino (fundamental, médio e superior), considerando sua inserção tanto em atividades disciplinares (como História, Sociologia, Geografia, Língua Portuguesa, entre outras) quanto em projetos interdisciplinares. Interessa-nos, nesse sentido, a apresentação de relatos de experiência nos quais o/a pesquisador/a atua também como docente, bem como pesquisas de campo que analisem criticamente os usos da história oral em espaços de educação formal (escolas e universidades) e não formal (museus, centros culturais, bibliotecas e movimentos sociais). Busca-se, ainda, contemplar a produção de instrumentos didáticos fundamentados na história oral, assim como investigações sobre a presença (ou ausência) dessa metodologia em materiais didáticos considerados tradicionais. O segundo eixo propõe discutir a história oral como metodologia de pesquisa sobre a educação, a partir de diferentes perspectivas disciplinares, como a História, a Sociologia e a Antropologia. Pretende-se abrir espaço para reflexões acerca das potencialidades e dos limites da história oral, bem como de seu arcabouço teórico-metodológico, na análise de fenômenos e políticas educacionais em contextos diversos. Incluem-se aqui estudos sobre a constituição de sistemas educacionais hegemônicos, aspectos da cultura escolar, fundamentos epistemológicos de currículos e políticas pedagógicas, além de experiências de educação popular e suas formas de organização. Por fim, o terceiro eixo dedica-se à discussão sobre a constituição, organização e preservação de acervos voltados à História da Educação, em diferentes contextos institucionais e sociais, bem como os usos da história oral como ferramenta na formação de professores de distintas áreas do conhecimento. Interessa-nos, particularmente, debater experiências formativas que mobilizem a história oral como recurso para que futuros/as docentes (e também professores em exercício) elaborem narrativas sobre si e reflitam criticamente sobre suas memórias, trajetórias e identidades profissionais.

 

ST 07. História oral, formação docente e ensino de História | Proponentes: Erinaldo Vicente Cavalcanti (UFPA) e Cristiano Nicolini (UFG)

Contatos: ericontadordehistorias@gmail.com; cristianonicolini@ufg.br

A História oral se consolidou como metodologia de trabalho que permite acessar um universo de questões/problemas ampliando a compreensão das ciências acerca de uma variedade de temáticas e perspectivas epistemológicas. O presente Simpósio Temático se propõe a receber comunicações que focalizam a memória e utilizam a metodologia da história oral nas pesquisas desenvolvidas acerca das temáticas que envolvem a História do ensino de história, a formação docente do professor, a trajetória – ou história de vida – dos sujeitos escolares, sejam estudantes ou professores, as representações do espaço escolar e das experiências de ensino e aprendizagem que mobilizam a História oral como ferramenta de trabalho.

 

ST 08. História oral, gênero e sexualidade: memórias, resistências e insurgências | Proponente: Amanda Calabria (USP; LABHOI-UFF) e Maria Ferraz (LABHOI/UFF)

Contato: melcalabriaa@gmail.com

A onda anti gênero vem se afirmando como parte de um projeto político da extrema direita global, atravessando o cotidiano e se infiltrando nas diferentes dimensões da vida social, como alertado por Sonia Corrêa (2018). Vivemos um tempo de intensificação de violências e da circulação reiterada de ofensas e ameaças a mulheres e pessoas LGBTQIAPN+, a suas existências e direitos. Por outro lado, não são poucas as existências plurais e as vocalidades de insubmissão. Fazer ecoar palavras de afirmação e resistência também se coloca como um gesto historiador. A história oral se tece no encontro entre presença, escuta, compromisso, escolhas e negociações. Ela nos convoca a uma atenção radical ao tempo presente, às vidas, debates e acontecimentos. Implicadas/es com a história de nosso tempo, apostamos na história oral como um campo e metodologia possível para sustentar escutas, reconhecer existências e ampliar memórias e narrativas que, muitas vezes, escapam ou são silenciadas. Visibilizar sujeitas, palavras, insurgências e modos de vida plurais é também caminho para tensionar regimes de silenciamento, recompor memórias e afirmar nossa recusa a um “nós” único, estável e homogêneo. Este simpósio convida pesquisas que abordem experiências e trajetórias de sujeitos, grupos, comunidades e movimentos sociais, considerando gênero, raça, sexualidade e território, dimensões fundamentais na constituição de modos de viver, sentir, narrar e imaginar o mundo. São bem-vindos trabalhos de história oral, memória e biografia que caminhem com mulheres, mulheridades, lesbianidades, transgeneridades, existências cuir e LGBTQIAPN+, movimentos sociais e comunidades diversas. Também valorizamos reflexões que apostam em insurgências epistêmicas, giros decoloniais, processos criativos e relacionais na construção de conhecimento e práticas colaborativas nos processos de produção, compartilhamento e difusão de trabalhos em história oral. Gênero, aqui, não se apresenta como uma categoria fixa e redutora de papéis. Compreendemos gênero como operador de diferença e posicionalidade, de afirmação e relacionalidade, sempre articulados a raça, etnia, sexualidade, território e geração. Nos ancoramos nas literaturas feminista autônoma, comunitária, cuir, queer, negra e decolonial, que posicionam gênero desde a vivência, o relacional e a práxis. Acreditamos que essa trama abre caminho para reposicionar escritas, trabalhar memórias e fazer insurgir debates de modo responsável frente às questões do presente.

 

ST 09. História Oral e História da Educação: Sujeitos, Instituições e Patrimônios | Proponentes: Jose Edimar de Souza (UCS) e Betânia de Oliveira Laterza Ribeiro (UFU)

Contatos: profedimar@gmail.com; betania.laterza@gmail.com

A História da Educação tem se consolidado como um campo privilegiado do debate acadêmico e científico ao problematizar os aspectos da cultura escolar e das práticas educativas não-escolarizadas que, de diferentes modos, incidem na formação dos sujeitos, no modo como se relacionam com as diferentes instituições e contribuem para a preservação do patrimônio histórico educativo. Além disso, pretende-se discutir os usos de fontes orais em estudos de processos de escolarização, seus aspectos históricos, políticos e sociais em distintas dimensões com especial enfoque à cultura escolar produzida em determinados espaços e tempos. Nesse sentido, a história oral confere status a uma nova forma de abordagem histórica, bem como constitui um campo teórico distinto cujo rigor se evidencia na prática e no desenvolvimento. Essa abordagem possibilita adensar a compreensão sobre aspectos, especialmente os culturais e estruturais, do contexto em que se desenvolve a pesquisa. Entende-se que a memória é uma construção social, coletiva e que depende do relacionamento, da posição e dos papéis sociais dos sujeitos com o mundo da vida. A memória é coletiva, e, nessa memória, o indivíduo tem uma posição individual acerca dos fatos vividos, mas ela se dá pela interação entre os membros da comunidade e as experiências vivenciadas entre eles. A memória torna-se, portanto, o caminho pelo qual a existência retorna esculpindo a história. Como argumenta Jacques Le Goff, é nas novas leituras do passado, de reinterpretação constante no eterno presente, que se situam as marcas do vivenciado e as evidências de cada época. As memórias reunidas, organizadas e analisadas, possibilitam reconstruir um tempo escolar que expressa a utilização histórica associada a uma dinâmica prática, que evidencia elementos da cultura escolar, do ritual escolar, de objetos que povoaram o cotidiano, as práticas educativas e até mesmo uma arquitetura escolar. Desse modo, nosso simpósio propõe-se a dialogar com pesquisas que apresentem distintas abordagens teórico-metodológicas, voltadas a objetos delimitados em variados contextos espaciais e temporais, de modo a ampliar e qualificar o debate sobre as dimensões pedagógicas, históricas, sociais e culturais do campo da História Oral e da História da Educação.

 

ST 10. História oral, justiça climática e cosmopolítica |Proponentes: Idelma Santiago da Silva (UNIFESSPA) e Dernival Venâncio Ramos Júnior (UFNT)

Contatos: idelma@unifesspa.edu.br , dernivaljunior@gmail.com

O Simpósio Temático pretende reunir pesquisadores/as com trabalhos baseados na História Oral ou na articulação entre história oral e etnografia, que dialoguem com as múltiplas vozes e práticas envolvidas no debate e na luta por justiça climática, especialmente estudos produzidos a partir de relações entre universidades, povos e comunidades tradicionais e movimentos sociais. No ST espera-se realizar o debate que associe justiça climática e epistêmica, seja na abordagem crítica dos conflitos e das interseccionalidades relacionadas às emergências climáticas que aprofundam desigualdades, seja na visualização das presenças e existências antecipatórias de alternativas. Ademais, pretende-se que o ST seja um espaço para pensar as potencialidades teóricas e práticas da história oral nos estudos de cosmopolítica.

 

ST 11. História oral e memória das artes, da cultura e da criatividade | Proponentes: Ricardo Santhiago (UNIFESP) e Miriam Hermeto Sá Motta (UFMG)

Contatos: rsanthiagoc@gmail.com ; miriamhermeto@gmail.com

Relatos orais têm sido amplamente utilizados na confecção de trabalhos sobre arte, cultura e criatividade e no estudo de gestos de criação artística e intelectual. Da mesma forma, diversos autores já discutiram o potencial artístico intrínseco à narração oral e às etapas de trabalho com esse material.O simpósio temático “História oral e memória das artes, da cultura e da criatividade” coloca-se como um espaço aberto para a apresentação de projetos em andamento e concluídos, bem como o debate de ideias a partir de perspectivas que combinem a temática das artes ao instrumental metodológico, teórico e conceitual dos estudos de história oral e memória. Em sua 14ª edição, o ST visa reunir pesquisadores em dois fluxos: a) Trabalhos de registro de história oral e memória de artistas, movimentos culturais e intelectuais e práticas criativas. Enquadram-se propostas resultantes de pesquisa, bem como projetos em andamento, abordando: 1. Artistas e conjuntos de artistas, grupos, coletivos, movimentos, em diferentes linguagens e campos de atuação: música, literatura, artes plásticas, dança, circo, performance, fotografia, arte digital, cinema, slam, teatro etc.; 2. Momentos, movimentos e correntes artísticas; 3. História e cultura intelectual, intelectuais, obras do pensamento, campos do saber; 4. Manifestações culturais, independentemente de seu âmbito analítico (cultura popular, cultura erudita, cultura de massa etc.); 5. Experiências de utilização de relatos orais em estudos sobre o processo criativo, em articulação com outras ferramentas, como a crítica genética.b) Discussões sobre o caráter artístico e criativo agregado a trabalhos com narrativas pessoais. Enquadram-se propostas que discutam a possibilidade de a história oral ter, em si, um componente artístico, ou de se comunicar com práticas artísticas. Entre outras possibilidades, contempla-se: 1. Aproximação da história oral a outras artes, como fotografia, desenho, vídeo, artes plásticas, arte digital, etc.; 2. Interpretações de obras literárias baseadas na oralidade; 3. Discussões metodológicas sobre o emprego de técnicas advindas de campos como a literatura e a linguística tanto para a constituição quanto para a análise de fontes orais; 4. A inter-relação entre história oral e história pública, discutindo a viabilidade e os procedimentos da difusão de trabalhos de história oral para públicos não especializados, por meio de diversos suportes, como o rádio, o cinema e o livro.

 

ST 12. História oral e patrimônio cultural no Brasil: narrativas, disputas, construções | Proponentes: Juliana Rampim Florêncio (IDP - Brasília) e Edson Dias (PPGD/UnB)

Contato: ju.r.florencio@gmail.com

Este Simpósio Temático (ST) propõe uma investigação crítica das relações entre história oral e patrimônio, visto que ambos os campos compartilham preocupações fundamentais com a memória, com a identidade e com a construção ou reconstrução de narrativas e representações sobre o passado. A história oral, ao privilegiar testemunhos, experiências vividas e narrativas individuais e coletivas, amplia as possibilidades de compreensão histórica ao incorporar vozes e arquivos frequentemente marginalizadas nos registros oficiais e institucionais. Já o patrimônio, em suas múltiplas dimensões – material, imaterial, cultural, simbólica etc. –, constitui-se como um campo de disputas e seleções, inclusive jurídicas, sobre o que deve ser preservado e transmitido às gerações futuras.Nesse sentido, o ST busca explorar como a história oral pode contribuir para a problematização dos processos de patrimonialização, evidenciando os critérios, os silêncios e as hierarquias que permeiam, sobretudo no Brasil, a construção do patrimônio. Ao registrar memórias de grupos sociais diversos, a história oral evidentemente tensiona narrativas hegemônicas e possibilita a emergência de outras perspectivas sobre bens, hábitos, práticas e lugares considerados patrimoniais. Assim, o diálogo entre tais campos permite repensar o patrimônio não apenas como um conjunto de objetos ou tradições estáticas, mas como um processo dinâmico e por vezes conflituoso, percorrido por disputas de poder e por diferentes regimes de memória.Igualmente, o escopo do GT examina as profundas implicações culturais, metodológicas, éticas e políticas associadas à articulação entre história oral e patrimônio sobretudo em relação ao contexto brasileiro. Questões como autoria, representatividade, mediação do pesquisador/a e devolução social do conhecimento tornam-se centrais quando se lida com narrativas de memória em contextos de valorização patrimonial. A escuta sensível, o respeito às comunidades e a construção compartilhada do conhecimento aparecem, assim, como princípios fundamentais para práticas mais democráticas, inclusivas e decoloniais.Por fim, o ST visa fomentar, mediante o uso de fontes orais em suas diversas modalidades, o intercâmbio entre pesquisadores/as, estudantes e profissionais que atuam nessas áreas, incentivando abordagens interdisciplinares e reflexões críticas sobre políticas públicas, práticas institucionais e experiências comunitárias. Ao articular história oral e patrimônio, pretende-se contribuir para a construção de novas formas de pensar a preservação e a transmissão da memória, valorizando a diversidade de experiências e promovendo, especificamente no Brasil, uma compreensão mais plural e participativa do passado.

 

ST 13. História Oral e Povos Indígenas | Proponentes: Diego Omar da Silveira (UEA), Patricia Emanuelle Nascimento (UFU), Poliene Soares dos Santos Bicalho (UEG)

Contatos: diegomarhistoria@yahoo.com.br; patricia.nascimento@ufu.br; poliene.bicalho@ueg.br

O presente Simpósio Temático reúne trabalhos que se debruçam sobre as interfaces – atuais e possíveis – entre o campo da história oral e os mundos indígenas. Parte-se da enorme importância que a história indígena tem hoje, no sentido de visibilizar sujeitos, narrativas e cosmologias praticamente deixados à margem da história nacional, mas também da necessidade de registrar os diferentes protagonistas dos processos de contato – seja pelos órgãos do indigenismo oficial (de Estado), seja através dos indigenismos alternativos surgidos na segunda metade do século XX. Nesse sentido, a história oral tem um papel fundamental, pois permite não apenas mergulhar nas tradições orais de diferentes povos e etnias para trazê-las ao espaço público, mas também registrar a trajetória de sujeitos e comunidades (sertanistas, missionários, indigenistas, antropólogos, advogados e ativistas socioambientais) que compartilharam com diferentes povos as lutas por terra/território, língua, cultura e autodeterminação. O convite se estende também àqueles/as pesquisadores/as que se dedicam a problematizar as implicações teóricas das narrativas orais indígenas na descolonização de vários campos do saber, dentro e fora das universidades, com implicações inclusive na construção de políticas públicas, como a educação e a saúde indígenas, por exemplo.

 

ST 14. História oral e tendências historiográficas contemporâneas: desafios metodológicos, debates e deslocamentos no século XXI | Proponente: Leandro Seawright (USP)

Contato: leandro.fflch@usp.br

Nas últimas décadas, a história oral tem sido convocada a repensar seus fundamentos, procedimentos e horizontes de investigação diante das profundas transformações da historiografia contemporânea. Desde o final do século XX, a crise dos paradigmas totalizantes, a crítica à representação, a expansão da história feminista, dos estudos de gênero, das reflexões étnico-raciais e das histórias global, conectada e transnacional alteraram de modo significativo as formas de formular problemas históricos; definir propostas de pesquisa e trabalhar com escalas, experiências e regimes de historicidade. Tais deslocamentos repercutem diretamente sobre a metodologia da história oral, exigindo revisão crítica de noções como testemunho, memória, narrativa, mediação, escuta e comunidade.No século XXI, esse cenário se torna ainda mais desafiador com a emergência de perspectivas pós-humanas e pós-antropocêntricas, da história animal, das discussões sobre plantas, do Antropoceno, das humanidades digitais, da história digital e dos impactos recentes da Inteligência Artificial Generativa. Esses debates não apenas ampliam o repertório temático da pesquisa, mas também tensionam o estatuto do humano, os modos de produção e circulação dos relatos e os próprios limites da agência histórica. Ao lado dessas inflexões, os debates decoloniais têm desempenhado papel decisivo ao interrogar a persistência de hierarquias epistemológicas, a naturalização de protocolos disciplinares e a permanência de formas de colonialidade no interior da produção do conhecimento histórico. Para a história oral, isso implica perguntar não apenas quem fala, mas sob quais condições de escuta, inteligibilidade e validação certos sujeitos, memórias e experiências se tornam reconhecíveis como historicamente legítimos. Nesse sentido, o Simpósio Temático propõe reunir pesquisadoras e pesquisadores interessados em examinar de que maneira as tendências historiográficas contemporâneas, em especial os debates decoloniais, reconfiguram a história oral como campo de produção de conhecimento. Interessa acolher trabalhos que enfrentem criticamente questões relativas à metodologia da história oral, às disputas em torno da memória, às múltiplas formas de testemunho, às comunidades étnicas e tradicionais, às cosmologias não ocidentais, às experiências de violência, trauma e resistência, bem como aos desafios colocados pelas novas tecnologias e pelas mediações digitais. O ST busca, assim, fortalecer a reflexão sobre as condições de possibilidade de uma história oral no século XXI, atenta à pluralidade regional do país, aberta ao diálogo interdisciplinar e comprometida com a renovação crítica de seus instrumentos teóricos e metodológicos.

 

ST 15. História oral, trabalho, patrimônio e políticas públicas: memórias de trabalhadores em instituições de acervos histórico-culturais. Coordenação: Rafella Bettamio (Arquivo Nacional/RJ), Aparecida Rangel (Fundação Casa de Rui Barbosa) e Emerson Porto Ferreira (Diretoria de Patrimônio/Secretaria de Cultura do Guarujá-SP)

Contatos: rafabettamio@gmail.com ; cida@rb.gov.br; profemerson.p.ferreira@gmail.com

Este Simpósio Temático reúne pesquisas que, a partir da História Oral, investigam as relações entre trabalho, patrimônio, memória e políticas públicas. Interessa compreender como trabalhadores de instituições responsáveis pela preservação, tratamento, difusão e acesso a acervos histórico-culturais constroem narrativas sobre suas trajetórias, práticas profissionais, culturas institucionais e os significados atribuídos ao patrimônio. Ao mesmo tempo, busca discutir o potencial da História Oral na valorização de memórias coletivas, patrimônios materiais e imateriais e identidades sociais frequentemente invisibilizadas, contribuindo para a formulação de políticas públicas mais democráticas e representativas. Serão acolhidos estudos que abordem experiências de preservação patrimonial, gestão pública da cultura, memória do trabalho, associações e movimentos de trabalhadores, bem como reflexões teóricas e metodológicas sobre o uso das narrativas orais na pesquisa, na gestão do patrimônio e na construção de políticas de memória em diferentes contextos institucionais e territoriais.

 

ST 16. História Oral Ambiental, memórias e territórios em disputa: entre o local e o global | Proponentes: Marcos Fábio Freire Montysuma (UFSC) e Andréa Casa Nova Maia (UFRJ)

Contatos: mmontysuma@gmail.com ; andreacn.bh@gmail.com

O Simpósio Temático propõe reunir pesquisas voltadas às experiências históricas de populações que vivem em diferentes ecossistemas, biomas e territórios — como Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga, Pantanal, Pampa, zonas costeiras e marinhas, reservas da biosfera, espaços urbanos e rurais, áreas do interior e do litoral e que, com frequência, não dispõem de controle político efetivo para defender seus direitos, seus territórios e seus modos de vida diante dos interesses do capital. Interessa-nos discutir processos de degradação ambiental, contaminação, expropriação, exposição desigual ao risco e destruição das condições de vida que atingem grupos socialmente vulnerabilizados em contextos marcados por injustiça ambiental, racismo ambiental e violência lenta. O simpósio acolhe trabalhos que abordem os efeitos socioambientais de distintas formas de exploração econômica e apropriação intensiva da natureza, incluindo atividades industriais, extrativas, minerárias, petroquímicas, logísticas, energéticas e agroquímicas. Nesse campo, interessam especialmente pesquisas sobre mineração, inclusive de lítio e outros minerais estratégicos, exploração de petróleo, grandes empreendimentos de infraestrutura, circulação e deposição de resíduos tóxicos, poluição industrial, contaminação de solos e águas, bem como os impactos dessas dinâmicas sobre comunidades urbanas, periféricas, rurais, ribeirinhas, costeiras, indígenas, quilombolas, camponesas, pesqueiras e demais coletividades afetadas por processos de espoliação e abandono. Buscamos compreender como determinados territórios são historicamente convertidos em zonas de sacrifício ambiental, waste zones ou paisagens do descarte associadas ao Wasteocene, espaços nos quais se concentram resíduos, toxicidade, adoecimento, ruína socioeconômica e passivos ambientais duradouros. Interessa-nos também examinar situações em que a reorganização das dinâmicas produtivas, o deslocamento de investimentos ou a abertura de novas frentes de exploração deixam para trás ambientes degradados, precarização da vida e um preço elevado a ser pago por quem permanece nesses territórios. Em muitos desses contextos, observam-se processos que podem dialogar com a noção de desindustrialização nociva, mas também com a de colonialismo químico, evidenciando como a distribuição da toxicidade acompanha relações desiguais de poder, classe, raça e território. O ST busca, assim, fortalecer a pesquisa entre a história oral, a memória e os debates da história ambiental, de gênero e meio ambiente, da ecologia política, dos estudos da toxicidade, da saúde coletiva e da justiça ambiental. Pretende agregar não apenas historiadores e historiadoras, mas também ecologistas, cientistas sociais, pesquisadoras/es da saúde, educadoras/es, militantes e sujeitos diretamente implicados nessas experiências, desde que mobilizem a história oral como prática metodológica, ética e política. Serão especialmente bem-vindos trabalhos sobre memórias da contaminação, conflitos socioambientais, experiências de adoecimento, resistência, reparação e disputas por justiça ambiental.

 

ST 17. História Oral, Cidades e Memória | Proponentes: Raimundo Nonato Lima dos Santos (UFPI), Lêda Rodrigues Vieira (UESPI)

Contatos: raimundolima2011@ufpi.edu.br ; ledarodrigues@phb.uespi.br

O simpósio visa a socialização de pesquisas que tomam a cidade como objeto de estudo e reflexão, por meio de registros memorialísticos. Nessa perspectiva, a cidade não é vista apenas como palco de eventos históricos, ela também se faz protagonista de ações, uma vez que o elemento síntese que a constitui é a aglomeração humana e suas relações cotidianas. Neste agrupamento humano, as relações de poder se estilhaçam em múltiplas gentes, espaços e tempos e se expressam em diferentes modos de ser e existir, configurando o ethos urbano. Assim, com base em Sandra Pesavento (2007), entendemos que a cidade pode ser interpretada por meio de sua materialidade, sociabilidade e sensibilidade. Esse modo de ser citadino, transforma o espaço, causando impactos ambientais que podem afetar tanto a população local, como de outras regiões. Essa problemática nos leva a vários questionamentos, entre eles, cabe as indagações: Como a história oral pode contribuir de modo concreto para os debates contemporâneos sobre justiça climática, crises ambientais, a partir de estudos sobre as transformações e relações sociais urbanas? Como práticas de escuta e narração expandem a compreensão dos impactos ambientais que atravessam comunidades urbanas, em áreas centrais e periféricas? Diante desses questionamentos e, principalmente, de possibilitar o debate sobre a História Oral, as cidades e a memória, esperamos reunir neste simpósio os estudos sobre bairros, praças, ruas, prédios, lugares e não lugares, cidades visíveis e cidades imaginárias, em diferentes tempos e espaços, que têm como fonte principal, relatos, depoimentos, entrevistas, lendas e canções transmitidas oralmente. Além disso, esses estudos também podem discutir o viver urbano em períodos de governos autoritários, do passado e do presente, apontando, as transformações dos espaços e das gentes, nas suas caminhadas pela cidade, como reflexos dessas ideologias governamentais vigentes, bem como, as questões que envolvem o patrimônio cultural e urbano.

 

ST 18. História Oral e Culturas Visuais | Proponentes: Ana Maria Mauad (UFF), Carlos Eduardo Pinto de Pinto (UERJ), Marcus Vinicius de Oliveira (IFRJ)

Contatos: anamauad@id.uff.br; dudachacon@gmail.com; marcusoliveira93@gmail.com

No contexto do debate historiográfico da virada do século XX para o XXI, a história oral e a história visual chamavam a atenção para o fato de que a experiência de rememoração não se processava através de uma única forma de expressão, tampouco estava dissociada das condições sociais e tecnológicas existentes. Essas preocupações desencadearam a configuração de novas abordagens que associaram os processos de rememoração às condições culturais de sua produção, incorporando a dimensão visual da experiência passada, como parte da pesquisa histórica. Do ponto de vista conceitual, a noção de Cultura Visual reúne dois aspectos importantes: enquanto cultura, associa-se à construção de valores e identidade por meio do visual, incluindo conflitos e estratégias de exclusão que os processos identitários envolveriam na produção visual do social. Por outro lado, a dimensão visual considera tanto as condições da visão, como os modos de ver e dar a ver, abarcando uma gama de relações sociais. Tal perspectiva nos permite associar visualidade e oralidade aos estudos históricos, por meio dos registros da história oral, no que identificamos como fontes de memória. Os processos de subjetivação das experiências sociais constituem a base espessa das memórias que podem ser ativadas e compartilhadas em situações de rememoração provocadas pelas imagens. Por outro lado, a produção de imagens implica em um saber-fazer que envolve práticas sociais num sistema complexo de partilhas sensíveis. O debate dos últimos anos resultou em formas criativas de compartilhamento dos resultados em produtos que consideram tanto a natureza oral, visual e/ou sonora dos materiais tratados, quanto o compartilhamento de autoridades entre os sujeitos envolvidos nos processos de pesquisa. Um exercício que vem sendo valorizado nos trabalhos acadêmicos e de história pública.O ST pretende reunir trabalhos que reflitam sobre as relações entre oralidade e visualidade em perspectiva histórica, bem como a problemática da produção social da memória e dos usos do passado no regime de historicidade contemporâneo, com abertura para os debates sobre a produção audiovisual nos territórios comuns da história oral e da história pública. Considerando o caráter transdisciplinar das pesquisas sobre a memória pública, o ST se caracteriza como espaço que convida ao diálogo os distintos campos do saber que incorporam fontes orais e visuais, como História, Ciências Sociais e Comunicação. Destacam-se as reflexões sobre: o (audio)visual como objeto de pesquisa; a produção de vídeos; as fontes orais e visuais na construção social da memória, entre outros. Os trabalhos devem incluir ao menos dois dos conceitos-chave a seguir: memória, espaço público, audiovisual, oralidade, visualidade e cultura visual.

 

ST 19. História Oral, História da Educação e Patrimônio Cultural: narrativas, construção de saberes e promoção da justiça climática | Proponentes: Cesar Evangelista Fernandes Bressanin (UFT), Maria Zeneide Carneiro Magalhães de Almeida (PUC/GO)

Contatos: kaeserevangelista@gmail.com; zeneide.cma@gmail.com

O presente Simpósio Temático propõe reunir pesquisas que articulam a História Oral, a História da Educação e o Patrimônio Cultural, tendo como eixo central as narrativas docentes e as oralidades como fontes privilegiadas para a compreensão das experiências educativas em diferentes tempos, territórios e contextos socioculturais. Inserido no contexto do 18º Encontro Nacional de História Oral, cujo tema é “Oralidades plurais na construção de um futuro de justiça climática”, o simpósio busca problematizar o papel das memórias individuais e coletivas na produção de saberes, na constituição de identidades e na construção de práticas educativas comprometidas com a justiça social e ambiental. As narrativas docentes, compreendidas como testemunhos de trajetórias profissionais e de vida, constituem-se como dispositivos analíticos fundamentais para acessar dimensões subjetivas, afetivas, políticas e culturais da educação, frequentemente invisibilizadas nos registros oficiais (Josso, 2004; Nóvoa, 2007; Goodson, 2022). Nesse sentido, a História Oral, ao privilegiar a escuta sensível e o diálogo com os sujeitos (Portelli, 2016), possibilita a valorização de vozes plurais, especialmente aquelas situadas em contextos marcados por desigualdades sociais, territoriais e ambientais, como comunidades indígenas, quilombolas, ribeirinhas e populações do campo. Ao mesmo tempo, o simpósio busca estabelecer um diálogo fecundo entre educação e patrimônio cultural, entendido em suas dimensões material e imaterial, como campo dinâmico de disputas simbólicas e de construção de pertencimentos (Iphan, 2023). As oralidades, nesse contexto, desempenham papel central na preservação, transmissão e ressignificação de saberes tradicionais, contribuindo para processos de educação patrimonial e para a valorização da diversidade cultural. Ao incorporar tais narrativas no espaço escolar, amplia-se a possibilidade de uma educação contextualizada, crítica e territorialmente situada (Souza, 2013; Florêncio, 2014). Articulando essas dimensões ao debate sobre justiça climática, o simpósio propõe refletir sobre como as experiências narradas por docentes e comunidades evidenciam os impactos das crises socioambientais e, ao mesmo tempo, oferecem caminhos de resistência e de construção de alternativas sustentáveis (Bauer; Borges, 2016). Em regiões como a Amazônia e o Cerrado, tais narrativas revelam a interdependência entre educação, território, cultura e meio ambiente. Dessa forma, o simpósio acolherá trabalhos que abordem: narrativas docentes e formação de professores; História Oral e práticas educativas; educação e patrimônio cultural; memória, identidade e território; educação em contextos socioambientais; oralidades e justiça climática; e experiências pedagógicas voltadas à valorização dos saberes tradicionais e do patrimônio cultural. Ao promover o diálogo entre História Oral, educação e patrimônio cultural, o simpósio reafirma a centralidade das oralidades na construção de futuros mais justos, sustentáveis e culturalmente diversos.

 

ST 20. História Oral e Mundos do Trabalho: experiências, movimentos sociais, práticas educativas e de resistência | Proponentes: Alejandra Luisa Magalhaes Estevez (UFF), Richard de Oliveira Martins (INEP) e Felipe Augusto dos Santos Ribeiro (ESPI)

Contatos: alestevez@id.uff.br; o.m.richard@gmail.com

Os relatos orais e as memórias vêm se consolidando como fontes privilegiadas para a compreensão dos mundos do trabalho e dos movimentos sociais. Esses estudos têm reafirmado o potencial da oralidade não apenas como recurso metodológico, mas como campo de problematização das relações entre experiência, narrativa e construção do conhecimento histórico. Ao valorizar os testemunhos de trabalhadores e trabalhadoras, a História Oral amplia o acesso a dimensões subjetivas, afetivas e políticas que atravessam o cotidiano do trabalho, permitindo revisitar criticamente processos históricos marcados por conflitos, violências e resistências.Desde sua consolidação nas décadas de 1960 e 1970, sob a influência da história social “vista de baixo”, a História Oral tem contribuído para tornar visíveis sujeitos e experiências frequentemente marginalizados pelas narrativas oficiais. Nos debates mais recentes da área, observa-se um significativo aprofundamento das análises sobre as interseções entre memória social, mundos do trabalho e movimentos sociais, incorporando uma agenda temática cada vez mais ampla e complexa. Tais abordagens evidenciam como os testemunhos constituem instrumentos fundamentais para compreender tanto trajetórias individuais quanto dinâmicas coletivas de mobilização e resistência.Este Simpósio Temático propõe reunir pesquisas que dialoguem com esse campo em expansão, enfatizando o papel da oralidade na construção de interpretações críticas sobre os mundos do trabalho em diferentes contextos históricos e sociais. Interessa, particularmente, compreender como as narrativas de vida revelam trajetórias de lideranças e movimentos sociais em protestos urbanos e rurais, bem como em escolas da Educação Básica, espaços de trabalho, militância, moradia, evidenciando conexões entre experiência vivida e ação coletiva.A proposta também contempla investigações sobre as relações de classe, raça, gênero e sexualidade na configuração dos espaços urbanos e rurais, destacando como essas dimensões se entrelaçam nas experiências laborais e nas formas de organização social. Do mesmo modo, busca-se acolher trabalhos que abordem as experiências cotidianas de trabalho, incluindo situações de violência, exploração e controle, tanto em ambientes produtivos quanto nas comunidades de trabalhadores no campo e na cidade. Somam-se ainda as experiências de educação popular, entendidas como práticas formativas e políticas construídas no interior das lutas sociais e dos mundos do trabalho, fundamentais para a conscientização, organização coletiva e produção de saberes entre trabalhadores e trabalhadoras.Outro eixo fundamental refere-se às políticas de memória e à justiça de transição, especialmente no que diz respeito às experiências de trabalhadores, camponeses, indígenas, populações negras e moradores de periferias durante a ditadura civil-militar e no processo de redemocratização. Por fim, o simpósio abre-se a análises sobre as experiências de luta e resistência no século XXI, considerando as transformações recentes no mundo do trabalho e os novos repertórios de ação coletiva.

 

ST 21. História Oral, Mulheres e Interseccionalidades | Proponentes: Flávia Pereira Machado (IFG) e Juliana Ventura de Souza Fernandes (IFMG)

Contatos: flavia.ifg.machado@gmail.com; juliana.fernandes@ifmg.edu.br

Neste Simpósio Temático pretendemos compartilhar experiências de pesquisa, ensino, extensão e ativismos no campo teórico-metodológico da História Oral e das Oralidades que abordem as mulheres e as mulheridades em suas pluralidades e territorialidades a partir de contextos diversos: mulheres oriundas de povos e comunidades tradicionais, mulheres trans, mulheres periféricas, mulheres negras, indígenas mulheres, quilombolas e camponesas, em espaços urbanos ou rurais. Serão aceitas comunicações que tragam reflexões sobre as mulheres e as mulheridades em uma perspectiva interseccional, evidenciando como os atravessamentos de gênero, raça, etnia, classe, sexualidades e territorialidades impactam suas trajetórias e suas vivências enquanto sujeitas coletivas ou em suas articulações individuais. Interessa-nos ainda trabalhos que evidenciem as contribuições da História Oral e das oralidades para o campo da História das Mulheres, dos Estudos de Gênero e Feminismos e para a produção do conhecimento histórico e conhecimentos afins. Compreendemos que a invisibilização das agências das mulheres não brancas e dos corpos dissidentes corroborou com práticas de pesquisa centradas em perspectivas androcêntricas, racistas e colonialistas, elegendo apenas as trajetórias de mulheres excepcionais ou subsumidas à condição de esposas, irmãs ou filhas, restritas, muitas vezes, ao âmbito doméstico. Nesse sentido, o ST convida pesquisadoras e pesquisadores que buscam redimensionar a escrita da história em perspectiva hegemônica, evidenciando as narrativas de mulheres às margens da escrita da História e negligenciadas no Ensino da mesma, bem como as narrativas das sujeitas que conformam outras mulheridades e formas de existências a partir dos seus corpos-políticos. Outrossim, receberemos comunicações de pesquisas concluídas ou em andamento que versem sobre as ações coletivas, mobilizações e os movimentos de mulheres em suas multiplicidades e diversidade de condições. Também serão bem vindas reflexões sobre a produção intelectual, científica e de saberes "outros" de mulheres plurais em articulação com a tradição oral, as oralituras e as oralidades em diferentes espacialidades e contextos culturais e sociais.

 

ST 22. História oral, trajetórias e identidades narradas | Proponentes: Igor Lemos Moreira (Unespar - Campus Paranaguá) e Lívia Morais Garcia Lima (UNESP)

Contatos: igorlemoreira@gmail.com; livia.m.lima@unesp.br

Nas últimas décadas, o debate sobre o papel da narrativa na historiografia tem se adensado, particularmente desde a chamada "giro-linguístico". Perpassando questões ligadas a ficcionalidade, imaginação histórica e subjetividade, tais discussões levaram pesquisadores ao questionamento, cada vez mais, acerca dos desafios de construção de tramas narrativas e discursivas a partir das relações entre fontes, epistemologias e o próprio ato de escrita. Essa operação complexa foi debatida por Jablonka (2021) ao defender que a história poderia ser compreendida enquanto uma "literatura do real". LaCapra (2023) retomou tal hipótese, ressaltando esses desafios podem tomar como espaço privilegiado de reflexão a prática da história oral e as pesquisas com oralidades a partir de dois desafios centrais: (1) as formas de adaptação, transcrição e tradução do relato oral enquanto fonte; (2) o impacto da experiência de diálogo, encontro e colaboração na própria forma como historiadores produzem suas narrativas a partir do contato estabelecido no momento de entrevista, incorporando a experiência e a subjetividade dos sujeitos para além do "narrado". O Simpósio Temático "História oral, trajetórias e identidades narrativas" objetiva reunir trabalhos que se dediquem a problematizar o uso da oralidade na pesquisa sobre trajetórias e experiências de vida, bem como sua interface para a investigação e problematização acerca de identidades-narrativas; as tensões e relações envolvidas no uso de entrevistas na produção de investigações e narrativas de vida (biografias, cine-biografias, histórias de vida, análise de trajetórias, históricas coletivas, documentários); as implicações teórico-metodológicas da compreensão da entrevista enquanto um ato colaborativo e uma produção decorrente das relações estabelecidas entre pesquisador e entrevistado. Assim, com o intuito de fomentar o debate em torno do uso da oralidade, propomos a apresentação bem como a discussão teórico-conceitual e prática dos campos das trajetórias, experiências e identidades em inter-relação ou de forma independente, sob o ponto de vista da investigação científica, seus percursos metodológicos e analíticos, bem como as operações e desafios narrativos e de escrita historiográfica. Desta forma, dar a conhecer as problemáticas e objetivos que orientam a pesquisa, os sujeitos, os lócus, os organismos financiadores, especialmente focalizando as contribuições da História Oral como um recurso de abordagem tanto do que se localiza no centro como na periferia e suas ramificações estruturais e conjunturais na sociedade, no presente e em temporalidades distintas. Dentro deste escopo, enquadram-se pesquisas que abordam diversas áreas de conhecimento como artes, patrimônio, política, lazer e diversos aspectos da vida social, cultura e política, além da história oral como prática reflexiva interdisciplinar. Entre reflexões possíveis de abordagem, ressaltam-se aquelas que procurem explorar: as relações entre história oral e narrativa; o espaço biográfico por, através e em entrevistas; trajetórias, memória e identidades no tempo presente; oralidade, vida pública e entretenimento; Sensibilidades, artes e narrativas; geração, envelhecimento e juventude como identificações; marcadores sociais (gênero, raça, classe, etnicidade, religião…) e relatos de si; trauma, testemunho e memória; biografias, ficção e literatura na interface com a História Oral; Formas de narrar e construção de textos no campo da História oral; História pública, práticas colaborativas e oralidades; identidade, alteridade e educação.

 

ST 23. História oral, memórias, biografias/trajetórias e lutas por direitos | Proponentes: Júlio Cláudio da Silva (UEA/ UFAM), Tiago Fonseca dos Santos (UEA/ UFAM) e Michele Pires Lima (UFAM)

Contatos: tfsantos@uea.edu.br ; michelevergal@gmail.com; julio30clps@gmail.com

O presente simpósio temático objetiva reunir pesquisadores/as dedicados/as aos estudos das formas de mobilizações sociais por direitos no Brasil. Outrossim, pretendemos reunir pesquisadores/as dedicados/as a pensar as potencialidades das fontes orais e das memórias dos testemunhos ou experiências de lutas por direitos sociais, registradas em áudio ou audiovisual. Visa debater as trajetórias de experiências, tematizar problemas e pensar projetos de pesquisa sobre os movimentos sociais de indígenas, de negros e negras urbano e/ou rurais, da população LGBTQI+, de comunidades tradicionais rurais/urbanas, de comunidades tradicionais de religiões de matriz africana, comunidades religiosas católicas e não católicas, com a utilização de narrativas integradas aos processos explicativos proporcionados pela história oral que “privilegia a realização de entrevistas com pessoas que participaram de, ou testemunharam, acontecimentos, conjunturas (...) como forma de se aproximar do objeto de estudo”, permitindo, inclusive, nos aproximar de situações históricas que não estão em outras tipologias de fontes, ou seja, “(...) acontecimentos pouco esclarecidos ou nunca evocados, experiências pessoais, impressões particulares, etc.” (ALBERTI, 2013, p. 24 e 30). Partindo de uma perspectiva interdisciplinar, objetivamos também discutir, do ponto de vista teórico e metodológico, a formação e a utilização de acervos e fontes orais no processo de construção da memória social dos mais diversos atores/autores envolvidos no processo de cidadanização, observando como o arquivamento de si e dos seus podem revelar aspectos de lutas por direitos face às múltiplas conjunturas do Brasil República, abarcando o período democrático, pós-Estado Novo, passando pela ditadura militar, o período de distensão e abertura, a instauração da Nova República e das lutas por direitos expressos na Constituição de 1988 e a posterior promulgação da Constituição Cidadã, assim como os retrocessos vividos após o Golpe Parlamentar de 2016. Ao longo desse período da história do tempo presente, o Simpósio Temático está sensível ao debate e escuta dos relatos das lutas, conquistas e retrocessos que, historicamente, sujeitos organizados vêm protagonizando, em vista da violação dos direitos humanos que, atualmente, vêm resistindo de modo ímpar sobre os mínimos, mas significativos direitos garantidos, nos chamando atenção para o processo histórico de formação das organizações sociais, em especial aquelas protagonizadas pela comunidade LGBTQI+, pela população negra, pelas mulheres, pelas comunidades tradicionais ou religiosas que contribuíram significativamente para o avanço positivo de pautas que lhes eram/são caras, ou seja, que o empoderamento e a participação de grupos excluídos sobre deliberações públicas e representativas não devem perder de vista a “justiça, liberdade, solidariedade e igualdade com respeito às diferenças” (GOHN, 2004, p. 2004).

 

ST 24. História oral, história pública e narrativas docentes | Proponentes: Aliny Dayany Pereira de Medeiros Pranto (UFRN), Everardo Paiva de Andrade (UFF), Rodrigo Wantuir Alves de Araújo (IFESP)

Contatos: alinydayany@gmail.com; everardoandrade@id.uff.br; rodrigowantuir@ifesp.edu.br

O simpósio "História oral, história pública e narrativas docentes” está em sua terceira edição no Encontro Nacional de História Oral - ENHO, além de ter tido versões em outros eventos, a exemplo do Encontro Regional de História Oral do Nordeste (2023, 2025). A manutenção de mais uma edição deste espaço de trabalho tem como objetivo principal reunir produções que discutam as narrativas autobiográficas de professores/as, expressas a partir de múltiplas abordagens e linguagens, tais como: entrevistas de história oral, entrevistas públicas, entrevistas narrativas, escritas autobiográficas, histórias de vida, dentre outras. As narrativas de professores possibilitam compreender melhor o saberfazer docente em diferentes contextos históricos e culturais, a partir da colaboração (Goodson, 2022) e da autoridade compartilhada (Frisch, 2016) com e entre esses/as narradores/as. O cruzamento de pesquisas em abordagens diversas estimula o diálogo entre áreas do conhecimento e contribui para o intercâmbio de práticas, saberes e resultados de pesquisa. Nas últimas edições, o simpósio contou com produções de diferentes áreas do conhecimento, passando pela História, Pedagogia, Educação Física, Física e outras, o que oportunizou um debate ampliado e o estabelecimento de conexões em rede, fortalecendo a troca de experiências entre as pesquisas e mais um passo na direção da consolidação da Rede Trajetórias Docentes. Diante disso, a terceira edição do simpósio no ENHO-2026 espera contribuir para a reflexão em torno do potencial dessas narrativas, mediante a aproximação e a imersão no cotidiano, nas práticas pedagógicas, na cultura escolar, no currículo, na formação e na vida em geral, de professores/as de diferentes áreas do conhecimento e em múltiplos recortes temporais e espaciais. No horizonte, o simpósio também pretende favorecer a compreensão de uma história da educação, da docência e da formação docente no Brasil e na América Latina. São fundamentais para o funcionamento deste espaço as discussões sobre história oral, história pública, história da educação, formação docente e pesquisa autobiográfica em geral, desde que privilegiem a lida com as memórias de professores, dentro e fora do Brasil.

 

ST 25. História pública e oralidades | Proponentes: Juniele Rabêlo de Almeida (UFF) e Marta Gouveia de Oliveira Rovai (UNIFAL)

Contato: junielerabelo@gmail.com; martarovai88@gmail.com

O Simpósio Temático tem por objetivo reunir profissionais que utilizem os procedimentos da história oral em pesquisas que pensem as possibilidades de construção/difusão/ampliação do conhecimento histórico. Sob a expressão “história pública” reúnem-se múltiplas iniciativas em favor do redimensionamento do saber histórico (produção compartilhada e ampliação dos públicos da história). Este Simpósio Temático tem como meta avançar nas discussões sobre a ampla gama de questões teóricas e práticas em torno da história pública no Brasil, visada em perspectiva internacional. Este simpósio será uma oportunidade para abordar a relação entre oralidade e história pública a partir dos seguintes temas: a história oral e a diversidade de públicos da história; o impacto social e público da produção acadêmica participativa; a função da história pública na divulgação e no gerenciamento dos acervos orais vinculados ao patrimônio material e imaterial; o impacto das novas mídias sobre as estratégias de produção e publicização da história oral; os procedimentos da história oral diante de celebrações, comemorações, memoriais; os cruzamentos entre história pública/história oral e outras áreas de conhecimento aplicado, como o jornalismo, o cinema, as relações públicas, a gestão de organizações, o turismo; a história oral e gênero; a relação entre história oral e literatura, em múltiplos âmbitos de narrativa histórica: as biografias, os testemunhos, a ficção histórica. Afirma-se a necessidade do estabelecimento de diálogos entre o saber acadêmico e o trabalho com oralidades; considerando a necessidade da não supressão da ciência em favor da história pública, porém, o desejo de pensar a construção de uma ponte de comunicação com a recepção social do trabalho acadêmico.Serão bem-vindas pesquisas e reflexões que tenham como eixo central a relação entre história pública e história oral. O Simpósio Temático será uma excelente oportunidade para aprofundarmos os debates sobre história pública e história oral no Brasil. A pergunta que podemos fazer é como a academia pode, de dentro dela, colaborar para forjar uma história engajada.

 

ST 26. Mulheres nas margens da história oral: um "dedo de prosa" como metodologia crítica | Proponentes: Ana Maria Veiga (UFPB) e Rose Elke Debiasi (UFS)

Contatos: amveiga@yahoo.com.br; elkedebiazi@gmail.com

Este Simpósio Temático tem como objetivo reunir pesquisas e produções audiovisuais que articulem as vivências, os saberes e a resistência de mulheres, populações sertanejas, comunidades consideradas tradicionais ou periféricas, trabalhadoras rurais, populações negras, indígenas, LGBTQIAPN+ e de outros grupos que, por diferentes razões, tiveram suas narrativas silenciadas, deslocadas ou situadas às margens das disputas hegemônicas pela produção da memória e da história. A proposta parte de uma abordagem interseccional, considerando as articulações de marcadores sociais como raça, gênero, classe, território e religião; tomando corpos e identidades como elementos centrais na produção de memórias coletivas e do próprio (des)conhecimento sobre elas. As discussões sobre sertanidades, mulheridades e outras dissidências, assim como as autonarrativas e contranarrativas, serão acolhidas, priorizando contextos de regiões historicamente alijadas da construção das narrativas ditas nacionais. A metodologia crítica do “dedo de prosa” (Veiga, 2025) remete a uma relação mais profunda, de acolhimento e mesmo de transformação que pode surgir entre pesquisadoras(es) e entrevistadas, entendidas como coautoras dos trabalhos acadêmicos e protagonistas de ações de história pública, como a produção audiovisual e exposições museológicas; é sobre aprendências múltiplas e recíprocas, e uma outra concepção de tempo e lugar, tendo em conta as epistemologias sertanejas e os saberes ancestrais das mulheres como conhecimentos não apenas válidos, mas imprescindíveis para suas comunidades e para uma historiografia que se pretende anticolonial. Este ST apresenta-se como um espaço aberto às dissidências de todos os tipos, incluindo da própria história oral na sua concepção mais tradicional. Interessa-nos, ainda, propostas que se coloquem como instrumentos de uma escuta sensível, de diálogos horizontais e uma produção compartilhada do conhecimento, envolvendo processos de registro, captação de imagens e áudio, interpretação, devolutiva, visibilização e construção de acervos. Será problematizado o papel das instituições de memória, como museus, arquivos, centros de documentação, memoriais, o cinema e as coleções comunitárias.

 

ST 27. “Nós primeiro falamos para depois escrever” - Oralidades Afrodiaspóricas em Contextos Tradicionais de Matriz Africana: reexistências, biointeração e consciência biocósmica | Proponente: Daniela Barros Pontes e Silva (Centro Universitário de Brasília - UniCEUB)

Contato: danibps@gmail.com

Inspirado na oralidade contra-colonial de Antônio Bispo dos Santos (2015; 2023), e em diálogo com as filosofias africanas, este Simpósio Temático convida a confluir reflexões acerca da Tradição Oral (Hampátè Bâ, 2010), da produção de sabres e conhecimentos, e da constituição da consciência biocósmica (Malomalo, 2022) nas cosmopercepções de matriz africana em Diáspora: Povos, Territórios, Comunidades e Expressões Culturais Tradicionais.Compreendendo a Tradição Oral de Matriz Africana enquanto sistema de pensamento, lugar de salvaguarda e produção epistêmica e do emergir de territorialidades, o Simpósio Temático tem por objetivo destacar a dimensão educativa da Tradição Oral e das Oralidades enquanto territórios de sustentação da Diáspora na Latinoamérica, onde, por meio de Existências contra-coloniais proporcionam modos de viver em relação e consciência biocósmica.Ao acionar a fala de Antônio Bispo dos Santos: “A sociedade euro-monoteísta-cristã primeiro escreve para depois falar. Nós, primeiro falamos para depois escrever”, convidamos pessoas interessadas nas oralidades de matrizes africanas, destacando a sua dimensão educativa, na transmissão oral intrínseca ao modo de Existência em confluência com o cosmos, expressa nos modos de ser, relacionar, produzir, manejar e sustentar Povos, Territórios, Comunidades e Expressões.Na sua dimensão educativa, de África à Diáspora, a oralidade se desloca, se recria, reexiste de forma pluriversa, como episteme, como organizadora e sustentadora dos pensamentos, cosmopercepções e saberes africanos nas Existências e de Reexistências em Diáspora.Reexistência, de acordo com Silva (2023), destaca "o processo de existir novamente, sem deixar o passado para trás, num movimento contínuo, que acompanha o espiralar do Tempo (Fu-Kiau 2014; Martins1997 e 2021). Esse também é o próprio movimento da Tradição Oral, que retorna-cria-retorna continuamente, sem negar as rupturas, mas considerando as lacunas como parte do processo histórico".A educação na Tradição Oral em Diáspora é processo de constituição da pessoa, de (re)territorialização de si (Silva, 2023): da restauração (Nobles) e continuidade da consciência de si enquanto ser histórico e coletivo, porque ancestral, desde a Natureza, enquanto Ancestralidade primeira (Silva, 2019), e promovendo uma unidade, uma coerência ética consciência-comportamento.A partir da perspectiva da Filosofia Ubuntu (Ramose, 2002) e da Filosofia do Ntu (Malomalo 2022) compreende-se que, das infâncias às ancianidades, nos territórios tradicionais em Diáspora, a percepção ontológica de matriz africana não se rompe, e se restaura por meio da educação sustentada nos fundamentos da oralidade, reverberando na perenidade da consciência biocósmica e da agência na defesa dos direitos biocósmicos.

 

ST 28. Oralidade e lutas sociais: territorialidade e ambiente, sujeitos de direitos e corpos | Proponentes: Regina Beatriz Guimarães Neto (UFPE), Marcia Milena Galdez Ferreira (UEMA), Eurípedes A. Funes (UFC)

Contatos: reginabeatrizg@gmail.com; milenagaldez@gmail.com; eufunes@terra.com.br

A proposta deste ST busca abordar por meio da oralidade problemas relacionados ao acesso à terra, aos direitos trabalhistas e às questões ambientais que envolvam abordagens interseccionais na percepção dos problemas das classes sociais, das relações de gênero e dos processos de racialização envolvidos nas ameaças, violações, mobilizações e resistência aos/ dos corpos territórios nos quilombos, territórios indígenas, comunidades ribeirinhas, nos babaçuais, castanhais, seringais e nas fazendas onde há incidência de trabalho escravizado. Concebemos a Oralidade como estratégia privilegiada para diálogos epistemológicos e para a produção de narrativas capazes de alcançar e alçar lutas sociais e temas sensíveis no campo das disputas por terra, dos direitos humanos e trabalhistas e da devastação e degradação do ambiente. O presente ST, tem como escopo o debate de resultados de pesquisas tecidas na interface com a História Oral como campo teórico-metodológico, movimento dialógico e fonte de leituras e produção de conhecimento. Os estudos e pesquisas devem envolver análises dos processos migratórios, de ações violentas, de mobilizações, de lutas sociais relacionadas a conflitos por terra, por água e por relações de trabalho que se constituem em formas de exploração e/ou trabalho escravo contemporâneo e racismo ambiental. Estimular essas reflexões e análises no espaço do ST é fundamental para o enriquecimento dos debates e da compreensão dos processos históricos no Brasil, tendo os relatos e testemunhos orais como referência documental. Neste Simpósio Temático, consideramos, ainda, que os debates contemporâneos sobre as temáticas apontadas muito podem contribuir para a compreensão da justiça social e dos impactos ambientais que atravessam as comunidades urbanas, rurais, tradicionais e periféricas, em múltiplas relações com as territorialidades constituídas. Ademais, duas considerações apresentam-se relevantes: devemos procurar articular a formação intelectual e os resultados das nossas pesquisas com as práticas educativas (um dos objetivos mais importantes); e atualizar as novas contribuições historiográficas conectadas às pesquisas.

 

ST 29. Oralidades em Movimento: Migrações, Fronteiras e Pioneirismos na Construção de Narrativas Históricas | Proponentes: Jiani Fernando Langaro (UFG), Eduardo José Silva Lima (UNITINS), Flávio Dantas Martins (UFOB)

Contatos: jflangaro@ufg.br; eduardo.js@unitins.br; flaviusdantas@icloud.com

Este Simpósio Temático propõe reunir pesquisadoras(es) que investigam as relações entre história oral, migrações, fronteiras e experiências de pioneirismo, tendo como eixo articulador a construção social das narrativas sobre ocupação, deslocamento e produção dos territórios. Parte-se do pressuposto de que os fluxos migratórios, em diferentes temporalidades, não podem ser compreendidos apenas como deslocamentos espaciais, mas como processos históricos complexos, atravessados por condicionantes ambientais, econômicos, políticos e culturais, que redefinem continuamente as formas de habitar e significar o espaço.Nesse sentido, a história oral se apresenta como uma abordagem interessante para podermos dialogar com experiências vividas, memórias, história pública e narrativas de sujeitos que participaram diretamente desses processos, especialmente em contextos marcados por fronteiras (naturais, sociais, culturais e/ou políticas) e por dinâmicas de ocupação que frequentemente tensionam diferentes projetos de sociedade. Ao privilegiar a escuta de sujeitos historicamente invisibilizados, como trabalhadores(as) migrantes, populações tradicionais, comunidades indígenas e moradores(as) de áreas periféricas, busca-se compreender como tais grupos narram suas trajetórias, elaboram suas experiências e disputam, em contextos de desigualdade, sentidos sobre o passado.A noção de pioneirismo, frequentemente mobilizada em narrativas oficiais como elemento de valorização da ocupação territorial, é aqui problematizada a partir de uma perspectiva crítica, que a entende como construção histórica permeada por conflitos, silenciamentos e hierarquizações sociais. Ao investigar os sentidos atribuídos ao(à) “pioneiro(a)”, o simpósio pretende evidenciar as múltiplas vozes e experiências que compõem os processos de formação territorial, bem como as disputas simbólicas envolvidas na produção da memória social.A proposta enfatiza, ainda, o caráter relacional da história oral, compreendida como prática de produção compartilhada do conhecimento, na qual entrevistador(a) e entrevistado(a) constroem conjuntamente narrativas situadas. Nesse contexto, são especialmente relevantes as discussões sobre os desafios metodológicos e éticos da pesquisa com fontes orais, bem como os diálogos entre oralidade, escrita e outras linguagens na construção do conhecimento histórico. Serão acolhidos trabalhos que abordam, entre outros temas: migrações internas e internacionais; processos de ocupação territorial e expansão urbana; experiências em regiões de fronteira; conflitos por terra e recursos naturais; memórias de deslocamento e enraizamento; bem como reflexões teóricas e metodológicas sobre o uso da história oral. O simpósio pretende constituir-se como um espaço plural de debate, reunindo diferentes perspectivas e contribuindo para o avanço das pesquisas em história social, memória, história oral e oralidade.

 

ST 30. Patrimônios Culturais, cidades e memória: miradas a partir da História Oral | Proponentes: Vivian Luiz Fonseca (FGV CPDOC e UERJ) e Mário Brum (UERJ)

Contatos: vivianluizfonseca@gmail.com; mariobrum@yahoo.com.br

Propõe-se estabelecer diálogos entre trabalhos que, a partir da História Oral, se proponham a refletir sobre os temas dos patrimônios culturais e das cidades.As cidades adquirem diferentes configurações ao longo do tempo, a partir de várias funções, marcos arquitetônicos, espaços e relações com o ambiente. O próprio território da cidade modifica-se em extensão, funções econômicas, quais classes habitam, manifestações culturais que congregam etc. No caso dos patrimônios culturais vemos igualmente mudanças de percepção do que é considerado e reivindicado como dotado de valor patrimonial. De maneira mais evidente, a inserção das culturas populares na retórica patrimonial trouxe novos desafios para a área. Trazendo para debate ambas as categorias, percebemos nos últimos anos um vertiginoso interesse por elas. Tais discussões, para além da produção acadêmica, mobilizam hoje uma série de movimentos sociais e coletivos. No âmbito dos patrimônios (materiais e/ou imateriais), um traço recorrente é que para além de narrativas sobre passado e cultura, eles tornaram-se uma arena de embate sobre direitos. Os patrimônios tornaram-se uma estratégica ferramenta de diálogo com o Estado e, também, acesso às cidades e territórios. Cidades, estas, nas quais percebemos diferentes temporalidades coexistindo. É a partir dessas temporalidades que monumentos, ruas e bairros inteiros são construídos, destruídos, preservados, apagados da memória e/ou patrimonializados como parte essencial de identidades coletivas. Assim, o estudo das memórias articuladas nas entrevistas nos permite perceber nuances, identidades e estigmas que marcam a sociabilidade urbana e os patrimônios e, ainda, como as pessoas atribuem valores, significados e sentidos aos lugares e práticas. Assim, esse ST propõe reunir pesquisas sobre tais temas via História Oral. Igualmente, trabalhos que tenham as memórias e os discursos produzidos sobre locais, moradores, manifestações culturais e fatos urbanos que adquirem relevância a partir das relações que os citadinos estabelecem com eles.