A inteligência artificial (IA) e o telemonitoramento têm revolucionado a detecção precoce de doenças pediátricas, otimizando o diagnóstico e a intervenção multiprofissional. Este estudo analisa o impacto dessas tecnologias na triagem de transtornos como o TEA, doenças respiratórias e distúrbios metabólicos. A IA demonstra alta acurácia na análise de padrões clínicos, enquanto o telemonitoramento permite o acompanhamento remoto de sinais vitais, reduzindo hospitalizações. No entanto, desafios como regulamentação, adesão dos cuidadores e capacitação dos profissionais ainda limitam sua implementação em larga escala. A enfermagem desempenha um papel essencial na mediação entre tecnologia e assistência humanizada, garantindo que inovações melhorem a qualidade do cuidado infantil. Conclui-se que, apesar dos obstáculos, a integração da IA e do telemonitoramento na saúde pediátrica é promissora, exigindo investimentos e políticas públicas para ampliar seu acesso de forma equitativa.
Comissão Organizadora
COORDENAÇÃO DE ENFERMAGEM DO UNIFIP
Nicoly Dantas
JOSÉ MATEUS BEZERRA DA GRAÇA
Comissão Científica
Júlia Mateus Lima Araújo
Joao Hercules de Araujo
Ayane Aiara Lauriano de Caldas
Gabriele Lima Monteiro
Davi Kéviny Vieira de Sousa