ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO DA EMERGÊNCIA NA ABERTURA DO PROTOCOLO SEPSE DE UMA INSTITUIÇÃO PARTICULAR EM FORTALEZA - CE

  • Autor
  • Maria Izabel da Silva Jeronimo
  • Co-autores
  • Andrea Magalhães de Aquino Hermínio , Geraldo Gomes Parente Junior , Renata Pereira Costa Silva , Maria Beatriz Cavalcante Tavares
  • Resumo
  • A sepse é uma condição potencialmente grave gerada por uma infecção associada à disfunção de órgãos causada por resposta desregulada do corpo humano na tentativa de combater o agente infeccioso. Dados nacionais revelam que 30% dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva são ocupados por pacientes com sepse ou choque séptico com letalidade de 55% dos casos gerando altos custos ao hospital. Estes fatos evidenciam a necessidade de ações para um atendimento rápido e preciso dos pacientes acometidos por essa patologia. A identificação precoce de sinais de SIRS (síndrome da resposta inflamatória sistêmica), que normalmente é feita pela a enfermagem, é um ponto essencial para tomada de decisão e referência no tratamento proposto, que deverá ser precoce. Assim, nota-se a importância da enfermagem no reconhecimento do paciente predisposto à sepse e levanta-se a seguinte questão: O enfermeiro atua de fato na identificação destes sinais? Visando responder tal questionamento este trabalho tem por objetivo reconhecer, através dos dados estatísticos, a atuação do enfermeiro da emergência de uma instituição particular em Fortaleza-CE, na abertura do protocolo sepse institucional. Para este fim, propôs-se um estudo quantitativo, com coleta de informações da base de dados dos protocolos abertos na instituição, durante 18 meses, compreendendo desde janeiro de 2018 a junho de 2019. A análise foi feita mês a mês, consolidando a quantidade total de protocolos abertos na instituição durante os meses citados. Avaliamos a quantidade mensal de abertura de protocolos na urgência e destes, a quantidade de protocolos abertos por enfermeiros. Dos resultados obtidos percebeu-se que ao longo dos 18 meses analisados o maior quantitativo de abertura do protocolo sepse provenientes da emergência foram feitos pelo profissional enfermeiro. Tal dado demonstra engajamento desta categoria frente ao protocolo institucional, assistindo assim de forma eficaz, sistematizada e segura os pacientes com infecção, sepse ou em choque séptico. Conclui-se que no hospital estudado, o enfermeiro da emergência, além do conhecimento cientifico, prático e técnico, que garante a tomada de decisões rápidas e concretas a fim de promover a segurança do paciente, também demonstra empoderamento para abertura do protocolo sepse.

  • Palavras-chave
  • Protocolo, Sepse, Enfermagem
  • Área Temática
  • ENFERMAGEM EM URGÊNCIA E EMERGÊNCIA (Atendimento Pré-hospitalar; Suporte Básico de Vida; Suporte Avançado de Vida)
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Nós, da Faculdade IDE, já conseguimos sensibilizar um enorme público de estudantes de Enfermagem e Enfermeiros para a importância do desenvolvimento das especialidades de Enfermagem no Brasil, nas quatro edições anteriores do CBEE. Foram eventos incríveis, e dias de muito networking e descobertas a cada apresentação. Os maiores nomes da Enfermagem Nacional, ali, perto de nós, compartilhando todos caminhos que podemos desbravar, para o desenvolvimento de uma Enfermagem cada vez mais qualificada. E percebemos que não dá mais para parar. O CBEE é hoje, um compromisso com a sociedade. Acreditamos em uma Enfermagem empoderada e transformadora e o CBEE é um dos nossos alicerces políticos que nos estimula a propiciar ambientes ricos em trocas de experiências que exala inspiração. E neste interim, as especialidades de Enfermagem precisam ser conhecidas, reconhecidas e discutidas com evidências e com a sabedoria de experiências exitosas.

Acreditamos nos entusiastas da Enfermagem, nos que mudam as coisas, nos que criam as oportunidades. E com isso, elevam a categoria para o patamar que lhe é de direito. Então, queremos que nosso Congresso seja cenário para que nasçam políticas de enfrentamento e quebra de paradigmas tão solidificados. Seremos ousados e construiremos mais um capítulo importante da nossa história.

Gilmar Júnior
Presidente do Congresso Brasileiro de Especialidades de Enfermagem

OBSERVAÇÕES GERAIS

1.1.Os trabalhos podem envolver qualquer uma das 60 especialidades de enfermagem listadas na Resolução 581/2018 do Conselho Federal de Enfermagem, ou legislação que estiver em vigor no ato do envio dos trabalhos científicos.

1.2.Qualquer estudante ou profissional de enfermagem pode enviar trabalho. Para envio dos trabalhos, pelo menos o primeiro autor já deve estar inscrito no 5º CBEE. A inscrição estará efetivada após o pagamento da taxa referente.

1.3.As datas e os horários de exposição serão definidos e publicados na plataforma digital do evento, com antecedência de até 20 dias da realização do evento.

1.4.Para envio dos trabalhos, pelo menos o primeiro autor já deve estar inscrito no 5º CBEE. A inscrição estará efetivada após o pagamento da taxa referente.

1.5.Podem ser inscritos trabalhos de campo, revisões de literatura, estudos de caso, etc. Só não serão aceitos para avaliação resumos de projetos de trabalhos.

1.6. Limites de envio de até 02 (dois) trabalhos pelo mesmo autor apresentador. Não havendo limite de número de trabalhos enviados como coautores.

1.7. Cada trabalho enviado deve conter no máximo de 05 (cinco) autores/co-autores no total.

1.8.Os orientadores devem ser considerados como co-autores dos trabalhos enviados. FACULDADE IDE | Rua Manuel de Brito, nº 311 – Pina - Recife /PE | 81 0800 081 3256 – 3465.0002 www.faculdadeide.edu.br | www.cbeeoficial.com.br

 

ATENÇÃO:

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  • Não haverá devolução da taxa de inscrição em caso de não aceitação do trabalho.
  • Destacamos que a não adequação a essas regras causa nulidade do resumo para avaliação da comissão científica.

 

Para mais informações sobre as exigências para submissão dos trabalhos, acesse o link com o editlai completo: Edital para submissão e apresentação de trabalhos Científico.

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