PERCEPÇÃO DOS IDOSOS ACERCA DO DIABETES MELLITUS TIPO 2

  • Autor
  • Francisco Rodolfo Eufrásio da Silva
  • Co-autores
  • Hanna Alves do Vale , Ana Ofélia Portela Lima , Francisca Andrea Marques de Albuquerque
  • Resumo
  • O envelhecimento populacional vem acompanhado das doenças crônicas, das quais destaca-se o Diabetes Mellitus. O DM tipo 2 (DM2) é uma patologia causada pela produção insuficiente, ou resistência a ação da insulina, hormônio produzido no pâncreas, pelas células betas, localizadas nas ilhotas de Langerhans. Não tem cura, apenas controle e o seu tratamento e prevenção baseia-se em mudanças de hábitos. Objetiva-se com esse estudo analisar a percepção dos idosos acerca do DM tipo 2 na atenção especializada em Fortaleza-CE. Pesquisa descritiva, qualitativa, realizada no Centro Integrado de Diabetes e Hipertensão (CIDH). Foram entrevistados 25 usuários, idosos, com DM tipo 2. Os dados foram coletados através de entrevista semi-estruturada, no mês de abril de 2019. Os dados foram analisados segundo Bardin (2011). A pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética da UNIFAMETRO parecer nº 3.275.134. A maioria dos pacientes demonstraram desânimo ao falar, sob o seu ponto de vista, o que é a Diabetes, onde muitos definem como “o açúcar no sangue”. Além disso, percebem que, mesmo não tendo cura, se o tratamento for feito da maneira correta e se adotarem um estilo de vida saudável, conseguem viver bem com a condição. Eu sei que é uma doença muito grave que você nunca fica boa, você toma remédio pra ir superando (P3). Só sei informar os efeitos, que atinge a vista. E de ferimento (P6). Sei mais ou menos, porque é uma doençazinha que ela mata aos poucos, mas se souber controlar, você vive (P12). É o açúcar no sangue (P20). O diagnóstico de uma doença crônica modifica a vida da maioria das pessoas e está relacionadas com as atividades cotidianas, pois, ocorrem sentimentos de angústia e desespero diante da percepção do pouco controle acerca da própria vida. Envolvendo aspectos biológicos, culturais, sociais, econômicos, psicológicos, etc. Quando lhes foram indagados sobre como a DM tipo 2 surge, os pacientes percebem que a hereditariedade e alimentação são os fatores principais. A hereditariedade é responsável, por uma contribuição importante para o DM. Entretanto, o DM2 pode ser retardado ou evitado por meio de modificações do estilo de vida. Eu acho que é só devido a família, que minha mãe, meu pai, tudo era diabete (P3). Eu acho que aparece ás vezes por excesso de alimentos doces ou então familiar (P1). Pelo consumo de açúcar, né? eu creio que ela pode também vim na genética, né? (P4). Eu penso que seja muitas extravagancias na alimentação (P6). Conclui-se que os idosos entrevistados não compreendem bem o que realmente é a sua doença e demonstraram desesperança ao falar o que é a DM, porém sabem que tem haver com a hereditariedade e envolve aspectos alimentares. Entendemos a necessidade de maior investimento em ações de educação em saúde, tornando necessário que os profissionais de saúde revejam sua prática assistencial de modo a considerar o papel de educador junto a seus pacientes.

    Descritores: Diabetes Mellitus, Enfermagem, Envelhecimento.

  • Palavras-chave
  • Diabetes Mellitus, Enfermagem, Envelhecimento
  • Área Temática
  • ENFERMAGEM EM SAÚDE DO IDOSO (Geriatria; Gerontologia)
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Nós, da Faculdade IDE, já conseguimos sensibilizar um enorme público de estudantes de Enfermagem e Enfermeiros para a importância do desenvolvimento das especialidades de Enfermagem no Brasil, nas quatro edições anteriores do CBEE. Foram eventos incríveis, e dias de muito networking e descobertas a cada apresentação. Os maiores nomes da Enfermagem Nacional, ali, perto de nós, compartilhando todos caminhos que podemos desbravar, para o desenvolvimento de uma Enfermagem cada vez mais qualificada. E percebemos que não dá mais para parar. O CBEE é hoje, um compromisso com a sociedade. Acreditamos em uma Enfermagem empoderada e transformadora e o CBEE é um dos nossos alicerces políticos que nos estimula a propiciar ambientes ricos em trocas de experiências que exala inspiração. E neste interim, as especialidades de Enfermagem precisam ser conhecidas, reconhecidas e discutidas com evidências e com a sabedoria de experiências exitosas.

Acreditamos nos entusiastas da Enfermagem, nos que mudam as coisas, nos que criam as oportunidades. E com isso, elevam a categoria para o patamar que lhe é de direito. Então, queremos que nosso Congresso seja cenário para que nasçam políticas de enfrentamento e quebra de paradigmas tão solidificados. Seremos ousados e construiremos mais um capítulo importante da nossa história.

Gilmar Júnior
Presidente do Congresso Brasileiro de Especialidades de Enfermagem

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1.1.Os trabalhos podem envolver qualquer uma das 60 especialidades de enfermagem listadas na Resolução 581/2018 do Conselho Federal de Enfermagem, ou legislação que estiver em vigor no ato do envio dos trabalhos científicos.

1.2.Qualquer estudante ou profissional de enfermagem pode enviar trabalho. Para envio dos trabalhos, pelo menos o primeiro autor já deve estar inscrito no 5º CBEE. A inscrição estará efetivada após o pagamento da taxa referente.

1.3.As datas e os horários de exposição serão definidos e publicados na plataforma digital do evento, com antecedência de até 20 dias da realização do evento.

1.4.Para envio dos trabalhos, pelo menos o primeiro autor já deve estar inscrito no 5º CBEE. A inscrição estará efetivada após o pagamento da taxa referente.

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1.6. Limites de envio de até 02 (dois) trabalhos pelo mesmo autor apresentador. Não havendo limite de número de trabalhos enviados como coautores.

1.7. Cada trabalho enviado deve conter no máximo de 05 (cinco) autores/co-autores no total.

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  • EDUCAÇÃO EM ENFERMAGEM
  • EDUCAÇÃO PERMANENTE E CONTINUADA EM SAÚDE
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