Dentre as diversas migrações, a internacional possui maiores aspectos com a globalização, possuindo fluidez (caminhos) ou barramentos (muros). Umas das mais importantes neste cenário é a linha/zona que separa os EUA e o México, com diversas relações. Apesar de a migração ser tratada ora como benéfica, ora como maléfica, ela é imprescindível na influência de algumas culturas, com no caso a pichação, tendo suas relações com muros. Assim, quais são os conteúdos representados nas pichações nas fronteiras internacionais? Este texto busca avariar as pichações encontradas no muro fronteiriço entre EUA e México, analisando formas de representações simbólicas. A metodologia utiliza-se da Geografia, da História e da Leitura Cultural, a partir de levantamentos, tratamentos e análise de dados primários obtidos do Google Maps® de 2022. Os resultados apontam para preferências de marcações de disputas territoriais individuais, em placas, no nível do olhar, com spray, com grafite, sem grupos e sem justaposição. Ao marcar o muro, este se torna vivo e passível de contribuições.
Comissão Organizadora
Victor Barros
Comissão Científica