O presente estudo tem como objetivo analisar os avanços e desafios na implementação de políticas públicas voltadas ao parto humanizado no Brasil. A humanização do parto representa uma importante estratégia para a promoção da saúde materno-infantil, baseada no respeito à autonomia da mulher, na valorização do cuidado centrado na gestante e na adoção de práticas baseadas em evidências. Para a construção deste trabalho, foi realizada uma pesquisa bibliográfica, com abordagem qualitativa, descritiva e exploratória, por meio da análise de produções científicas publicadas entre 2013 e 2024 nas bases de dados SciELO, LILACS, MEDLINE e BVS. Os resultados evidenciam avanços significativos com a criação de políticas como a Rede Cegonha e a Política Nacional de Humanização (PNH), que contribuíram para a ampliação do acesso e melhoria na qualidade da assistência obstétrica. No entanto, ainda persistem desafios, como a resistência institucional à mudança de modelo, a precariedade de infraestrutura em muitas regiões e a escassez de profissionais capacitados. Conclui-se que, apesar dos progressos, a efetiva consolidação do parto humanizado no Sistema Único de Saúde depende de investimentos contínuos em formação profissional, estrutura adequada e fortalecimento das diretrizes existentes.
Anais do Evento: CONGRESSO INTERNACIONAL MULTIDISCIPLINAR EM ANATOMIA E FISIOLOGIA DA CABEÇA & PESCOÇO= doi.org/10.55664/conato2023
ISBN registrado: 978-65-981095-1-6
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