Os procedimentos reconstrutivos periodontais e peri-implantares são frequentemente indicados na busca de resultados estéticos equilibrados e estáveis a longo prazo. O manejo tecidual, na maioria das situações clínicas, é dependente da obtenção de enxertos autógenos de tecidos moles, que podem ser obtidos de diferentes áreas doadoras a partir de diferentes técnicas cirúrgicas.O objetivo do trabalho é abordar as áreas doadoras de tecido mole em cirurgias plásticas periodontais e peri-implantares, destacando a importância do conhecimento detalhado dessas regiões para a escolha da melhor técnica em cada caso clínico, enfatizando a necessidade de considerar fatores como disponibilidade tecidual, experiência do cirurgião e impacto pós-operatório. São discutidas as principais áreas doadoras, com destaque para a mucosa palatina, amplamente utilizada, mas com limitações anatômicas. Também são abordadas alternativas como a tuberosidade maxilar, regiões edêntulas e porções internas dos retalhos palatinos, além das diferentes técnicas cirúrgicas, incluindo incisões paralelas e em cunha. Por fim, o trabalho reforça a importância de uma abordagem individualizada na seleção da área doadora, considerando as necessidades estéticas e funcionais do paciente auxiliando na decisão destacando a relevância da atualização constante e do aprendizado contínuo para obter melhores resultados clínicos.
Comissão Organizadora
Mauro Piragibe Jr
Frederico de Campos Pires
Victor Lembo
Guilherme
Comissão Científica
Armando Hayassy