Deficiência transversal da maxila é muito prevalente, em indivíduos que já passaram do surto de crescimento ósseo, utiliza-se técnicas de disjunção assistida por mini-implantes. Objetivo: comparar medidas em diferentes regiões do osso e tecido mole do palato em Tomografias Computadorizadas de Feixe Cônico com e sem deficiência transversa da maxila. Metodologia: 65 TCFC,16 tomografias de homens e 15 de mulheres, 31 anos em média, com deficiência transversa. E,14 de homens e 20 de mulheres, com média 33,3 anos sem deficiência. Medidas obtidas em 3 posições no palato duro: distal do primeiro pré-molar, distal do segundo pré-molar e distal do primeiro molar. Resultados: espessura do osso palatino foi maior na distal dos primeiros pré-molares, diminuiu nas distais do segundos pré-molares e primeiros molares, os maiores valores na sutura palatina em ambos os grupos. A espessura gengival foi maior no grupo A na distal dos primeiros pré-molares. A largura do rebordo gengival maior na altura crista óssea alveolar na distal dos segundos prés no grupo B, já no A, foi na distal dos primeiros molares. A espessura da mucosa gengival foi maior no grupo A, na altura mediana da raiz na região distal dos primeiros molares. Importante analisar a TCFC para o planejamento da instalação dos mini-implantes palatinos.
Comissão Organizadora
Mauro Piragibe Jr
Frederico de Campos Pires
Victor Lembo
Guilherme
Comissão Científica
Armando Hayassy