Na reabilitação fixa, o componente intermediário protético pilar fornece um conjunto com o implante e transmite a força mastigatória para o osso. Nos casos de mini e micro pilares substituem os intermediários maiores em regiões com pouco espaço interoclusal. O trabalho busca avaliar a distribuição de tensões em amostras artificiais de osso, implante e prótese utilizando intermediários com diferentes diâmetros a partir do Método dos Elementos Finitos (MEF), na região posterior da mandíbula. A simulação virtual representou uma situação clínica de ausência dos elementos 44, 45 e 46, em casos de cantiléver, pôntico e unitário com tensão de 250N ao longo eixo da estrutura protética. Os modelos em elementos finitos foram construídos com auxílio do software SolidWorks. Em resultados, o de micro unitário foi o melhor dos seis grupos analisados, apresentou menos tensão ao implante e ao osso medular. Na análise do intermediário e osso cortical, o grupo de mini unitário e micro pôntico apresentou melhores resultados respectivamente. O micro e mini cantiléver, foram os que apresentaram maiores valores de tensão ao implante e ao osso cortical, com os mesmos valores. Na análise do intermediário e osso medular, apenas o grupo de mini cantiléver apresentou o maior valor de tensão. Concluiu-se, que o grupo com micro pilar foi melhor, apresentou menor tensão ao implante e ao osso medular.
Comissão Organizadora
Mauro Piragibe Jr
Frederico de Campos Pires
Victor Lembo
Guilherme
Comissão Científica
Armando Hayassy