O estudo determinou a influência de diferentes métodos de pós-cura na capacidade de polimerização e estabilidade de cor de restaurações indiretas impressas em material à base de compósito. Amostras foram confeccionadas a partir da impressão tridimensional (Anycubic Photon Mono 4 10K) de um compósito (BioPrint Crown, BL, Horus/Aditek) em formatos de disco (10×2mm, n=5) e de barra (25×2×2mm, n=10) e a seguir submetidas a quatro protocolos de pós-cura: convencional, imersão em gel hidrossolúvel, aplicação de vácuo e imersão em gel hidrossolúvel associado à aplicação de vácuo. Como controle negativo, um grupo não foi exposto à pós-cura. Foram realizados ensaios de resistência flexural (três pontos), análise de cor (CIEDE2000) e microdureza Knoop. Os resultados foram submetidos à análise de variância e teste de Tukey (?=0,05). Os resultados demonstraram que o grupo gel e vácuo apresentou maior módulo de elasticidade e resistência flexural comparado aos demais métodos. Não houve variação significativa na estabilidade de cor entre as amostras. A dureza foi superior nos grupos com gel hidrossolúvel. Conclui-se que a associação de gel hidrossolúvel com vácuo durante a pós-cura otimizou as propriedades mecânicas da resina impressa 3D, sem comprometer sua estabilidade cromática, representando um protocolo promissor para aplicações em odontologia digital.
Comissão Organizadora
Mauro Piragibe Jr
Frederico de Campos Pires
Victor Lembo
Guilherme
Comissão Científica
Armando Hayassy