Este estudo in vitro verificou a influência das inclinações de implantes CM no destorque e na perda de torque do componente UCLA, em coroas unitárias metálicas e metalocerâmicas parafusadas. 54 implantes(3,75´13mm) foram instalados a nível ósseo em osso sintético, formando 3 grupos (n=18) com inclinações de 17 e 30º e retos (G17, G30, GRT). Cada grupo foi redistribuído em 3 subgrupos (n = 6) para receber ou não coroas metálicas e metalocerâmicas de um primeiro molar inferior com torque de 30 N.cm, e após 10 minutos, reapertados com o mesmo valor do torque. As seis amostras de cada subgrupo foram randomizadas e submetidas à ciclagem mecânica. Finalizada a ciclagem, foram mensurados os valores de destorques e de perda de torque em relação à inclinação dos implantes e quanto ao tipo de coroa. Os valores foram submetidos à análise estatística (Kruskal Wallis e Dunn e significância de 5%). A média do destorque foi mais alta no GRTS que G30S.Da mesma forma, o G17S exibiu média mais alta que G17MC. A média da perda de torque foi maior no G30S que GRTS. De forma oposta, o G17S apresentou média menor que G17MC. Após ciclagem mecânica, o pilar UCLA reto e os inclinados não exerceram influência no destoque, e a perda de torque foi semelhante. Os resultados mais favoráveis foram associados aos implantes retos e inclinados a 17°, independentemente do tipo de coroa utilizada.
Comissão Organizadora
Mauro Piragibe Jr
Frederico de Campos Pires
Victor Lembo
Guilherme
Comissão Científica
Armando Hayassy