Introdução: O estigma relacionado a transtornos mentais segue como um grande desafio social resistente ao tempo, mesmo que a reforma psiquiátrica tenha buscado ampliar a compreensão sobre a loucura e promover novas formas de cuidado com a saúde mental a permanência dessa estigmação mostra forças estruturadas culturalmente tradicionais. O preconceito em saúde mental ainda é um problema para a sociedade, principalmente por incentivar as pessoas de forma negativa á não procurarem ajuda pelo medo de serem rotuladas, a falta de informação acaba reforçando o preconceito e essa discriminação. A educação em saúde mental surge como uma possibilidade para a compreensão e diferenciação entre os estados de normalidades mentais e de transtornos e sofrimentos psíquicos. A banalização do sofrimento psicológico tem se intensificado na sociedade, revelando uma forma superficial de compreender questões de saúde mental. Embora muitas abordagens terapêuticas atuais busquem resistir a essa tendência evitando diagnósticos apressados e simplificações de quadros complexos observa-se, ao mesmo tempo, um distanciamento da sociedade em relação a uma visão mais empática e aprofundada do tema. Nesse contexto, indivíduos que vivenciam transtornos graves acabam frequentemente não sendo ouvidos nem levados a sério, o que contribui para a manutenção de um ciclo de invisibilidade e marginalização (Leite; Nogueira; Terra, 2015). Objetivo: Analisar de que maneira o preconceito social e a banalização do sofrimento psicológico influenciam a percepção e o acesso ao cuidado em saúde mental. Busca-se investigar como a sociedade, ao desvalorizar os sinais de sofrimento, acaba criando barreiras para que indivíduos que necessitam de acompanhamento procurem ajuda profissional. Metodologia: A pesquisa foi desenvolvida através de pesquisas bibliográficas, Vanti(2002) define como um conjunto de métodos de pesquisas utilizadas para mapear a estrutura de conhecimento em um campo cientifico através de uma abordagem qualitativa com dados bibliográficos. Resultados e Discussão: Os resultados mostram que o preconceito em relação à saúde mental ainda é bem presente. Muitas pessoas têm vergonha, medo de buscar ajuda, com medo de serem julgadas ou chamadas de “fracas”. Além disso, o sofrimento psicológico muitas vezes é banalizado, tratado como algo leve ou passageiro, e você se tornar “terapeutizada” é vista como algo dispensável. Isso faz com que quem realmente precisa de acompanhamento fique sem apoio, prolongando o sofrimento. Por outro lado, a terapia oferece um espaço seguro e acolhedor, onde o indivíduo é ouvido e compreendido. Fica claro que, além do trabalho dos profissionais, é necessário mudar a forma como a sociedade vê a saúde mental, promovendo mais empatia, respeito e valorização do cuidado psicológico. Considerações finais: Através do presente trabalho buscou-se mostrar que o preconceito e a banalização do sofrimento psíquico dificultam o acesso ao cuidado da saúde mental. O ser “terapeutizada” oferece benefícios significativos como autoconhecimento e equilíbrio emocional que são aspectos positivos tanto para o indivíduo como também para a sociedade, promovendo mais empatia e relações mais saudáveis. É fundamental fortalecer políticas públicas, educação e campanhas de conscientização para reduzir o estigma e valorizar a saúde mental como um direito de todos.
Palavras-chave: Saúde mental; Estigma social; Terapia
Seja bem-vind@ à leitura dos Anais da Conexão Unifametro 2025!
Temos o prazer de disponibilizar à comunidade acadêmica os Anais do XIII Encontro de Iniciação à Pesquisa, XIII Encontro de Monitoria, o XV Encontro de Pós-graduação e o VI Encontro de Experiências Docentes. Aqui estão os trabalhos que foram apresentados durante o evento, que agora são compartilhados em forma de artigos digitais.
Esperamos que essa coletânea possa auxiliar em estudos e pesquisas, estimular outros alunos e professores à produção científica e dar subsídios a novas práticas em campos de atuação diversos das áreas da saúde, humanas e exatas.
Agradecemos a todos pela confiaça em compartilhar suas produções científicas em nosso evento e contamos com sua participação na próxima Conexão!.
Boa leitura!
Comissão Científica da Conexão Unifametro 2025.
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