Introdução: Dentre as diferentes e determinantes fases que compõem o Tratamento Endodôntico, a escolha da técnica de acesso influencia diretamente na preservação da estrutura dentária e na eficácia dos procedimentos de limpeza e modelagem dos canais radiculares. Os acessos minimamente invasivos têm sido propostos como alternativa aos acessos tradicionais, visando maior preservação de tecido dental. Entretanto, ainda existe debate sobre suas limitações quanto à visibilidade, instrumentação e necessidade de tecnologias auxiliares. Objetivo: Comparar as implicações clínicas dos acessos minimamente invasivos e tradicionais na Endodontia, considerando aspectos como preservação de estrutura, visibilidade, instrumentação dos canais e necessidade do uso de tecnologias. Metodologia: Trata-se de uma revisão de literatura em que a busca foi realizada nas bases de dados: PubMed, LILACS, SciELO nos últimos 5 anos, utilizando os descritores “Cavidade Pulpar”, “Dentina”, “Endodontia” e “Minimamente Invasivo” e seus equivalentes em inglês, com o operador booleano “AND”. Os critérios de inclusão foram artigos com texto completo gratuito que abordassem diretamente sobre acessos endodônticos minimamente invasivos. Foram excluídos artigos que não abordavam de forma direta o tema. Com a busca foram localizados 8 artigos e, após leitura dos títulos e resumos, foram selecionados 6 artigos para a leitura completa e análise final. Resultados e Discussão: Os métodos de acessos endodônticos tradicionais são descritos como preparos mais abrangentes: Ao expor a câmara pulpar de forma mais ampla, promove visibilidade e acesso direto à área de trabalho. Com isso, facilitando o trabalho do operador no momento da instrumentação, irrigação e obturação, mesmo que com ferramentas tradicionais. Por outro lado, são técnicas que preconizam um desgaste maior em região coronária, resultando em remoção de mais dentina coronária e radicular, podendo levar à fragilização do dente a longo prazo. Já os acessos minimamente invasivos são planejados para conservar o máximo de estrutura dentária possível, como o cíngulo e até parte do teto da câmara pulpar, para aumentar a sua resistência à fratura. Possibilita instrumentação com menor conicidade para preservar da dentina pericervical, mas especialmente de dentina na porção coronária. Essa discussão é extremamente relevante para confrontar a eficácia da limpeza e a preservação estrutural. Quanto menor for o preparo, maior a dúvida em relação à descontaminação e mais difícil se torna a obturação devido à necessidade de obturar um cone de guta percha por vez. Para tentar compensar a falta de espaço, existe a possibilidade de tecnologias: como a magnificação, onde o aumento gerado pelo microscópio compensaria a falta de visualização dada de forma direta; e a ultrassônica, para potencializar a fase de irrigação. O que tende a aumentar o tempo do procedimento e aumento de investimento necessário. Considerações finais: A literatura reconhece os desafios técnicos associados à prática endodôntica, mas os acessos minimamente invasivos buscam assegurar a integridade biomecânica do dente sem comprometer a eficácia da descontaminação, especialmente quando associados a tecnologias como o conceito microsonics.
Seja bem-vind@ à leitura dos Anais da Conexão Unifametro 2025!
Temos o prazer de disponibilizar à comunidade acadêmica os Anais do XIII Encontro de Iniciação à Pesquisa, XIII Encontro de Monitoria, o XV Encontro de Pós-graduação e o VI Encontro de Experiências Docentes. Aqui estão os trabalhos que foram apresentados durante o evento, que agora são compartilhados em forma de artigos digitais.
Esperamos que essa coletânea possa auxiliar em estudos e pesquisas, estimular outros alunos e professores à produção científica e dar subsídios a novas práticas em campos de atuação diversos das áreas da saúde, humanas e exatas.
Agradecemos a todos pela confiaça em compartilhar suas produções científicas em nosso evento e contamos com sua participação na próxima Conexão!.
Boa leitura!
Comissão Científica da Conexão Unifametro 2025.
As normas para submissão e apresentação de trabalhos podem ser acessadas em: https://doity.com.br/conexao-unifametro-2025/artigos
Comissão Organizadora
Unifametro
Antônio Adriano da Rocha Nogueira
Fábio Júnior Braga
VILDANÁLIA GUEDES MASCARENHAS MARQUES
Ana Lerry Teixeira Arimatéia
MARIA ISABELE DE SOUSA SOARES
Anderson Oliveira
Kely de Souza Pereira Maciel
Letícia dos Santos Souza
Jefferson de Melo e Silva Cardoso
Yara Emilly Lima Bezerra
VIVIANY SANTOS OLIVEIRA
Kauã Alexsander Gomes Carvalho
Roberta Freitas Celedonio
Comissão Científica
A Comissão Científica permanece à disposição pelo e-mail conexaocientifica@unifametro.edu.br e presencialmente na sala da Coordenadoria de Pesquisa e Monitoria (COOPEM) localizada no Campus Carneiro da Cunha do Centro Universitário Fametro - Unifametro.
Os anais da CONEXÃO Unifametro 2024 estão disponíveis no link: https://doity.com.br/anais/conexaounifametro2024
Os anais da CONEXÃO Unifametro 2023 estão disponíveis no link: https://doity.com.br/anais/conexaounifametro2023
Os anais da CONEXÃO Unifametro 2022 estão disponíveis no link: https://doity.com.br/anais/conexaounifametro2022
Os anais da CONEXÃO Unifametro 2021 estão disponíveis no link: https://doity.com.br/anais/conexaounifametro2021
Os anais da CONEXÃO Unifametro 2020 estão disponíveis no link: https://doity.com.br/anais/conexaounifametro2020
Os anais da CONEXÃO Unifametro 2019 estão disponíveis no link: https://doity.com.br/anais/conexaounifametro2019
Os anais da CONEXÃO Unifametro 2018 estão disponíveis no link: https://doity.com.br/anais/conexaofametro2018