INTRODUÇÃO: A gestão da qualidade e segurança assistencial envolve todos os serviços de saúde, incluindo a fisioterapia. A implementação de indicadores que monitoram a qualidade assistencial é fundamental para a avaliação e aprimoramento dos serviços prestados. OBJETIVO: Descrever os indicadores de monitoramento da qualidade assistencial da fisioterapia em UTI. METODOLOGIA: Trata-se de uma abordagem descritiva, baseada na análise de indicadores desenvolvidos pelo setor de fisioterapia do HCAAJ. RESULTADOS E DISCUSSÃO: A Taxa de Utilização de O2 aumentou (19,3% contra 15,9%) em relação a 2023, indicando uma possível mudança no perfil de gravidade dos pacientes ou no manejo das condições respiratórias. A Taxa de Utilização de VMI aumentou em 2024 (16,6%) em relação a 2023 (11,1%), com necessidade de reflexão sobre as causas. Na assertividade do Teste de Respiração Espontânea, a taxa média foi de 86,8%, superior a 2023 (73,3%), indicando um avanço na precisão do diagnóstico de capacidade respiratória dos pacientes e uma melhoria na qualificação da equipe. A Taxa de Extubação Planejada (91,9%) reflete uma boa prática assistencial, enquanto a baixa Taxa de Reintubação em menos de 48h (6,6%) demonstra uma assertividade no processo de extubação. CONCLUSÃO: Através da implementação dos indicadores, pretende-se promover a avaliação e o aprimoramento contínuo das práticas fisioterapêuticas, contribuindo para a melhoria dos resultados e segurança assistencial dos pacientes.
Comissão Organizadora
Lucas Pedrosa Souto Maior
Priscila Cabral Melo Holanda
Ana Cláudia Barros de Jesus
OTONI FLAVIO ANDRADA VERISSIMO
Comissão Científica
Lucas Pedrosa Souto Maior
Ana Carolina do Nascimento Calles
Candyce Simões Malta Marques Silva
CYNTHIA PAES PEREIRA
Glauber Schettino-Silva
Paulo César de Assis Santana Júnior
Yuri Cavalcanti Albuquerque Tenorio