O presente trabalho relata um caso de transposição de grandes artérias congenitamente corrigida, que tem como característica apresentar uma dissociação atrioventricular e ventrículo atrial. O átrio direito está conectado com o ventrículo esquerdo morfológico que ejeta sangue pela artéria pulmonar, em posição posterior e o átrio esquerdo está conectado com ventrículo direito morfológico que ejeta sangue para aorta, em posição anterior. Epidemiologicamente apresenta incidência de 0,5% de todas as cardiopatias congênitas. Apresentamos uma paciente com 49 anos hipertensa de longa data, em que procurou atendimento em cardiologia com queixa de dor retroesternal do tipo queimação de alta intensidade, associada a dispneia. Nega irradiação e parestesia, com duração média de 30 minutos e sem apresentar fatores de melhora ou piora da dor . Ao ser melhor investigada esta queixa, foi solicitado exames complementares (ECG + ECOTT + LAB + ANGIO TC DE CORONÁRIAS + TESTE ERGOMÉTRICO) observa-se alterações morfológicas cardíacas e dissociação atrioventricular. Com sinais sugestivos ao diagnostico de uma cardiopatia de alta complexidade e sem indicação de interveção cirúrgica imediata, por sua conta clínica de outra alteração morfológica (CIA) e por encontrar-se estável clinicamente.
Comissão Organizadora
Lucas Pedrosa Souto Maior
Priscila Cabral Melo Holanda
Ana Cláudia Barros de Jesus
OTONI FLAVIO ANDRADA VERISSIMO
Comissão Científica
Lucas Pedrosa Souto Maior
Ana Carolina do Nascimento Calles
Candyce Simões Malta Marques Silva
CYNTHIA PAES PEREIRA
Glauber Schettino-Silva
Paulo César de Assis Santana Júnior
Yuri Cavalcanti Albuquerque Tenorio