Introdução: A cardiopatia congênita afeta cerca de 30 mil crianças por ano, conforme o Ministério da Saúde. A assistência médica é fundamental no manejo dessas condições, mas enfrenta desafios: distância e sobrecarga hospitalar, que impedem um atendimento eficaz. A telemedicina surge como modelo promissor no atendimento remoto de pacientes com cardiopatias, permitindo consultas em tempo real com especialistas. Esse recurso melhora a gestão das cardiopatias congênitas, com avaliação de riscos para promover melhor qualidade de vida. Objetivo: Analisar o impacto da telemedicina no tratamento remoto de pacientes com cardiopatias congênitas. Metodologia: A revisão de literatura visa responder à pergunta norteadora: “Como a telemedicina auxilia no manejo de pacientes com cardiopatias congênitas, sobretudo no monitoramento remoto?” Os dados foram coletados nas bases de dados Medline (via Pubmed), LILACS e SciELO com a estratégia de busca: “telemedicine” AND “congenital heart” AND “management”, com filtro aplicado para os últimos 5 anos. Foram lidos títulos, resumos e artigos completos. Resultados: A pesquisa resultou na leitura de 24 artigos, em que 8 foram selecionados para o estudo. Os artigos indicam que a telemedicina promove a personalização do acompanhamento e aprimora as intervenções clínicas, resultando num tratamento eficaz. Conclusão: A implementação da telemedicina mostra-se efetiva no tratamento de cardiopatias congênitas, atendendo as demandas do paciente remotamente.
Comissão Organizadora
Lucas Pedrosa Souto Maior
Priscila Cabral Melo Holanda
Ana Cláudia Barros de Jesus
OTONI FLAVIO ANDRADA VERISSIMO
Comissão Científica
Lucas Pedrosa Souto Maior
Ana Carolina do Nascimento Calles
Candyce Simões Malta Marques Silva
CYNTHIA PAES PEREIRA
Glauber Schettino-Silva
Paulo César de Assis Santana Júnior
Yuri Cavalcanti Albuquerque Tenorio