BRASIL (2024), estima-se que haja atualmente no mundo 850 milhões de pessoas com DRC, decorrente de várias causas. A Terapia Renal Substitutiva é uma das modalidades de substituição da função renal por meio dos seguintes procedimentos hemodiálise, diálise peritoneal e transplante renal.
Relatar a experiência de uma enfermeira que vivência a implantação do ambulatório de Transplante Renal em um hospital Alagoano 100% SUS, com base em uma assistência de enfermagem integral, humanística e resolutiva
A elaboração desse trabalhado contou com a colaboração e relato de experiência de uma Enfermeira de um hospital, 100% SUS, que submeteu pacientes a modalidade do tratamento transplante Renal.
Este relato tem inicío em Junho de 2024 por meio da vivência ambulatorialmente de uma Enfermeira no ambulatorio de TX renal. A consulta de enfermagem é indispensável e deve ser conduzida por profissionais preparados para compartilhar saberes do processo transplantar, que tenha uma escuta sensível e individualizada a cada indivíduo.
Considero que é de suma importância o planejamento e implantação da assistência de enfermagem em todas as etapas de um transplante. O paciente ao chegar para as consultas muitas das vezes inseguros, com dúvidas ou leigos diante da terapêutica que será proposta, sente-se acolhido após nossas explicações e esclarecimentos que por se tratar de um procedimento que modificará e transformará não apenas a vida do paciente, mas de todo o seu convívio.
Comissão Organizadora
Lucas Pedrosa Souto Maior
Priscila Cabral Melo Holanda
Ana Cláudia Barros de Jesus
OTONI FLAVIO ANDRADA VERISSIMO
Comissão Científica
Lucas Pedrosa Souto Maior
Ana Carolina do Nascimento Calles
Candyce Simões Malta Marques Silva
CYNTHIA PAES PEREIRA
Glauber Schettino-Silva
Paulo César de Assis Santana Júnior
Yuri Cavalcanti Albuquerque Tenorio