Adesão ao tratamento farmacológico para hipertensão: barreiras e estratégias de intervenção na atenção primária.

  • Autor
  • Bárbara Ellen Costa Freitas
  • Co-autores
  • Lara Polyane da Silva Batista , Anna Amélia Santos de Omena Gonzaga , Fernanda Maria Silva Brito
  • Resumo
  • Introdução: A  hipertensão arterial sistêmica (HAS) é um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares, representando um grave problema de saúde pública. A atenção primária é crucial na gestão da hipertensão, mas a adesão ao tratamento farmacológico continua sendo um desafio multifatorial. Objetivo: Analisar estratégias para melhorar a adesão ao tratamento da hipertensão na atenção primária.  Metodologia: Trata-se de uma revisão narrativa, através de busca realizada no PubMed e na Biblioteca Virtual em Saúde (BVS). Foram incluídos artigos publicados nos últimos cinco anos. Os descritores utilizados foram “adesão à medicação”, “hipertensão arterial”, “atenção à saúde” combinados com operadores booleanos. Resultados e discussão: Os estudos indicam que a adesão à abordagem terapêutica para hipertensão, na atenção primária no Brasil, é insuficiente. Segundo Coelho JC et al (2023), apenas 44% dos pacientes aderem aos cuidados de forma adequada.  Fatores como idade avançada e comorbidades dificultam a adesão, enquanto apoio social e maior escolaridade favorecem o comprometimento com o tratamento, conforme Peña-Valenzuela et al (2022). A ausência de combinações medicamentosas fixas limita a adesão, o que justifica o incentivo à monoterapia, promovendo segurança ao tratamento, de acordo com Ferreira PC et al (2023). Conclusão: A adesão ao tratamento da hipertensão no Brasil é baixa, sendo essencial melhorar o acesso, apoio social e incentivar o uso de monoterapia.

     

  • Palavras-chave
  • Adesão à medicação, hipertensão arterial, atenção à saúde
  • Modalidade
  • Pôster
  • Área Temática
  • Gestão em saúde Pública
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  • Gestão em saúde Pública

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