INTRODUÇÃO: A qualidade da assistência em uma unidade de terapia intensiva (UTI) pode ser mensurada por meio de indicadores de saúde aplicados nos setores hospitalares por apresentar numericamente o desempenho do setor. Um dado a ser explorado a partir dessa ferramenta é a taxa de uso de oxigênio (O2). Ao oferecer um fração de oxigênio 60% por um período prolongado aumenta-se a chance de haver atelectasia, diminuição do surfactante alveolar, presença de toxicidade pulmonar e redução da relação ventilação perfusão. OBJETIVOS: Analisar as taxas do uso de O2 suplementar em pacientes internos na UTI a partir dos indicadores assistenciais. METODOLOGIA: Trata-se de um estudo transversal realizado com pacientes adultos que estavam fazendo uso de O2 como terapia. Os dados utilizados foram extraídos da planilha Excel® que é preenchida diariamente pela equipe de fisioterapia da UTI. Para análise estatística, foi utilizado a média, desvio padrão e porcentagem. RESULTADOS: O estudo mostrou a importância da utilização controlada de O2 em pacientes nas UTI, apresentando como principais resultados do consumo médio 58,6±12,7 e uma taxa de 19,3%. Em comparação ao ano anterior, que o O2 foi utilizado em 15,9% dos casos, isto é, tendo um aumento de 1,9% para manter níveis adequados de oxigenação no ano de 2024. CONCLUSÃO: Neste estudo foi observado que o uso de O2 na UTI teve um aumento. Pode-se considerar a gravidade dos pacientes e mesmo assim está na média da utilização pela literatura.
Comissão Organizadora
Lucas Pedrosa Souto Maior
Priscila Cabral Melo Holanda
Ana Cláudia Barros de Jesus
OTONI FLAVIO ANDRADA VERISSIMO
Comissão Científica
Lucas Pedrosa Souto Maior
Ana Carolina do Nascimento Calles
Candyce Simões Malta Marques Silva
CYNTHIA PAES PEREIRA
Glauber Schettino-Silva
Paulo César de Assis Santana Júnior
Yuri Cavalcanti Albuquerque Tenorio