Introdução: O transplante cardíaco é uma maneira eficaz de melhorar a qualidade de vida, bem como a sobrevivência em pacientes com insuficiência cardíaca terminal, com uma sobrevida média de mais de 12 anos. Objetivos: Analisar o recorte epidemiológico do transplante cardíaco nos estados do nordeste durante o período de 2013 a 2023. Método: Este estudo teve como objetivo estabelecer o recorte epidemiológico da transplante cardíaco ao longo de um período de 2013 a 2023 nos estados do nordeste, utilizando dados extraídos do DATASUS. Resultados: Durante os anos de 2013 a 2023 foi realizado um total de 706 transplantes cardíacos nos estados nordestinos, de um total de 3.187 do país. Sendo Pernambuco o pioneiro com 416 procedimentos, seguido por Ceará com 246; e Alagoas com apenas 23 operações cirúrgicas. Sergipe é o estado com menos transplantes, com apenas 1 procedimento no ano de 2017. O ano com mais procedimentos no nordeste foi em 2017, em que o Brasil alcançou seu segundo maior número, com 322 procedimentos. E com média anual de 64, ficando em 2° lugar em número total, atrás apenas do sudeste. Conclusão: Os dados revelam uma variação significativa no número de procedimentos de acordo com o estado, o que reflete a capacidade hospitalar de comportar a complexa logística de um transplante de coração, Além de problemas inerentes ao transplante como baixo número de doadores e a espera da fila. Dados que corroboram o painel brasileiro de crescimento tímido do transplante cardíaco.
Comissão Organizadora
Lucas Pedrosa Souto Maior
Priscila Cabral Melo Holanda
Ana Cláudia Barros de Jesus
OTONI FLAVIO ANDRADA VERISSIMO
Comissão Científica
Lucas Pedrosa Souto Maior
Ana Carolina do Nascimento Calles
Candyce Simões Malta Marques Silva
CYNTHIA PAES PEREIRA
Glauber Schettino-Silva
Paulo César de Assis Santana Júnior
Yuri Cavalcanti Albuquerque Tenorio