Introdução: No Brasil, a Doença Arterial Coronariana é responsável por 120.000 mortes anuais. O infarto agudo do miocárdio com supradesnível do segmento ST (IAMCSST) é a causa da maioria dos eventos fatais. O ECG pode confirmar rapidamente o diagnóstico em 60% dos casos, devendo ser realizado em até dez minutos da chegada do paciente ao pronto atendimento. Objetivos: Evidenciar o ECG como essencial para reduzir o tempo das intervenções terapêuticas e minimizar complicações. Métodos: Foi realizada uma revisão da literatura, utilizando as bases de dados PubMed e Scielo, com os descritores: “electrocardiogram within 10 minutes”. Foram incluídos estudos que abordaram o tempo de realização do ECG em pacientes com dor torácica, tempo até a intervenção terapêutica, mortalidade e complicações. Foram excluídos estudos em pediatria, dor torácica não relacionada ao sistema cardiovascular e artigos incompletos. Resultados: A DAC pode se apresentar como angina instável ou infarto e o diagnóstico precoce influencia diretamente no desfecho do paciente. Nos casos de IAMCSST, o ECG detecta a obstrução e o paciente é encaminhado para a reperfusão imediata. Estudos apontam uma redução de 25% nas complicações associadas, como insuficiência cardíaca e arritmias, quando o ECG foi realizado precocemente. Conclusão: A literatura reforça a importância da realização de um ECG em até 10 minutos, destacando um impacto positivo no diagnóstico rápido, tratamento precoce e diminuição da mortalidade.
Comissão Organizadora
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Lucas Pedrosa Souto Maior
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