Introdução: O transplante cardíaco (TxC) é considerado tratamento padrão-ouro para insuficiência cardíaca (IC) avançada, por ser um procedimento de alta complexidade e complicações esperadas está relacionado ao maior tempo de internação e outros eventos de desfecho sério. A mobilização precoce em pacientes em pós-operatório cardíaco traz benefícios a estes complicadores. Descrição do caso: Mulher, 46 anos, hipertensa, ex-tabagista, com IC de fração de ejeção reduzida (FE 24%), idiopática, em NYHA 3 e INTERMACS 4, foi submetida ao transplante, comtécnica ortotópica bicaval, sem intercorrências perioperatórias, paciente chega a UTI em VMI em modo controlado, extubada em menos de 6 hora, sentou fora do leito após 24 horas de sua extubação e deambulou com menos de 48 horas após procedimento de transplante, paciente nãoapresentou qualquer intercorrência durante o período de intervenção. Discussão: O relato de caso apresenta excelente resultado relacionado a evolução desta paciente. Este conjunto de estratégias influenciam de mobilização precoce contribuiu, para aumento da capacidade funcional e na redução no tempo de internação na UTI.Conclusão: Diante disto, podemos observar que nosso protocolo de mobilização precoce que faz parte de estratégias de reabilitação do programa ERAS, esta em consonância com a literatura, promovendo resultados de menor tempo de internação e menor complicações e contribuindo para autonomia do paciente.
Comissão Organizadora
Lucas Pedrosa Souto Maior
Priscila Cabral Melo Holanda
Ana Cláudia Barros de Jesus
OTONI FLAVIO ANDRADA VERISSIMO
Comissão Científica
Lucas Pedrosa Souto Maior
Ana Carolina do Nascimento Calles
Candyce Simões Malta Marques Silva
CYNTHIA PAES PEREIRA
Glauber Schettino-Silva
Paulo César de Assis Santana Júnior
Yuri Cavalcanti Albuquerque Tenorio