EDUCAÇÃO EM SAÚDE SOBRE HIV NAS ESCOLAS DE CASTANHAL: ENFRENTAMENTO DE TABUS, APRIMORAMENTO DO DIAGNÓSTICO E PROMOÇÃO DA PREVENÇÃO

  • Autor
  • Bruno Igor de Oliveira Possidonio
  • Co-autores
  • Max Chaves Mota Júnior , Cleiton Cauê Alves Batista , Cristovão Kauã Rufino Pereira , Rossela Damascena Caldeira
  • Resumo
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    A prevenção do Vírus da Imunodeficiência Adquirida (HIV) evoluiu significativamente ao  longo das últimas décadas, mas ainda há desafios importantes relacionados aos determinantes  sociais da vulnerabilidade. No município de Castanhal, estado do Pará, a vigilância  epidemiológica registrou casos em múltiplas faixas etárias e maior incidência entre homens,  dados que sugerem a necessidade urgente de ações educativas eficazes. Diante deste cenário,  o objetivo das intervenções realizadas, foi o de ampliar o conhecimento sobre transmissão,  prevenção, diagnóstico e manejo do HIV, bem como, reduzir estigmas associados à infecção,  divulgar o uso adequado da Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) e da Profilaxia Pós-Exposição  (PEP), além de divulgar informações sobre o tratamento antirretroviral disponibilizado pelo  Sistema Único de Saúde (SUS). Para alcançar esses objetivos, foram utilizados como  materiais e métodos a implementação de ações educativas em escolas formadoras de  profissionais da saúde (curso técnico de enfermagem) e instituições públicas de ensino  médio.Dentre os conteúdos foi abordado sobre diferenças entre HIV e AIDS, janela  imunológica, formas de transmissão e medidas preventivas, eficácia e acesso à PrEP e à PEP;  além disso, integrou-se a mandala da saúde como abordagem integral, articulando fatores  biológicos, comportamentais e sociais, bem como a importância da humanização no  atendimento à pessoas vivendo com HIV. Os referenciais técnicos oficiais, como os  Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas do Ministério da Saúde, também foram  abordados. Os resultados indicaram ampliação do conhecimento dos estudantes sobre HIV,  maior compreensão sobre as profilaxias PrEP e PEP. As intervenções demonstraram  efetividade ao reduzir desinformação, estimular práticas preventivas, ampliar o acesso à  testagem, às profilaxias e ao tratamento oferecido exclusivamente pelo SUS, além de  promover um ambiente formativo mais informado e sensível, reafirmando a importância de  estratégias educativas bem estruturadas no enfrentamento local da epidemia de HIV. Ações  educativas fortalecem a integração entre escolas e serviços de saúde, e, promovem  encaminhamentos seguros e comportamentos preventivos. 

  • Palavras-chave
  • HIV; Educação em saúde; SUS
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