Objetivou relatar um caso de tétano em uma égua, destacando a evolução clínica e o tratamento. A metodologia baseou-se na descrição do atendimento de uma égua Quarto de Milha, com sinais típicos como dificuldade de locomoção, protrusão da terceira pálpebra e hipersensibilidade, além da presença de uma ferida como possível porta de entrada. Inicialmente, o tratamento foi inadequado, favorecendo a progressão do quadro clínico. Após internação, foi instituída terapia intensiva com soro antitetânico, antibióticos, sedativos e suporte clínico. Conclui-se que o tratamento adequado e o manejo intensivo foram essenciais para a recuperação, além de reforçar a importância da vacinação na prevenção da doença.
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Congresso Paraibano de Medicina Veterinária
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