Objetivou-se avaliar a tolerância ao estresse térmico de ovinos dos genótipos Santa Inês e White
Dorper, por meio da mensuração antes, imediatamente após e uma hora após a exposição ao estresse.
O experimento foi conduzido no Núcleo de Pesquisa para o Desenvolvimento do Semiárido
(NUPEÁRIDO) do Centro de Saúde e Tecnologia Rural (CSTR) da Universidade Federal de Campina
Grande (UFCG), em Patos-PB. Foram analisadas a frequência respiratória (FR) e a temperatura retal
(TR) como indicadores de adaptação térmica. O experimento foi conduzido em delineamento
inteiramente casualizado, e os dados foram submetidos à análise de variância, com comparação de
médias pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. Foram observadas elevações significativas na FR
após o estresse em ambos os grupos, com maior persistência dos valores elevados no White Dorper. A
TR manteve-se estável entre os momentos e genótipos. Os resultados indicam maior capacidade de
recuperação fisiológica dos ovinos Santa Inês, evidenciando melhor adaptação às condições térmicas
adversas.
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Congresso Paraibano de Medicina Veterinária
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