AVALIAÇÃO DA TEMPERATURA SUPERFICIAL DE OVINOS SANTA INÊS E WHITE DORPER NO SEMIÁRIDO

  • Autor
  • LEONARDO LIMA ESCARIÃO
  • Co-autores
  • João Paulo Gomes da Silva , Rubens Rodrigues de Lavor , Antonio Lisboa Rufino , Pedro Lucas Araújo Marinho , Joaquim Dantas Neto , Bonifácio Benicio de Souza
  • Resumo
  • Objetivou-se avaliar a temperatura superficial (TS) de ovinos das raças Santa Inês e White Dorper submetidos ao estresse térmico, utilizando termografia infravermelha (TIV). O experimento foi conduzido no Núcleo de Pesquisa para o Desenvolvimento do Semiárido (NUPEÁRIDO) do Centro de Saúde e Tecnologia Rural (CSTR) da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), em Patos-PB. Foram utilizados 20 ovinos, sendo 10 de cada grupo genético, com aproximadamente quatro meses de idade. As imagens termográficas foram obtidas em três momentos: antes da exposição ao sol, após o estresse térmico e após o período de recuperação à sombra. O experimento foi conduzido em delineamento inteiramente casualizado, e os dados foram submetidos à análise de variância, com comparação de médias pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. Observou-se aumento da temperatura superficial após o estresse em ambos os genótipos, com valores superiores para os animais Santa Inês. Após o período de recuperação, houve redução da temperatura, mantendo-se as diferenças entre as raças. Os resultados indicam que os ovinos Santa Inês apresentam maior capacidade de dissipação de calor, evidenciando melhor adaptação às condições de estresse térmico em comparação aos White Dorper.

  • Palavras-chave
  • termorregulação; estresse térmico; adaptação;
  • Área Temática
  • Produção Animal
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