TESTE DE TOLERÂNCIA EM OVINOS SOINGA E WHITE DORPER SUBMETIDOS AO ESTRESSE TÉRMICO

  • Autor
  • Gabriel Ramos Nascimento
  • Co-autores
  • Luiz Henrique de Souza Rodrigues² , Claudiney Felipe Almeida Inô , Juan Matheus Henrique Carvalho , Maria Paula Gomes da Silva , Eduardo Henrique Silva Andrada , Bonifácio Benicio de Souza
  • Resumo
  • Objetivou-se avaliar a tolerância ao calor de ovinos dos genótipos Soinga e White Dorper. O experimento foi conduzido no Núcleo de Pesquisa para o Desenvolvimento do Semiárido (NUPEÁRIDO) do Centro de Saúde e Tecnologia Rural (CSTR) da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), em Patos-PB, utilizando 20 ovinos sendo 10 de cada genótipo com aproximadamente quatro meses de idade e peso médio inicial de 28,25 ± 2 kg. O teste de tolerância ao calor foi realizado através da mensuração da temperatura retal (TR) e frequência respiratória (FR) em três momentos: antes do estresse, imediatamente após uma hora de exposição ao calor e uma hora após o período de recuperação à sombra. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, com comparação de médias pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. Observou-se maior FR nos ovinos White Dorper após o estresse e no período de recuperação (P?0,05), enquanto não houve diferença significativa para TR entre os genótipos (P>0,05). Os resultados indicam que o genótipo Soinga apresenta melhor adaptação ao estresse térmico, com menor esforço fisiológico e recuperação mais eficiente.

  • Palavras-chave
  • termorregulação; semiárido; adaptação; bioclimatologia
  • Área Temática
  • Produção Animal
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