Objetivou relatar um caso de Síndrome Metabólica Equina (SME), identificando as principais alterações metabólicas e hormonais associadas e seus impactos na fertilidade. Foi atendida uma égua com 15 anos de idade, aproximadamente 520kg, da raça Mangalarga Marchador. O animal chegou na central com o escore corporal de 7. A queixa principal do proprietário era a ausência de cio, a falta de ciclicidade, ausência de taxa de prenhez, subfertilidade. No exame clínico, foi possível observar obesidade, logo foi solicitado ultrassonografia, hemograma, bioquímico, Teste oral de glicose (TOG): Teste de insulina. O diagnóstico foi realizado a partir de exames laboratoriais. Logo, entender a fisiopatologia da SME e seus métodos de diagnóstico é fundamental para realizar o tratamento e evitar que ela afete na reprodução dos animais acometidos e predispostos à doença.
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Congresso Paraibano de Medicina Veterinária
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