A nutrição de éguas durante a gestação e lactação desempenha papel determinante no desenvolvimento inicial dos potros, influenciando diretamente parâmetros fisiológicos, metabólicos e adaptativos. Este estudo teve como objetivo avaliar a relação entre o manejo alimentar materno e o desenvolvimento fisiológico de potros, considerando indicadores clínicos e condições ambientais. A pesquisa foi conduzida no município de Lagoa Seca (PB), com oito potros submetidos à avaliação de parâmetros fisiológicos e variáveis ambientais. Os resultados evidenciaram que os animais apresentaram valores dentro dos padrões de normalidade, mesmo sob condição de leve desconforto térmico (ITU = 25,82), sugerindo adequada capacidade de adaptação. Esses achados indicam que a nutrição materna pode ter contribuído para o equilíbrio fisiológico dos potros, favorecendo a manutenção da homeostase. Conclui-se que o manejo alimentar das éguas, aliado ao controle ambiental, exerce influência significativa sobre o desenvolvimento e o bem-estar dos potros.
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