O trabalho relata um caso de tétano em um muar adulto, macho, não vacinado e utilizado para tração, atendido no Hospital Veterinário Universitário da UFCG. O diagnóstico presuntivo foi baseado em sinais clínicos típicos, como rigidez muscular, trismo mandibular, dificuldade de locomoção e ferida contaminada, além de alterações laboratoriais compatíveis com espasmos musculares intensos. Devido a limitações financeiras, o tratamento foi adaptado com soro antitetânico em dose reduzida, acepromazina, antibioticoterapia e suporte clínico, apresentando melhora após 22 dias de tratamento. O caso reforça a importância do diagnóstico precoce, do manejo clínico adequado e da vacinação na prevenção do tétano.
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