Anomalias congênitas da junção craniocervical, como subluxações atlanto-occipital e atlantoaxial, podem causar instabilidade e sinais neurológicos em cães jovens. Relata-se o caso de uma cadela Spitz Alemão tratada por estabilização ventral com parafusos e PMMA via acesso parassagital, com auxílio de planejamento em modelo 3D. A paciente apresentou melhora neurológica imediata. A técnica mostrou-se viável, segura e eficaz para o realinhamento vertebral, destacando a importância do diagnóstico precoce e da intervenção cirúrgica.
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