RISOTERAPIA COMO FERRAMENTA DE PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL DOS PROFISSIONAIS DA SAÚDE NO CONTEXTO HOSPITALAR

  • Autor
  • Cândida Eduarda Pinheiro Dantas
  • Co-autores
  • Yasmin Fernandes Marques , Ingred Kellen Aparecida Albuquerque Portela , Thalyta Thayane Silva Linhares
  • Resumo
  • INTRODUÇÃO: Os profissionais da saúde estão expostos a altos níveis de estresse ocupacional, pois lidam diariamente com dor, sofrimento e demandas emocionais intensas, o que pode resultar em ansiedade, fadiga e esgotamento. Nesse cenário, a risoterapia surge como uma estratégia de promoção da saúde mental, favorecendo momentos de descontração, alívio emocional e fortalecimento dos vínculos no trabalho. Ao utilizar o riso como recurso terapêutico, essa prática contribui para a redução da tensão e para o bem-estar psicológico. No contexto hospitalar, a risoterapia pode auxiliar tanto no autocuidado dos profissionais quanto na criação de um ambiente mais leve e humanizado, promovendo relações mais cooperativas e uma assistência mais sensível. OBJETIVO: Analisar como a risoterapia pode atuar como ferramenta de promoção da saúde mental de profissionais da saúde no contexto hospitalar, considerando seus efeitos na redução do estresse ocupacional, no fortalecimento das relações interpessoais e na melhora do bem-estar emocional. MÉTODO: Trata-se de uma revisão de literatura narrativa, realizada na base de dados Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), utilizando os descritores ‘risoterapia’, ‘trabalhador’ e ‘hospital’, combinados com o operador booleano AND. Foram incluídos artigos publicados entre 2015 2025 disponíveis em texto completo e em português, que abordassem o uso da risoterapia no contexto de profissionais da saúde.RESULTADOS: A revisão de literatura evidencia que o estresse ocupacional entre profissionais da saúde está amplamente relacionado à sobrecarga emocional, às longas jornadas e ao contato constante com o sofrimento humano. Os estudos analisados apontam elevado desgaste físico e mental, reforçando a necessidade de estratégias de cuidado psicológico voltadas à equipe multiprofissional. A risoterapia é apresentada como uma intervenção lúdica e humanizadora, que utiliza o riso como recurso terapêutico e psicossocial, favorecendo relaxamento, alívio emocional e liberação de endorfinas. As pesquisas indicam diminuição de tensão, sintomas de ansiedade e cansaço mental, além do fortalecimento das relações interpessoais por meio da empatia e da cooperação. Observa-se ainda melhora do bem-estar emocional e do clima organizacional, com maior sensação de pertencimento e cuidado entre os colegas. Apesar dos resultados positivos, nota-se escassez de estudos no contexto hospitalar brasileiro, destacando a importância de ampliar pesquisas e de consolidar a risoterapia como prática contínua de promoção da saúde mental no trabalho. CONCLUSÃO: Constata-se que a risoterapia representa uma estratégia eficaz e humanizadora de promoção da saúde mental entre profissionais da saúde, contribuindo para a redução do estresse ocupacional e o fortalecimento das relações interpessoais. Sua aplicação favorece o bem-estar emocional, a leveza no ambiente de trabalho e o fortalecimento dos vínculos afetivos entre os membros da equipe. Apesar das evidências positivas, ainda se observam limitações de estudos no contexto hospitalar brasileiro, reforçando a necessidade de ampliar pesquisas e consolidar a risoterapia como prática contínua nas políticas de saúde do trabalhador.

  • Palavras-chave
  • Profissionais, Hospital, Risoterapia
  • Área Temática
  • Saúde do Trabalhador
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O Simpósio de Epidemiologia Hospitalar, realizado no Hospital Santa Casa de Misericórdia de Sobral, constituiu-se como um importante espaço de atualização científica, troca de experiências e fortalecimento das práticas em saúde voltadas à vigilância, prevenção e controle de agravos no ambiente hospitalar.

O evento reuniu profissionais da saúde, gestores, docentes e estudantes interessados na temática da epidemiologia hospitalar, promovendo debates qualificados sobre estratégias de monitoramento de indicadores, segurança do paciente e a importância da atuação multiprofissional na melhoria da qualidade dos serviços.

Por meio de palestras, debates e atividades científicas, o simpósio buscou estimular a reflexão crítica e a disseminação do conhecimento técnico-científico, contribuindo para o aprimoramento das práticas assistenciais e para o fortalecimento da cultura de vigilância epidemiológica no contexto hospitalar. A realização do evento reafirma o compromisso da Santa Casa de Misericórdia de Sobral com a promoção de uma assistência segura e baseada em evidências.

Normas para a confecção dos Resumos Simples

O resumo deve ser configurado em fonte Times New Roman, tamanho 12, margens esquerda e superior: 3cm e direita e inferior: 2 cm; corpo do resumo com alinhamento justificado, em espaçamento simples com texto corrido. O documento deve possuir, em sua primeira linha, o Eixo Temático no qual está sendo submetido o resumo, centralizado e em negrito. 

Abaixo do Eixo Temático, deve ser inserido o título do Resumo. O título deve ser breve e informativo com, no máximo, 15 palavras, estar em letras maiúsculas, centralizado e em negrito. Evitar a utilização de siglas e abreviaturas no título. Não empregar ponto final em título de estudo científico.

Os nomes do autor e dos coautores deverão ser inseridos de forma completa e sem abreviações, logo abaixo do título. Os nomes deverão estar alinhados à direita, um abaixo do outro e devem vir acompanhados de numeração para identificação das afiliações.

As afiliações institucionais dos autores devem vir logo abaixo dos nomes, alinhadas à direita, e devem ser iniciadas com o número sobrescrito referente ao seu nome. Devem conter instituição, cidade, estado, país. Nas afiliações, não empregar titulação, utilizar apenas a instituição a qual o autor está e/ou esteve vinculado recentemente para estabelecer a afiliação. Se dois ou mais autores fizerem parte da mesma instituição, atribuir a mesma numeração a estes.

O corpo do resumo deve conter, no mínimo, 400 palavras e, no máximo, 500 palavras (não incluídos o eixo temático, o título, os nomes dos autores, as afiliações institucionais, as palavras-chave e as referências), sendo consideradas somente as palavras do corpo do texto (a partir da palavra “INTRODUÇÃO” até a última palavra da conclusão/considerações finais). 

O resumo do trabalho deverá conter obrigatoriamente a sequência abaixo:
a) INTRODUÇÃO: visão geral sobre o assunto, indicando a relevância da pesquisa; b) OBJETIVO: apresentação do propósito do estudo, iniciando com verbo no infinitivo; c) MÉTODOS: especificação do tipo de estudo, da descrição dos procedimentos utilizados na realização da pesquisa como local, amostra, protocolo, tratamento estatístico, entre outros aspectos que o autor considerar necessário; d) RESULTADOS: destacar os resultados alcançados com o estudo, correlacionando com a literatura vigente, sem necessidade de citação de autores; e) CONCLUSÃO/CONSIDERAÇÕES FINAIS: apresentar as respostas ao objetivo
da pesquisa; 

Abaixo do corpo do resumo devem conter as PALAVRAS-CHAVE: Inserir de três 3 (três) a 5 (cinco) palavras-chave, separadas por vírgula. As palavras-chave poderão ser selecionadas de acordo com Descritores em Ciências da Saúde (DeCS) (http://decs.bvs.br/ ) ou Medical Subject Headings (MeSH) (https://www.nlm.nih.gov/mesh/). 

Não deve ser empregada citação de referências no corpo do resumo, exceto em casos de referenciais metodológicos. As referências devem ser inseridas ao final do resumo. 

Não devem ser incluídos gráficos, figuras e nem tabelas no corpo do resumo.
Não serão permitidas notas de rodapé no resumo.
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