INTRODUÇÃO: As políticas públicas de saúde representam o alicerce para a garantia do direito á saúde no Brasil, tendo, como base os princípios universalidade, integralidade e equidade do Sistema Único de Saúde (SUS). Nesse contexto, a vigilância em saúde surge como instrumento fundamental para a detecção precoce, monitoramento e controle de agravos, permitindo a formulação de estratégias mais efetivas de prevenção e promoção de saúde. A integração entre políticas públicas e vigilância é essencial para fortalecer a capacidade de resposta do sistema, especialmente diante de desafios como o aumento das doenças crônicas, surtos infecciosos e desigualdades socioeconômicas. Compreender essa articulação é relevante para aprimorar as ações de saúde públicas e garantir o bem-estar coletivo, alinhados aos princípios constitucionais e ás metas de desenvolvimento sustentável. OBJETIVO: Identificar, por meio da literatura, a importância da integração entre políticas públicas e vigilância em saúde na promoção da qualidade de vida e na efetividade das ações preventivas em saúde pública. MÉTODOS: Trata-se de uma revisão de literatura de abordagem qualitativa, realizada no mês de Agosto e Setembro de 2025.A busca foi conduzida nas bases de dados SciELO, LILACS e PubMed, utilizando os descritores “políticas públicas de saúde”, “vigilância em saúde” e “promoção da saúde”. Inicialmente foram identificados 42 artigos publicados entre 2018 a 2024. Após a aplicação dos critérios de inclusão, textos em português, disponíveis na integra e que abordassem a relação entre políticas públicas e vigilância, 18 estudos foram selecionados para análise final. Os dados foram organizados de forma descritiva, priorizando as evidências sobre efetividade, integrações de ações e impacto de saúde coletiva. RESULTADOS: Os estudos analisados demonstraram que a vigilância em saúde exerce papel essencial na formulação e avaliação das políticas públicas, orientando decisões baseadas em dados epidemiológicos e socias. Evidenciou-se que regiões com maior integração entre vigilância e atenção primária apresentam melhores indicadores de prevenção e controle de agravos. Além disso, o fortalecimento da governança, a capacitação de profissionais e o uso de tecnologias de informação ampliam a efetividade das ações. A articulação intersetorial foi identificada como elemento indispensável para enfrentar desigualdades e consolidar políticas voltadas a promoção da saúde e prevenção de doenças. CONCLUSÃO: Conclui-se que a integração entre políticas públicas e vigilância em saúde é indispensável para a efetividade das ações preventivas e para o fortalecimento do sus. A vigilância fornece dados estratégicos que subsidiam o planejamento e a gestão, enquanto as políticas garantem os mecanismos institucionais e financeiros para sua execução. O fortalecimento dessa relação é essencial para promover uma atenção á saúde mais equitativa, resolutiva e orientada pelas necessidades da população.
O Simpósio de Epidemiologia Hospitalar, realizado no Hospital Santa Casa de Misericórdia de Sobral, constituiu-se como um importante espaço de atualização científica, troca de experiências e fortalecimento das práticas em saúde voltadas à vigilância, prevenção e controle de agravos no ambiente hospitalar.
O evento reuniu profissionais da saúde, gestores, docentes e estudantes interessados na temática da epidemiologia hospitalar, promovendo debates qualificados sobre estratégias de monitoramento de indicadores, segurança do paciente e a importância da atuação multiprofissional na melhoria da qualidade dos serviços.
Por meio de palestras, debates e atividades científicas, o simpósio buscou estimular a reflexão crítica e a disseminação do conhecimento técnico-científico, contribuindo para o aprimoramento das práticas assistenciais e para o fortalecimento da cultura de vigilância epidemiológica no contexto hospitalar. A realização do evento reafirma o compromisso da Santa Casa de Misericórdia de Sobral com a promoção de uma assistência segura e baseada em evidências.
Normas para a confecção dos Resumos Simples
O resumo deve ser configurado em fonte Times New Roman, tamanho 12, margens esquerda e superior: 3cm e direita e inferior: 2 cm; corpo do resumo com alinhamento justificado, em espaçamento simples com texto corrido. O documento deve possuir, em sua primeira linha, o Eixo Temático no qual está sendo submetido o resumo, centralizado e em negrito.
Abaixo do Eixo Temático, deve ser inserido o título do Resumo. O título deve ser breve e informativo com, no máximo, 15 palavras, estar em letras maiúsculas, centralizado e em negrito. Evitar a utilização de siglas e abreviaturas no título. Não empregar ponto final em título de estudo científico.
Os nomes do autor e dos coautores deverão ser inseridos de forma completa e sem abreviações, logo abaixo do título. Os nomes deverão estar alinhados à direita, um abaixo do outro e devem vir acompanhados de numeração para identificação das afiliações.
As afiliações institucionais dos autores devem vir logo abaixo dos nomes, alinhadas à direita, e devem ser iniciadas com o número sobrescrito referente ao seu nome. Devem conter instituição, cidade, estado, país. Nas afiliações, não empregar titulação, utilizar apenas a instituição a qual o autor está e/ou esteve vinculado recentemente para estabelecer a afiliação. Se dois ou mais autores fizerem parte da mesma instituição, atribuir a mesma numeração a estes.
O corpo do resumo deve conter, no mínimo, 400 palavras e, no máximo, 500 palavras (não incluídos o eixo temático, o título, os nomes dos autores, as afiliações institucionais, as palavras-chave e as referências), sendo consideradas somente as palavras do corpo do texto (a partir da palavra “INTRODUÇÃO” até a última palavra da conclusão/considerações finais).
O resumo do trabalho deverá conter obrigatoriamente a sequência abaixo:
a) INTRODUÇÃO: visão geral sobre o assunto, indicando a relevância da pesquisa; b) OBJETIVO: apresentação do propósito do estudo, iniciando com verbo no infinitivo; c) MÉTODOS: especificação do tipo de estudo, da descrição dos procedimentos utilizados na realização da pesquisa como local, amostra, protocolo, tratamento estatístico, entre outros aspectos que o autor considerar necessário; d) RESULTADOS: destacar os resultados alcançados com o estudo, correlacionando com a literatura vigente, sem necessidade de citação de autores; e) CONCLUSÃO/CONSIDERAÇÕES FINAIS: apresentar as respostas ao objetivo
da pesquisa;
Abaixo do corpo do resumo devem conter as PALAVRAS-CHAVE: Inserir de três 3 (três) a 5 (cinco) palavras-chave, separadas por vírgula. As palavras-chave poderão ser selecionadas de acordo com Descritores em Ciências da Saúde (DeCS) (http://decs.bvs.br/ ) ou Medical Subject Headings (MeSH) (https://www.nlm.nih.gov/mesh/).
Não deve ser empregada citação de referências no corpo do resumo, exceto em casos de referenciais metodológicos. As referências devem ser inseridas ao final do resumo.
Não devem ser incluídos gráficos, figuras e nem tabelas no corpo do resumo.
Não serão permitidas notas de rodapé no resumo.
O uso de abreviaturas será restrito àquelas já identificadas anteriormente por extenso no texto do resumo.
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