INTRODUÇÃO: A doação de órgãos é um ato de solidariedade e amor ao próximo, mas ainda enfrenta desafios significativos relacionados à sensibilização da população e à resistência familiar, muitas vezes decorrentes da falta de informação e de um diálogo humanizado sobre o tema. Nesse contexto, a comunicação empática torna-se essencial, pois permite acolher sentimentos, reduzir medos e promover reflexões conscientes sobre a importância de doar. A risoterapia, prática terapêutica, educativa e promotora de saúde emocional e social emerge como uma ferramenta inovadora nesse processo, utilizando o riso de forma intencional para fortalecer vínculos, aliviar tensões e favorecer interações mais humanas em ambientes hospitalares. Por meio do humor afetivo e do acolhimento, ela contribui para despertar a sensibilidade, ampliar a escuta e criar espaços de diálogo genuíno entre pacientes, familiares e profissionais de saúde. OBJETIVO: Este estudo tem como objetivo analisar de que forma a risoterapia pode atuar como instrumento de sensibilização e empatia na promoção da cultura da doação de órgãos, favorecendo o diálogo humanizado e a conscientização de pacientes, familiares e equipes de saúde. MÉTODOS: Trata-se de uma revisão de literatura realizada entre os anos de 2021 e 2023, com levantamento bibliográfico nas bases BVS e PubMed. Foram selecionados artigos que abordavam a aplicação da risoterapia em ambientes hospitalares e sua relação com a comunicação em saúde, especialmente no contexto da doação de órgãos. Após leitura e análise crítica, três estudos foram incluídos como corpus da discussão. Este trabalho contou com o apoio da Faculdade Luciano Feijão e do grupo de pesquisa Estudos Interdisciplinares em Inovação, Gestão, Saúde e Desenvolvimento Humano, vinculado ao CNPq, cuja contribuição científica foi fundamental para o aprimoramento desta pesquisa. RESULTADOS: Os resultados apontam que a risoterapia favorece a construção de um ambiente hospitalar mais acolhedor, sensível e aberto ao diálogo. Ao reduzir tensões emocionais e estimular sentimentos de empatia, solidariedade e confiança, o riso compartilhado fortalece os laços humanos e cria condições mais propícias para abordar temas delicados, como a doação de órgãos. Além de promover alívio emocional e bem-estar, a prática também estimula reflexões sobre a vida, o cuidado e a generosidade, elementos centrais na formação de uma cultura de doação. Observou-se que, ao envolver pacientes, acompanhantes e profissionais em experiências de leveza e escuta afetiva, a risoterapia contribui para a humanização do cuidado e a transformação das relações em saúde. Mesmo com poucos estudos que tratem diretamente da sua aplicação nesse campo, os achados reforçam o potencial educativo e sensibilizador da risoterapia como estratégia complementar na promoção da conscientização e do diálogo sobre a doação de órgãos. CONCLUSÃO: Conclui-se que a risoterapia, enquanto prática educativa e promotora de saúde emocional e social, revela-se um recurso potente para a humanização do cuidado e para o fortalecimento da cultura de doação. Ao favorecer a empatia, o acolhimento e o diálogo consciente, essa abordagem contribui não apenas para reduzir barreiras emocionais, mas também para inspirar atitudes solidárias e reflexivas, reafirmando a importância da doação de órgãos como um gesto de amor e continuidade da vida.
O Simpósio de Epidemiologia Hospitalar, realizado no Hospital Santa Casa de Misericórdia de Sobral, constituiu-se como um importante espaço de atualização científica, troca de experiências e fortalecimento das práticas em saúde voltadas à vigilância, prevenção e controle de agravos no ambiente hospitalar.
O evento reuniu profissionais da saúde, gestores, docentes e estudantes interessados na temática da epidemiologia hospitalar, promovendo debates qualificados sobre estratégias de monitoramento de indicadores, segurança do paciente e a importância da atuação multiprofissional na melhoria da qualidade dos serviços.
Por meio de palestras, debates e atividades científicas, o simpósio buscou estimular a reflexão crítica e a disseminação do conhecimento técnico-científico, contribuindo para o aprimoramento das práticas assistenciais e para o fortalecimento da cultura de vigilância epidemiológica no contexto hospitalar. A realização do evento reafirma o compromisso da Santa Casa de Misericórdia de Sobral com a promoção de uma assistência segura e baseada em evidências.
Normas para a confecção dos Resumos Simples
O resumo deve ser configurado em fonte Times New Roman, tamanho 12, margens esquerda e superior: 3cm e direita e inferior: 2 cm; corpo do resumo com alinhamento justificado, em espaçamento simples com texto corrido. O documento deve possuir, em sua primeira linha, o Eixo Temático no qual está sendo submetido o resumo, centralizado e em negrito.
Abaixo do Eixo Temático, deve ser inserido o título do Resumo. O título deve ser breve e informativo com, no máximo, 15 palavras, estar em letras maiúsculas, centralizado e em negrito. Evitar a utilização de siglas e abreviaturas no título. Não empregar ponto final em título de estudo científico.
Os nomes do autor e dos coautores deverão ser inseridos de forma completa e sem abreviações, logo abaixo do título. Os nomes deverão estar alinhados à direita, um abaixo do outro e devem vir acompanhados de numeração para identificação das afiliações.
As afiliações institucionais dos autores devem vir logo abaixo dos nomes, alinhadas à direita, e devem ser iniciadas com o número sobrescrito referente ao seu nome. Devem conter instituição, cidade, estado, país. Nas afiliações, não empregar titulação, utilizar apenas a instituição a qual o autor está e/ou esteve vinculado recentemente para estabelecer a afiliação. Se dois ou mais autores fizerem parte da mesma instituição, atribuir a mesma numeração a estes.
O corpo do resumo deve conter, no mínimo, 400 palavras e, no máximo, 500 palavras (não incluídos o eixo temático, o título, os nomes dos autores, as afiliações institucionais, as palavras-chave e as referências), sendo consideradas somente as palavras do corpo do texto (a partir da palavra “INTRODUÇÃO” até a última palavra da conclusão/considerações finais).
O resumo do trabalho deverá conter obrigatoriamente a sequência abaixo:
a) INTRODUÇÃO: visão geral sobre o assunto, indicando a relevância da pesquisa; b) OBJETIVO: apresentação do propósito do estudo, iniciando com verbo no infinitivo; c) MÉTODOS: especificação do tipo de estudo, da descrição dos procedimentos utilizados na realização da pesquisa como local, amostra, protocolo, tratamento estatístico, entre outros aspectos que o autor considerar necessário; d) RESULTADOS: destacar os resultados alcançados com o estudo, correlacionando com a literatura vigente, sem necessidade de citação de autores; e) CONCLUSÃO/CONSIDERAÇÕES FINAIS: apresentar as respostas ao objetivo
da pesquisa;
Abaixo do corpo do resumo devem conter as PALAVRAS-CHAVE: Inserir de três 3 (três) a 5 (cinco) palavras-chave, separadas por vírgula. As palavras-chave poderão ser selecionadas de acordo com Descritores em Ciências da Saúde (DeCS) (http://decs.bvs.br/ ) ou Medical Subject Headings (MeSH) (https://www.nlm.nih.gov/mesh/).
Não deve ser empregada citação de referências no corpo do resumo, exceto em casos de referenciais metodológicos. As referências devem ser inseridas ao final do resumo.
Não devem ser incluídos gráficos, figuras e nem tabelas no corpo do resumo.
Não serão permitidas notas de rodapé no resumo.
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