O avanço da Inteligência Artificial Generativa (IAGen) e dos Grandes Modelos de Linguagem (LLMs) é impulsionado por coleções massivas de dados de treinamento frequentemente subdocumentados. Essa opacidade dificulta a verificação de consentimento, o respeito aos direitos autorais e a mitigação de vieses. Este artigo propõe um framework de metadados de proveniência como um 'lastro ético' para sistemas de IA, permitindo que a IA explicite se a informação gerada provém de fontes confiáveis, protegidas por direitos autorais ou bases públicas. A metodologia consiste em uma análise exploratória da integração entre padrões técnicos, como o C2PA para autenticidade e o PREMIS para preservação. Os resultados preliminares indicam que o uso de metadados criptograficamente verificáveis é essencial para a transparência algorítmica e para o cumprimento da LGPD.
Comissão Organizadora
Gabriel Felipe Cotta Cirino
Francisco Paletta
Victoria Siqueira Pereira
Mariane Alves Antunes
Rodrigo Garcia
Victor Barros
Karina Satie kawashita
Comissão Científica