Apresenta processo de transformação digital ocorrido em uma biblioteca universitária situada no interior do Estado de São Paulo, Brasil, com o objetivo de explanar como fluxo delineado para realização de autosserviços possibilitou a sua geração enquanto processo inovador, transformador de dinâmicas e promotor de autonomia e competências nos usuários da biblioteca. Aborda, teoricamente, conceitos como os de terceiro espaço, Centro de Recursos para a Aprendizagem e Pesquisa (CRAI) e ecossistema de inovação na educação, em paralelo à temática da transformação digital e dos autosserviços em bibliotecas. De forma exploratório-descritiva, analisa dados quantitativos e qualitativos coletados nos anos de 2024 e 2025 relacionados com o fluxo para realização de autosserviços, mostrando que foi apropriado pela comunidade usuária. Tal apropriação é balizada considerando a execução do fluxo pela comunidade sem maiores intercorrências após dois anos de implantação de equipamentos de autosserviços na biblioteca, número de extravios de itens bibliográficos existentes no período e crescimento da utilização dos autosserviços pela comunidade usuária da biblioteca de 2024 para 2025. Conclui apontando que a participação e envolvimento da comunidade usuária de uma biblioteca é fundamental para gerar transformações, pontuando que a apropriação do fluxo pela comunidade possibilitou gerar transformação digital no âmbito da biblioteca, transformando dinâmicas no sentido de um contexto de um ecossistema de inovação promotor de autonomia e competências nas pessoas.
Comissão Organizadora
Gabriel Felipe Cotta Cirino
Francisco Paletta
Victoria Siqueira Pereira
Mariane Alves Antunes
Rodrigo Garcia
Victor Barros
Karina Satie kawashita
Comissão Científica