Este trabalho apresenta a Bruna AI como infraestrutura neuroética de cuidado informacional aplicada à jornada neurodivergente. A proposta desloca o debate sobre inteligências artificiais conversacionais da performance algorítmica para a governança da mediação informacional, enfatizando limites, rastreabilidade, supervisão humana, proteção de dados e responsabilidade. Por meio de ensaio teórico-aplicado, fundamentado em revisão narrativa crítica e modelagem sociotécnica, articula Ciência da Informação, neuroética, LGPD, proteção infantil, interoperabilidade em saúde digital, RAG e agentes conversacionais. Conclui-se que a Bruna AI deve organizar, recuperar e traduzir informações sensíveis sem substituir profissionais, fortalecendo redes humanas de cuidado.
Comissão Organizadora
Gabriel Felipe Cotta Cirino
Francisco Paletta
Victoria Siqueira Pereira
Mariane Alves Antunes
Rodrigo Garcia
Victor Barros
Karina Satie kawashita
Comissão Científica