A Inteligência Artificial vem ganhando espaço nos diversos setores da sociedade e se expandindo de forma muito pontual. Os algoritmos passam a exercer uma função estratégica, intencional e veloz, muito presente nas redes sociais, atendimentos por chatbots, plataformas de serviços em geral, dentre outros. No setor educacional, não é diferente e partindo do princípio que o processo de aprendizagem se faz necessário ao longo da vida, aprender sobre o quê, como e em benefício de quem a Inteligência Artificial está a favor, é fundamental para que haja uso com análise crítica da IA, ética, dentro e fora das instituições de ensino. Este artigo tem como objetivo promover uma discussão sobre algumas competências atuais necessárias no campo do uso da Inteligência Artificial, especificamente no que se refere à literacia informacional. Por meio de uma pesquisa bibliográfica, analisaram-se documentos como: políticas públicas do Brasil que tratam sobre o uso da IA, documento de recomendação sobre Ética da Inteligência Artificial da UNESCO e também, documentos do Ministério de Educação do Brasil. Como resultados após análise desses documentos, verificou-se uma preocupação de diferentes órgãos para a regulamentação de uso da IA de forma “adequada”, porém conclui-se que diferente das Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação do passado, a regulamentação do uso da IA se torna um desafio pela transformação constante que ela sofre baseada na informação como dados, processos e conhecimento. Ao mesmo tempo, aumenta-se a demanda de alfabetização digital e o uso crítico, por parte das pessoas sobre o uso da IA.
Comissão Organizadora
Gabriel Felipe Cotta Cirino
Francisco Paletta
Victoria Siqueira Pereira
Mariane Alves Antunes
Rodrigo Garcia
Victor Barros
Karina Satie kawashita
Comissão Científica