O avanço da Inteligência Artificial Generativa (IAGen) exige uma reconfiguração estrutural do Design Instrucional (DI). Este trabalho apresenta a arquitetura teórico-metodológica e a materialidade do Modelo AGE (Análise, Geração, Evolução), um framework nativo desenhado para governar a simbiose entre a tração algorítmica e a autoridade cognitiva humana. A necessidade do método fundamenta-se na urgência de blindar a esteira didática contra a superficialidade e a sobrecarga cognitiva através de Ativos Estruturais Transversais, alinhando o processo a bases andragógicas estáveis. Metodologicamente, adota-se a pesquisa-ação de natureza aplicada com abordagem qualitativa e quantitativa. Para a validação do framework, analisam-se os resultados empíricos de sua aplicação durante seis meses em uma Fábrica de Conteúdos corporativos. Os resultados apontam uma redução de 45% no tempo de produção técnica face a modelos tradicionais. Conclui-se que a materialidade estrutural do método é indispensável para assegurar a intencionalidade didática e a governança humana na engenharia instrucional contemporânea.
Comissão Organizadora
Gabriel Felipe Cotta Cirino
Francisco Paletta
Victoria Siqueira Pereira
Mariane Alves Antunes
Rodrigo Garcia
Victor Barros
Karina Satie kawashita
Comissão Científica