A realização de um júri simulado no curso de Direito configura-se como uma pedagogia ativa essencial, transcendendo o exercício teórico para simular a práxis forense, onde os discentes aplicam, de forma concreta, os institutos jurídicos penais estudados em sala de aula. A distribuição de papéis — ministério público, defesa técnica, assistência de acusação, juiz, jurados e testemunhas — obriga cada aluno a adotar uma perspectiva processual específica, aprofundando-se na técnica de elaboração de alegações iniciais, no ritual do interrogatório e na arte do exame e contra exame de testemunhas. A fase de pesquisa jurisprudencial de doutrinária é o alicerce que confere solidez à argumentação, exigindo que as teses sejam construídas com base em precedentes dos tribunais superiores e na autoridade da doutrina clássica e contemporânea. Durante a sessão plenária, espera-se que as partes dominem não apenas a substância jurídica, mas também a oratória forense e a psicológica do julgamento, persuadindo os jurados com base na lógica, na emoção contida e no ethos profissional, enquanto o juiz deve assegurar a estrita observância do devido processo legal.
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