III Encontro Brasil & EUA de Autismo

III Encontro Brasil & EUA de Autismo

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De 15 a 17 de agosto Todos os dias das 08h às 17h
Recife, PE Shopping RioMar Recife

Sobre o Evento

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A Associação de Famílias para o Bem-Estar e Tratamento da Pessoa com Autismo – AFETO, tem a honra de apresentar o 3º Encontro Brasil & EUA de autismo, que será realizado entre os dias 15 a 17 de agosto de 2019, no Shopping RioMar - Recife

O evento é organizado com o intuito de difundir cada vez mais a filosofia da Análise do Comportamento e sua aplicação entre os alunos e profissionais de Recife, bem como do Brasil. Contaremos com a participação de grandes profissionais reconhecidos tanto nacionalmente quanto internacionalmente que atuam em diferentes áreas tendo como base o Behaviorismo e análise experimental e/ou aplicada do comportamento



Comissão organizadora local:
(Clique no nome para acessar o currículo)

Dr. Adriano A. Barboza
Doutor em Análise do Comportamento (Universidade Federal do Pará)
Supervisor Clínico da Associação AFETO

Dr. Artur D. D. Nogueira
Doutor em Psicologia: Análise Experimental do Comportamento (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo)
Supervisor-Assistente da Associação AFETO

Maria Ângela Lira
Presidente da Associação AFETO

Ms. Merielle T. Feijóo
Mestre em Psicologia: Análise Experimental do Comportamento (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo)
Supervisora Clínica da Associação AFETO

Palestrantes

  • Dr Caio Miguel, BCBA-D
  • Dr Jason C. Vladescu, BCBA-D
  • Dr Carlos Souza
  • Dra Tara A. Fahmie, BCBA-D
  • Dra Daniela Canovas, BCBA-D
  • Dr Neil Martin, BCBA-D
  • Dra Sophie Eickmann
  • Dra Catia Cividini-Motta, BCBA-D
  • Dra Paula Gioia
  • Dra Sarah Lechago, BCBA-D
  • Dra Cintia Guilhardi

Programação

08h00 Credenciamento Abertura
Local: Salão principal
09h00 - Dra Cintia Guilhardi, Dra Paula Gioia Mini-curso 1: Identificando sinais de risco de TEA em bebês Minicurso
Mini-curso 1: Identificando sinais de risco de TEA em bebês
Local: Salão principal

Neste curso serão apresentadas as fontes da literatura que deram origem à construção do Protocolo Comportamental de Avaliação e Intervenção Precoces, que envolveu tanto a psicologia do desenvolvimento, como pesquisas de avaliação de risco de TEA e instrumentos padronizados de diagnóstico. Neste curso também serão discutidos exemplos  da interação cuidador-bebê exigidos e sua forma de mensuração.  Por fim, ainda serão discutidas atualizações da literatura e revisões que se fazem necessárias a fim de tornar a aplicação do protocolo mais abrangente e simplificada.

14h00 - Dra Catia Cividini-Motta, BCBA-D Mini-curso 2: Intervenções para comportamentos repetitivos e restritivos em indivíduos com TEA Minicurso
Mini-curso 2: Intervenções para comportamentos repetitivos e restritivos em indivíduos com TEA
Local: Salão principal

Curso ministrado por Catia Cividini-Motta

Descrição:
Indivíduos com TEA têm dificuldades de interação social, défícits de comunição social, e muitos indivíduos com TEA apresentam comportamentos repetitivos que podem interferir com a  aprendizagem. Este mini-curso irá fornecer aos atendentes um guia de intervenção para comportamentos repetitivos e/ou restritivos. Durante o mini-curso, os alunos irão aprender como definir, mensurar, e identificar a função de comportamentos repetitivos em indivíduous com TEA. Em seguida, os alunos irão aprender como aplicar varias intervenções, como por exemplo reforçamento não contingente (NCR), interrupção e redirecionamento (RIRD), e treino discriminativo. 

07h30 Credenciamento (Dia 2) Abertura
Local: Salão principal
08h00 Abertura Abertura
Local: Salão principal
08h30 Apresentação - Coral das mães Apresentação Artística
Local: Salão principal
09h00 Palestra 1 - "Certificação em Análise do Comportamento (BACB): Atualizações, desenvolvimentos e oportunidades ao redor do mundo" Conferência
Local: Salão principal
10h30 Palestra 2 - "Por que crianças se comportam de forma inadequada e como prevenir isso" (Dra Tara Fahmie) Conferência
Local: Salão principal
12h00 Almoço (Dia 1) Almoço
Local: Livre
14h00 Palestra 3 - "Utilizando avaliações para identificar procedimentos de ensino para aprendizes com TEA" (Dr. Jason Vladescu) Conferência
Local: Salão principal
15h30 Palestra 4 - "Ensinando seu aprendiz com TEA a solicitar informações" (Dra. Sarah Lechago) Conferência
Local: Salão principal
17h00 Apresentação de pôsteres e happy hour com apresentadores convidados Apresentação Pôster
Local: Salão principal
09h00 Palestra 5 - "Protocolos de tratamento do TEA: Mitos e verdades" (Dra. Sophie Eickmann) Conferência
Local: Salão principal

Os protocolos de tratamento são instrumentos desenvolvidos para auxiliar os profissionais da área de saúde na tomada de decisões — sejam elas simples ou complexas — que exijam paradigmas clínicos e subsídios teóricos realmente confiáveis. Eles são elaborados por meio de um amplo estudo sistemático das evidências científicas, envolvendo pesquisadores, professores e demais especialistas, a fim de trazer resultados consensuais, dando maior rapidez, eficácia e segurança à assistência. Mas, como ferramentas de apoio, os protocolos não podem restringir a liberdade prescritiva do profissional uma vez que o paciente pode apresentar peculiaridades que não tenham sido previstas nos protocolos clínicos.

Especificamente em relação ao do Transtorno do Espectro Autista (TEA), serão abordados os protocolos abaixo relacionados:

• AACAP Official Action - “Parâmetros práticos para avaliação e tratamento de crianças e adolescentes com TEA” (www.jaacap.com)

• Nice - National Institute of Health and Care Excellence – UK (www.nice.org.uk)

• Instituto Pensi – Autismo e Realidade (www.autismo.institutopensi.org.br)

Todos deixam claro que, por se tratar de um quadro muito heterogêneo, os cuidados de um indivíduo em particular precisam ser traçados pelo julgamento clínico e baseados em todas as características dessa criança, de sua família e dos meios diagnósticos e terapêuticos disponíveis. Além disso, muitas evidências científicas propostas ainda precisam ser melhor comprovadas, em especial em relação a sua eficácia e segurança.

Os protocolos consultados recomendam que o médico deve ajudar a família a obter intervenção comportamental e educação estruturada apropriadas e baseadas em evidências científicas, com equipe multiprofissional, mantendo um papel ativo no planejamento terapêutico e no suporte à família a longo prazo. Entretanto a literatura científica nessa área é de qualidade variada (dificuldade na randomização dos grupos, pouca caracterização das amostras, falta de documentação da generalização dos efeitos e adesão ao tratamento) e várias

abordagens terapêuticas “amplas” também mostram eficácia para grupos específicos de crianças.

Em relação ao tratamento medicamentoso, não se recomenda o uso rotineiro de qualquer fármaco para os sintomas nucleares do TEA. Entretanto, em algumas crianças pode ser necessário uso de medicações para sintomas problemas ou comorbidades, como distúrbio de sono, agressividade, irritabilidade excessiva, comportamentos repetidos e compulsivos, Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, ansiedade e depressão.

10h30 Palestra 8 - "Ética em Análise do Comportamento e suas implicações na prestação de serviço" (Dra. Daniela Canovas) Conferência
Local: Salão principal
12h00 Almoço (Dia 17/08) Almoço
Local: Livre
13h30 Palestra 6 - "Avaliação e indução de nomeação bidirecional em crianças com Transtorno do Espectro Autista" (Dr. Carlos Souza) Conferência
Local: Salão principal
15h30 Palestra 7 - "O ensino de linguagem e cognição em indivíduos diagnosticados com Transtorno do Espectro Autista" (Dr. Caio Miguel) Conferência
Local: Salão principal
16h30 Encerramento e apresentação de maracatu Encerramento
Local: Salão principal

Local

Shopping RioMar Recife - 51110-160, Avenida República do Líbano, Pina, Recife, Pernambuco,

Parceiros

Organizador

Associação Afeto

A AFETO (Associação de Famílias para o Bem-Estar e Tratamento da Pessoa com Autismo) é uma associação sem fins lucrativos, composta por pais e parentes de pessoas com diagnóstico de Autismo.

A associação surgiu pela necessidade de proporcionar um tratamento adequado às pessoas que tem a síndrome do Autismo, as quais apresentam uma enorme necessidade de acompanhamento especializado para que elas consigam, de alguma forma, um grau de inserção na sociedade.