A Gestão de Pessoas com responsabilidade, autonomia, comprometimento, espírito de equipe, cria um clima organizacional favorável à inovação e criatividade, gerando benefícios individuais, para a equipe e para a organização. E quando essa prática torna-se rotineira, a cultura organizacional sofre transformações. A partir deste novo cenário corporativo, o trabalho se torna mais solidário. Um por todos e todos por um. Os projetos de trabalho, nas diversas áreas da empresa, passam a serem vistos como novas oportunidades de crescimento pessoal e profissional, tendo como resultante o crescimento da empresa em seu segmento de negócio. E assim, é gerado um circulo virtuoso na empresa. Neste cenário as estruturas organizacionais tradicionais, ou mais conservadoras, cedem lugar às estruturas mais flexíveis, orgânicas, temporárias, onde as comunicações ocorrem em vários sentidos, e não mais verticais, de cima para baixo.

Aqui cabe salientar o autor Idalberto Chiavenato, quando ele define o Capital Intelectual das Empresas sendo formado pelo conhecimento (saber), pelas habilidades (saber fazer) e pelas competências (saber fazer acontecer).

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