A vacinação infantil obrigatória constitui uma das principais estratégias de saúde pública para controlar, reduzir e erradicar doenças. Desde a criação do Programa Nacional de Imunizações (PNI) em 1973, observam-se avanços significativos, porém, na atualidade, verifica-se queda nas coberturas vacinais no Brasil e em outros países, associada à resistência de pais ou responsáveis. Essa hesitação é influenciada por múltiplos fatores, como desinformação, crenças religiosas, receio de efeitos adversos e desconfiança nas instituições de saúde. Este estudo teve como objetivo identificar os fatores que levam os responsáveis a relutar quanto à adesão à vacinação infantil obrigatória e analisar a atuação da enfermagem na promoção da imunização e na superação da resistência parental, destacando estratégias educativas eficazes. A metodologia adotada foi uma revisão integrativa da literatura, abrangendo artigos publicados entre 2010 e 2025, disponíveis em bases como SciELO, PubMed, LILACS e Google Acadêmico. Os resultados evidenciam que a comunicação clara e assertiva, o esclarecimento de dúvidas, a orientação baseada em evidências científicas e o acompanhamento contínuo da criança são estratégias eficazes na redução da recusa vacinal. Constatou-se, ainda, que a participação ativa do enfermeiro em ações educativas comunitárias fortalece o vínculo das famílias com os serviços de saúde e contribui para a confiança na vacinação. Conclui-se que o enfermeiro exerce papel central na promoção da vacinação infantil, mediando a relação entre ciência e senso comum, além de atuar na prevenção de doenças e proteção coletiva.
Comissão Organizadora
MOSTRA ACADÊMICA CIENTÍFICA
João Felipe Marques da Silva
Mariana Nunes dos Santos Sismeiro
Thassila Deorce da Rocha
Ediane Cavalheiro
Paulo Roberto Goes
Patricia Carvalho Da Silva
Joyce Franciele de |Souza
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REVISTA ELETRÔNICA FATEC IVAIPORÃ
V.8 N. 01 Jan/Dez. ANO. 2025