O artigo reflete sobre o perfil dos programas de promoção de saúde voltados a crianças com TEA, destacando que sua consolidação depende da avaliação das iniciativas e práticas desenvolvidas. Mostra que tais práticas são inspiradas em uma visão ampliada dos determinantes sociais do processo saúde-doença, extrapolando a simples identificação de fatores de risco. A promoção da saúde exige desenhos avaliativos inovadores, com participação, empoderamento e práticas educativas reflexivas. Avaliar esses programas requer modelos teóricos que expliquem mudanças complexas diante das desigualdades sociais e em saúde. No campo da promoção de saúde para pessoas com TEA, novas abordagens avaliativas permitem compreendê-los como sistemas complexos nos contextos socioculturais e ambientais. A efetividade, sob essa ótica, problematiza a relação entre sujeitos, estratégias e resultados, destacando a importância de modelos teóricos que orientem práticas e expliquem resultados.
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