CICLO DE DEBATES MARCA DA LIBERDADE: MARCAS SOCIAIS

CICLO DE DEBATES MARCA DA LIBERDADE: MARCAS SOCIAIS

MARCAS SOCIAIS E SUBALTERNIDADES: DASDOIDA E FAISCA - Feira Agroecológica de Inclusão Social, Cultura e Artes de Umuarama, Paraná.

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Quinta, 12 de novembro de 2020 Das 19:00 às 20:30

Sobre o Evento

CICLO DE DEBATES MARCA DA LIBERDADE

MARCAS SOCIAIS E SUBALTERNIDADES: DASDOIDA E FAISCA - Feira Agroecológica de Inclusão Social, Cultura e Artes de Umuarama, Paraná.


O Observatório da Família/ Instituto Menino Miguel, dá inicio ao Ciclo de Debates Marcas Sociais e Subalternidade. A atividade integra as ações do projeto de extensão Marca da Liberdade que tem o objetivo de desenvolver possibilidades de trabalho e geração de renda a partir da criação de marca social com vistas à politização da identidade/ pertencimentos e autonomia financeira de indivíduos de grupos subalternizados. A proposta do ciclo é apresentar experiências de Marcas Sociais que já existem e desenvolvem proposta análoga ao projeto.

Os debates são gratuitos, ocorrerão na página da UFRPE no Youtube - https://youtu.be/8slGaRitZFA- e para os/as inscritos disponibilizaremos certificado de participação.

A abertura deste Ciclo de Debates Marca da Liberdade: Marcas Socias e Sulbternidades traz as experiências de DASDOIDA e FAISCA - Feira Agroecológica de Inclusão Social, Cultura e Artes de Umuarama, Paraná.

Os convidados são Ronaldo José Moreira e Alessandro Faria Araújo.

Ronaldo José Moreira é artesão e contador de histórias autodidata, bonequeiro,brinquedista, terapeuta comunitário, ativista da luta antimanicomial e redução de danos, presidiu a ABRINE, cofundador da SUTACO. Conselheiro Nacional em Economia Solidária na SENAES, trabalhando com Paul Singer. Ministrou curso de ARTESANATO SUSTENTÁVEL na V EXPOCATADORES, multiplicador da Rede de Saúde Mental e Economia Solidária, parceiro da DASDOIDA, Escola Experimental de Moda para usuários da Saúde Mental, sócio fundadorda PETPOP: tecnologia psicossocial de geração de trabalho renda sustentável. 2014-2016 foi contratado pela IEES/CAU/UEM (Incubadora de Empreendimentos Econômicos Solidários da Universidade Estadual de Maringá, no Campus Avançado de Umuarama, no Paraná), como coordenador de políticas públicas em economia solidária, e efetivou a realização da FAISCA –Feira Agroecológica de Inclusão Social, Cultura e Artes. Trabalhou como orientador Mestre Artesão da PIC/Cascavel e, atualmente, além de aulas de bordado tradicional mineiro, desenvolve tecnologias psicossociais de desenvolvimento sustentável para um projeto de turismo rural da Unioeste (Universidade Estadual do Oeste do Paraná), em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Município de Cascavel e o PTI, ParqueTecnológico de Itaipu.

Alessandro Faria Araújo é artesão, escritor, com licenciatura plena em Filosofia pela PUCPRe Mestre em Comunicação & Semiótica pela PUCSP, com bolsa integral CNPq, onde estuda Semiótica Psicanalítica e Psicanálise com Oscar Cesarotto. Coautor do livro ‘Pedro Almodóvar e a feminilidade’. Tarólogo com premiação no Concurso de Poesia da Refrigeração Paraná e 1º e 5º prêmios no I Concurso de Poesias Helena Kolody pela PUCPR. Exposição coletiva Lina Yara Otto – SESC esquina, Curitiba Arte 9, curador e editor gráfico do 25ARQUIVO2000 (25 anos do curso de Arquitetura e Urbanismo da PUCPR). Montagem do ARTECIDADEZONALESTE2000, exposições na Oca do Parque Ibirapuera e no MUBE, em São Paulo, em parceria com Ronaldo José Moreira. Integra a DASDOIDA, onde agrega o termo ESQUIZITIZAÇÃO (customização psíquica), multiplicador da REDE DE ECONOMIA SOLIDÁRIA E SAÚDE MENTAL. Sócio fundador da PETPOP. Bolsista EXP-b CNPq do projeto da IEES/CAU/UEM 2014-2016, realização da FAISCA – Feira Agroecológica de Inclusão Social, Cultura e Artes de Umuarama, Paraná. Atualmente integra o projeto de turismo rural do oeste do Paraná, tecnologia social desenvolvida pela Unioeste, como proprietário da Estância Faísca, qual além de espaço recreativo, possui um espaço museológico de exposição de arte, artesanato e saúde mental.

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Observátorio da Família

O Observatório da Família, foi criado em 2011 a partir do Departamento de Ciências Domésticas- DCD, atualmente Departamento de Ciência do Consumo - DCC, constitui-se enquanto espaço de vivência interdisciplinar com projeção sobre o campo dos cotidianos familiares e dos direitos humanos. Apresenta entre suas inferência principais promover maior aproximação entre os diversos atores sociais e a Universidade, promovendo maior aproximação da sociedade com o espaço acadêmico. Sendo importante ressaltar que os observatórios são pensados hoje enquanto instrumentos valiosos para conhecer as mudanças sociais e desenhar novas formas de intervenção ajustadas às dinâmicas espaciais relacionadas com essas mesmas mudanças. O que é possível através da observação contínua das condições de vida das famílias, dos problemas sociais que estas enfrentam e das medidas destinadas a combatê-los, revelando-se um estratégia particularmente útil dada a extrema variabilidade dos fenômenos sociais, as estreitas interações entre condições, problemas e políticas e a relativa opacidade dos processos de mudança.
Infere a possibilidade de conversação das diferentes áreas, a recolha de dados estatísticos sobre matérias de natureza familiar, assim como informações diversas relativas à família. Aspirando, desta forma ser um espaço de investigação, de difusão de informação, produção de pesquisas e projetos de intervenção, bem como instrumento de observação das condições de vida das famílias, dos problemas sociais que enfrentam e das medidas destinadas à sua resolução. Nesta ferramenta, todos/as aqueles/as que atuam direta ou indiretamente com este universo poderão conhecer as ações que estão sendo desenvolvidas pelos diversos campos de saberes, e em nível de ação dos municípios e estados no âmbito das políticas públicas.
Pretende abarcar uma estrutura multidisciplinar inter-universitária com constante interface e diálogo com a sociedade, promovendo investigações científicas, intervenções sociais, participando ativamente nas discussões que envolvam temáticas relativas a família nordestina e brasileira. Constitui-se, portanto, como instituição voltada para a pesquisa e a intervenção social e fórum para discussão e monitoramento acerca de experiências atuais e transformações na família ou que, venham à incidir ou impactar sobre esta instituição, notadamente políticas e problemáticas sociais. O observatório da família tem atualmente em andamento ações de ensino, pesquisa e extensão.