XIII Seminário Internacional da Francofonia, XIII Seminário Brasil-Canadá de Estudos Comparados e VI Colóquio Internacional de Estudos Comparados

Faça sua inscrição
De 18 a 20 de agosto Todos os dias das 00h00 às 00h00
Evento online Clique aqui

Sobre o Evento

LIVRO DOS ANAIS DISPONÍVEL AQUI

CADERNO DE RESUMOS DISPONÍVEL AQUI

OS CERTIFICADOS JÁ ESTÃO DISPONÍVEIS

NAS ABAS "CERTIFICADOS".

A transmissão do evento aconteceu através do canal Agenciamentos, nosso parceiro no YouTube! Clique aqui para acompanhar!

ACESSE A PROGRAMAÇÃO COMPLETA AQUI

Resultado de imagem para emblema uefs

Universidade Estadual de Feira de Santana

Departamento de Letras e Artes

Programa de Pós-Graduação em Desenho, Cultura e Interatividade

Université de Lomé (Togo)

Colegiado de Letras Vernáculas

Colegiado de Letras: Português e Francês

Colegiado de Letras com Inglês

Colegiado de Letras: Português e Espanhol

NEC- Núcleo de Estudos Canadenses

CELCFAAM- Centro de Estudos em Literaturas e Culturas Franco-afro-americanas

Com o apoio de:

Laboratório de Filosofia, Ciências Humanas e Outros Sistemas de Pensamento da UNIMONTES (MG)

LINSP – Linguagem, Sociedade e Produção de Discursos da UEFS

XIII Seminário Internacional da Francofonia

XIII Seminário Brasil-Canadá de Estudos Comparados

VI Colóquio Internacional de Estudos Comparados

Organizados pela Universidade Estadual de Feira de Santana (Bahia, Brasil)

De 18 a 20 de agosto de 2020

Por videoconferência

APRENDER A SER E A VIVER JUNTO EM NARRATIVAS LITERÁRIAS: BREVIÁRIO PARA COMBATER O DESENCANTAMENTO DO MUNDO

Em níveis cada vez mais intensos, uma potente e eficiente indústria cultural tenta convencer os indivíduos do mundo inteiro a descobrir as virtudes, supostamente incontestáveis, do individualismo enquanto filosofia de vida, sobretudo após o desmoronamento da antiga URSS. De fato, a revelação da supressão das liberdades individuais em nome de um coletivismo forçado - sob o reino da pobreza material - iria fornecer o adubo necessário para fazer germinar o individualismo, que se tornaria uma espécie de nova religião, onde pontifica este novo deus chamado Mercado (FROMM 1950; SUNG 2018), tendo a Liberdade como sua contra face (TODOROV: 2012). Persuadidos de que são eles próprios os responsáveis por seu sofrimento ético-político (SAWAIA: 1999), homens e mulheres se deixam ir, resignam-se e abandonam o poder de tomar seu destino em mãos, logo se submetem a esta divindade chamada Dinheiro, já anunciada por Balzac em O Pai Goriot (1835). Como os professores e professoras de Língua e Literatura em atividade podem contribuir para desconstruir esta narrativa do pensamento único que pressupõe a abdicação da esperança em um mundo mais justo e igualitário? (MCLAREN: 1997) Que fazer para (re)criar estratégias de libertação e de comprometimento de docentes no exercício de suas atividades? Como se contrapor a este estado de quase paralisia do pensamento, diante desta renúncia à esperança? (CHOMSKY: 2003). Acreditando que a honestidade intelectual possa existir no pensamento aparentemente ingênuo (BOUVERESSE: 2010), parece-nos que incumbem aos professores e às professoras de Língua e Literatura a recriação de estratégias de libertação, a partir da refundação do próprio projeto de educação (ADORNO: 1989; FREIRE: 1996; ILLICHT: 1971; MORIN: 1997). Assim, diante do desencantamento do mundo, alimentado diuturnamente pela grande mídia (LIPPMANN: 2008), não seria preciso recuperar a fé nas potencialidades do humano, oferecendo as condições propícias para uma educação do reencantamento do mundo? (ASSMANN: 2007; SUNG: 2006). Pensamos que o ensino da Literatura, aqui considerada como um direito essencial do indivíduo (CÂNDIDO 1995; JOUVE: 2014) e na tradição do realismo (PILLATI: 2017), poderia se constituir na principal ferramenta para desvelar a humanidade escondida na aparência da diversidade. De fato, pensamos que a Literatura continua a nos orientar para um mundo de possíveis, onde se manifestam outras formas de pensar, querer, viver, amar e trabalhar. (ASTRUC: 2015; RANCIÈRES: 1999). E, ao mesmo tempo, a Literatura não nos sinalizaria para a constituição de um sujeito autônomo? Sendo este último capaz de aderir a uma ética essencial, onde o “espírito do geômetra”, em seu modo de ser produção, não exclua o “espírito de finesse” em seu modo-de-ser- afetividade”? (MONTAIGNE apud BOFF 2006; MORIN: 2007; MEYOR: 2008; ABREU: 2017; SOURIAU: 2010; LA TAILLE: 2015). Assim, na feliz esperança que nos é sugerida por Bourdieu (1993) “o que o mundo social fez, o mundo social pode, (armado do saber), desfazê-lo”, torna-se indispensável encontrar, entre as diversas soluções narrativas, aquelas que se constituam como contra discursos capazes de vencer o cinismo que ameaça morar nas mentes e nos corações (GAJANIGO:2011). E, parodiando Roberto Mendes, em sua canção Yayá Massemba, poderíamos dizer que se trata de lhes convidar a nos ensinar a “aprender a ler para ensinar meus camaradas” (2005). Enfim, é com esta crença na leitura literária como capaz de convidar o leitor ou a leitora a ir ao encontro do Outro - não importa seu nome, sua origem, sua etnia, sua classe social, nem a cor de sua pele - que lhes convidamos a nos oferecer sua contribuição, participando do XIII Seminário Internacional da Francofonia, do XIII Seminário Brasil-Canadá de Estudos Comparados e do VI Colóquio Internacional de Estudos Comparados, organizados pela Universidade Estadual de Feira de Santana, (Bahia Brasil), de 18 a 20 de agosto de 2020, por videoconferência.

EIXOS TEMÁTICOS

1 - Para uma educação do sensível

2 - Ecocrítica e literatura

3 - Educação, literatura e diversidade cultural

4 - Literatura e realismo

5 - Práticas de leitura e formação de subjetividades

6 - Ensino de línguas e cidadania

7 - Novas práticas didáticas e pedagógicas na era do digital

8 - Literatura e formação de imaginários sociais

9 - Educar para quê?

10 - Educação e decolonialidade

11 - Estudos do discurso: os discursos políticos e midiáticos sobre a educação

Longe de ser conclusiva, esta lista pode e deve ser ampliada...

5 de agosto de 2020, prazo final para o envio de proposta de contribuição ou de comunicação para o e-mail: nelcfaam@gmail.com. Resumo em fonte Times New Roman, tamanho 12, texto justificado, contendo entre 200 e 300 palavras, com 5 palavras-chaves. Para maiores informações, favor acessar o endereço www.doity.com.br/coloquio2020


Resultado de imagem para emblema uefs

Universidade Estadual de Feira de Santana

Departamento de Letras e Artes

Programa de Pós-Graduação em Desenho, Cultura e Interatividade

Université de Lomé (Togo)

Colegiado de Letras Vernáculas

Colegiado de Letras: Português e Francês

Colegiado de Letras com Inglês

Colegiado de Letras: Português e Espanhol

NEC- Núcleo de Estudos Canadenses

CELCFAAM- Centro de Estudos em Literaturas e Culturas Franco-afro-americanas

Avec l’appui de:

Laboratório de Filosofia, Ciências Humanas e Outros Sistemas de Pensamento da UNIMONTES (MG)

LINSP – Linguagem, Sociedade e Produção de Discursos da UEFS


XIII Séminaire International de la Francophonie

XIII Séminaire Brésil-Canada d’Études Comparées

VI Colloque International d'Études Comparées

Organisés par l’Universidade Estadual de Feira de Santana (Bahia, Brésil)

Du 18 au 20 août 2020

En visioconférence

APPRENDRE À ÊTRE ET À VIVRE ENSEMBLE DANS DES NARRATIONS LITTÉRAIRES: BRÉVIAIRE POUR COMBATTRE LE DÉSENCHANTEMENT DU MONDE

Dans des niveaux de plus en plus intenses, une puissante et efficiente industrie culturelle essaie de convaincre des individus du monde entier de découvrir les vertus supposément incontestables de l’individualisme en tant que philosophie de vie, surtout après l’effondrement de l’ancienne U.R.S.S. En effet, la révélation de la suppression des libertés individuelles au nom d’un collectivisme forcé – sous le règne de la pauvreté matérielle – irait fournir l’ingrédient nécessaire pour faire germer la croyance dans l’individualisme devenu une sorte de nouvelle religion où pontifierait le nouveau dieu appelé Marché (FROMM : 1950 ; SUNG : 2018), ayant la Liberté comme contrepoint (TODOROV : 2012). Persuadés qu’eux-mêmes sont les seuls responsables par leur propre souffrance éthico-politique (SAWAIA : 1999), hommes et femmes se laissent aller, se résignent et abandonnent le pouvoir de prendre leur destin en mains, se soumettant à ce nouveau dieu déjà annoncé par Balzac dans Le Père Goriot (1835). Comment les professeur(e)s de Langue et Littérature en activité dans l’enseignement secondaire peuvent-ils contribuer à déconstruire ce récit de la pensée unique qui présuppose l’abdication de l’espoir en un monde plus juste et égalitaire ? (MCLAREN ; 1997). Que faire pour (re)créer des stratégies de libération et d’engagement de professeur(e)s en activité dans l’enseignement ? Que faire pour s’opposer à cet état de quasi-paralysie de la pensée, face à ce renoncement à l’espoir ? (CHOMSKY : 2003). Croyant que l’honnêteté intellectuelle peut exister dans la pensée apparemment naïve (BOUVERESSE : 2010), il nous semble qu’il incombe aux professeur(e)s de Langue et Littératures de (re)créer des stratégies de libération à partir de la refondation du propre projet d’éducation (FREIRE : 1992 ; ILLICHT : 1971 ; MORIN : 1997). Ainsi, face au désenchantement du monde alimenté de longue durée par le grand média (LIPPMANN : 2008), il faudrait récupérer la foi dans les potentialités de l’humain offrant des conditions propices pour une éducation de réenchantement du monde (ADORNO : 2000 ; MORIN : 2001 ; ASSMANN : 2007 ; SUNG : 2006 ; LA TAILLE : 2015). Comme principal outil, nous croyons que l’enseignement de la Littérature dans la tradition du réalisme (PILLATI : 2017) et ici considérée comme un droit essentiel de l’individu (CÂNDIDO : 1995 ; JOUVE : 2014), peut nous permettre de mieux dévoiler l’humanité cachée sous l’apparence de la diversité. Ainsi, comme une sorte d’‘antidote’ contre cet ‘ensorcellement’ de la pensée unique qui engourdit et abrutit en quelque sorte l’humanité. La Littérature ne pourrait-elle pas continuer de nous orienter vers un monde de possibles où s’exprimeraient d’autres formes de vivre, d’aimer, de rêver et de travailler ? (ASTRUC : 2015 ; RANCIÈRES : 1999). Et dans le même temps, ne pourrait-elle pas nous amener vers la constitution d’un sujet autonome ? Ce dernier serait alors capable d’adhérer à une éthique essentielle, où l’esprit du géomètre, ‘dans son mode d’être-production’, n’exclut pas l’esprit de finesse (MONTAIGNE apud BOFF : 2006), ‘en son mode - d’être - affectivité’ (BOFF : 2006 ; MORIN : 2007 ; MEYOR : 2008 ; ABREU : 2017 ; SOURIAU : 2010). En effet, si dans l’heureux espoir suggéré par BOURDIEU (1993), « ce que le monde social a fait, le monde social peut, armé (du) savoir, le défaire”, il devient alors indispensable de trouver parmi les diverses narrations celles qui se constituent en contre-discours, capables de vaincre le cynisme qui menace d’habiter esprits et cœurs (GAJANIGO : 2011). Et parodiant Roberto Mendes dans sa chanson Yayá Massemba, on pourrait dire (qu’il s’agit d’) apprendre à lire pour enseigner à mes camarades! (2005). Enfin, c’est la foi en la lecture littéraire étant capable d’inviter le lecteur, la lectrice à aller à la rencontre de l’Autre - qu’importe son nom, son origine, son ethnie, son genre, sa classe sociale, la couleur de sa peau - qui nous amène à vous inviter à participer au XIII Séminaire International de la Francophonie, ainsi qu’au XIII Séminaire Brésil-Canadá d’Études Comparées et au VI Colloque International d'Études Comparées, organisés par l’Universidade Estadual de Feira de Santana (Bahia, Brésil), du 18 au 20 août 2020, en visioconférence.

AXES THÉMATIQUES

  1. Vers une éducation au sensible

  2. Écocritique et Littérature

  3. Éducation, Littérature et Diversité Culturelle

  4. Littérature et Réalisme

  5. Pratiques de lecture et formation de subjectivités

  6. Enseignement de langue et citoyenneté

  7. Nouvelles pratiques didactiques et pédagogiques à l'ère du digital

  8. Littérature et formation des imaginaires sociaux

  9. Pourquoi éduquer?

  10. Éducation et décolonisation

  11. Études du discours: les discours politiques et médiatiques sur l'éducation

Loin d’être exhaustive, cette liste mérite d’être étoffée dans le respect du sujet.

5 août 2020, dernier délai pour l'envoi de proposition de contribution ou de communication à l'adresse: nelcfaam@gmail.com. Résumé en Times New Roman, taille 12, texte justifié, contenant entre 200 et 300 mots, avec 5 mots clés. Pour plus d'informations, veuillez-vous adresser à www.doity.com.br/coloquio2020 svp.


Resultado de imagem para emblema uefs

Universidade Estadual de Feira de Santana

Departamento de Letras e Artes

Programa de Pós-Graduação em Desenho, Cultura e Interatividade

Université de Lomé (Togo)

Colegiado de Letras Vernáculas

Colegiado de Letras: Português e Francês

Colegiado de Letras com Inglês

Colegiado de Letras: Português e Espanhol

NEC- Núcleo de Estudos Canadenses

CELCFAAM- Centro de Estudos em Literaturas e Culturas Franco-afro-americanas

Con el apoyo de:

Laboratório de Filosofia, Ciências Humanas e Outros Sistemas de Pensamento da UNIMONTES (MG)

LINSP – Linguagem, Sociedade e Produção de Discursos da UEFS

XIII Seminario Internacional de la Francofonía

XIII Seminario Brasil-Canadá de Estudios Comparados

VI Coloquio Internacional de Estudios Comparados

Organizados por la Universidade Estadual de Feira de Santana (Bahia, Brasil)

De 18 a 20 de agosto de 2020

Por visioconferência

APRENDER A SER Y A VIVIR JUNTO EN NARRATIVAS LITERARIAS: BREVIARIO PARA COMBATIR EL DESENCANTO DEL MUNDO

A niveles cada vez más intensos, una potente y eficiente industria cultural intenta convencer a los individuos de todo el mundo a descubrir las virtudes, supuestamente incontestables, del individualismo en cuanto filosofía de vida, sobre todo tras el derrumbe de la antigua URSS. De hecho, la revelación de la supresión de las libertades individuales en nombre de un colectivismo forzado - bajo el reino de la pobreza material - iría proveer el abono necesario para que germinara el individualismo, que se convertiría en una especie de nueva religión, donde pontifica este nuevo dios llamado Mercado (FROMM 1950; SUNG 2018), teniendo la Libertad como reverso (TODOROV: 2012). Persuadidos de que son ellos mismos los responsables por su sufrimiento ético-político (SAWAIA: 1999), hombres y mujeres se dejan ir, se resignan y abandonan el poder de tener su destino en manos, luego se someten a esta divinidad llamada Dinero, como fue anunciada por Balzac en El Padre Goriot (1835). ¿Cómo los profesores y profesoras de Lengua y Literatura en actividad pueden contribuir para deshacer esta narrativa del pensamiento único que presupone abdicar de la esperanza en un mundo más justo e igualitario? (MCLAREN: 1997) ¿Qué hacer para (re)crear estrategias de liberación y de comprometimiento de docentes en el ejercicio de sus actividades? ¿Cómo contraponerse a este estado de casi parálisis del pensamiento, ante la renuncia a la esperanza? (CHOMSKY: 2003). Creyendo que la honestidad intelectual pueda existir en el pensamiento aparentemente ingenuo (BOUVERESSE: 2010), nos parece que les incumben a los profesores y a las profesoras de Lengua y Literatura la recreación de estrategias de liberación, a partir de la refundación del propio proyecto de educación (ADORNO: 1989; FREIRE: 1996; ILLICHT: 1971; MORIN: 1997). De esa manera, frente al desencanto del mundo, alimentado duraderamente por la gran media (LIPPMANN: 2008), ¿no nos haría falta recuperar la fe en las potencialidades del humano, ofreciendo las condiciones propicias para una educación del reencanto del mundo? (ASSMANN: 2007; SUNG: 2006). Pensamos que la enseñanza de la Literatura, aquí considerada como un derecho esencial del individuo (CÂNDIDO 1995; JOUVE: 2014) y en la tradición del realismo (PILLATI: 2017), podría constituirse en la principal herramienta para desvelar la humanidad escondida en la apariencia de la diversidad. De hecho, pensamos que la Literatura sigue orientándonos a un mundo de posibles, en el que se manifiestan otras formas de pensar, querer, vivir, amar y trabajar. (ASTRUC: 2015; RANCIÈRES: 1999). Y, al mismo tiempo, ¿la Literatura no nos señalaría para la constitución de un sujeto autónomo? ¿Siendo este último capaz de adherir a una ética esencial, en la que el “espíritu del geómetra”, en su modo de ser producción, no elimine el “espíritu de finesse” en su modo-de-ser- afectividad”? (MONTAIGNE apud BOFF 2006; MORIN: 2007; MEYOR: 2008; ABREU: 2017; SOURIAU: 2010; LA TAILLE: 2015). De esa manera, en la feliz esperanza que nos sugiere Bourdieu (1993) “lo que hizo el mundo social, el mundo (armado del saber) lo puede deshacer”, se hace inexcusable encontrar, entre las diversas soluciones narrativas, las que se constituyan como contra discursos capaces de vencer el cinismo que amenaza vivir en las mentes y en los corazones (GAJANIGO:2011). Parodiando a Roberto Mendes, en su canción Yayá Massemba, podríamos decir que se trata de invitarlos a que nos enseñen a “aprender a leer para enseñar mis compañeros” (2005). Finalmente, es con esta creencia en la lectura literaria como capaz de invitar al lector o a la lectora a que vaya al encuentro del Otro - no importa su nombre, su origen, su etnia, su clase social, tampoco el color de su piel - que los (as) invitamos a ofrecernos su contribución, participando del XIII Seminario Internacional de la Francofonía, del XIII Seminario Brasil-Canadá de Estudios Comparados y del VI Coloquio Internacional de Estudios Comparados, organizados por la Universidade Estadual de Feira de Santana, (Bahia Brasil), de 18 a 20 de agosto de 2020, por visioconferencia.

EJES TEMÁTICOS

1 - Para una educación de lo sensible

2 - Ecocrítica y literatura

3 - Educación, literatura y diversidad cultural

4 - Literatura y realismo

5 - Prácticas de lectura y formación de subjetividades

6 - Enseñanza de lenguas y ciudadanía

7 - Nuevas prácticas didácticas y pedagógicas en la era de lo digital

8 - Literatura y formación de imaginarios sociales

9 - Educar para qué?

10 - Educación y decolonialidad

11 - Estudios del discurso: los discursos políticos y mediáticos sobre la educación

De no ser conclusiva todavía, esta lista puede y debe de ser ampliada...

5 de agosto de 2020, fecha límite para el envío de propuestas de contribución o de ponencia para el correo electrónico: nelcfaam@gmail.com. Resumen en fuente Times New Roman, tamaño 12, alienación justificada, conteniendo entre 200 y 300 palabras, con 5 palabras clave. Para más informaciones, contáctanos a través de la página web www.doity.com.br/coloquio2020


Resultado de imagem para emblema uefs

Universidade Estadual de Feira de Santana

Departamento de Letras e Artes

Programa de Pós-Graduação em Desenho, Cultura e Interatividade

Université de Lomé (Togo)

Colegiado de Letras Vernáculas

Colegiado de Letras: Português e Francês

Colegiado de Letras com Inglês

Colegiado de Letras: Português e Espanhol

NEC- Núcleo de Estudos Canadenses

CELCFAAM- Centro de Estudos em Literaturas e Culturas Franco-afro-americanas

With the support of:

Laboratório de Filosofia, Ciências Humanas e Outros Sistemas de Pensamento da UNIMONTES (MG)

LINSP – Linguagem, Sociedade e Produção de Discursos da UEFS

XIII International Seminar of La Francophonie

XIII Brazil-Canada Seminar of Comparative Studies

VI International Colloquium of Comparative Studies

Organized by the Universidade Estadual de Feira de Santana (Bahia, Brazil)

August 18-20, 2020

On video conference

LEARNING TO BE AND LIVE TOGETHER IN LITERARY NARRATIVES: BREVIARY TO FIGHT THE DISENCHANTMENT OF THE WORLD

At increasingly intense levels, a powerful and efficient cultural industry attempts to convince individuals around the world to discover the supposedly undeniable virtues of individualism as a philosophy of life, above all following the collapse of the former USSR. In fact, the revelation of the suppression of individual freedoms on behalf of a forced collectivism - under the realm of material poverty - would provide the necessary fertilizer to germinate individualism, which would become a kind of new religion, where it pontificates this new god called Market (FROMM : 1950 ; SUNG : 2018), having Freedom as its counter-face (TODOROV: 2012). Men and women once persuaded they are themselves responsible for their ethical-political suffering (SAWAIA: 1999), let themselves go, resign themselves and abandon the power to take their fate into their hands and soon submit to this so-called deity money, which has been already announced by Balzac in Le Père Goriot (1835). How could Language and Literature professors and teachers in Higher Education and in High School, contribute to the deconstruction of this narrative of single thinking that presupposes the abdication of hope in a fairer and more egalitarian world? (MCLAREN: 1997) What is to be done to (re)create strategies for the liberation and commitment of professors, lecturers and teachers that work in High School? How is it possible to oppose to this state of (almost) paralysis of thought, in the face of this renunciation of hope? (CHOMSKY: 2003). Believing that intellectual honesty may exist in seemingly naïve thinking (BOUVERESSE: 2010), it seems to us that professors and teachers of Language and Literature are responsible for recreating strategies of freedom based on the re-foundation of the educational project itself (FREIRE: 1992; ILLICHT: 1971). Thus, before the disenchantment of the world, fueled persistently by the mainstream media (LIPPMANN: 2008), would it not be advisable to recover faith in human's potential, offering favorable conditions for an education of the re-enchantment of the world? (ASSMANN: 2007; LA TAILLE: 2015). As the main tool or password, we believe in the teaching of Literature, in the tradition of realism, and here considered as an essential right of the individual (CÂNDIDO: 1995; JOUVE: 2014). Thus, as a type of 'medicine',against this 'witchcraft' of a single thought that makes humanity half-doped, half-stupefied, Literature would not continue beckoning us towards a world of limited possibilities where only certain ways of living, loving, dreaming and working are pontificated. Opposing that idea, it would encourage the constitution of an empowered subject capable of adhering to an essential ethics, where the “spirit of the geometer” in his/her way-of-being-production does not exclude the “esprit de finesse”, in his/her-way -being-affectivity (MONTAIGNE apud BOFF: 2006). Based on what is suggested to us, by Bourdieu (1993): "what the social world has done, the social world itself can undo", it is indispensable to find, among the various narrative solutions, those that constitute themselves as discourses capable of overcoming cynicism that threatens to live in minds and hearts, teaching how to be and live together(DELORS: 1997; MORIN, 2000) (GAJANIGO: 2011; MCLAREN: 1997; PILATTI: 2017). So, by parodying Roberto Mendes, in his song Yayá Massemba, we could say that it is about inviting them to teach us something like, "I will learn to read in order to teach my comrades". Finally, it is with the belief in literary reading as the one, which is capable of inviting the reader to reach ‘the Other’ - no matter their names, their origin, their ethnicity, their social class, nor the color of their skin - that we invite you to offer your contribution by participating in XIII International Seminar of La Francophonie, XIII Brazil-Canada Seminar of Comparative Studies and VI International Colloquium of Comparative Studies organized by the Universidade Estadual de Feira de Santana (Bahia, Brazil) through video conference.

THEMATIC AXES:

1. Towards sensitive education

2. Eco-criticism and literature

3. Education, literature and cultural diversity

4. Literature and realism

5. Reading practices and subjectivity formation

6. Education, language and citizenship

7. New didactic and pedagogical practices in the digital age

8. Literature and formation of social imaginations

9. Why educate?

10. Education and decolonization

11. Discourse studies: political and media discourse on education

Far from being exhaustive, this list deserves to be expanded in accordance with the subject.

August 5, 2020, final deadline for sending contribution or communication proposals to the email address: nelcfaam@gmail.com Summary in Times New Roman, font size 12, justified text containing between 200 and 300 words, with 5 keywords. For more information, please contact www.doity.com.br/coloquio2020.

Organizador

Universidade Estadual de Feira de Santana, Departamento de Letras e Artes