I COLÓQUIO INTERNACIONAL DE LITERATURA E FILOSOFIA DA UFRB

A CRISE DA RAZÃO E A FALÊNCIA DA CRÍTICA

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De 10 a 12 de abril Todos os dias das 08h às 22h
Amargosa, BA CENTRO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES - UFRB

Sobre o Evento

Este evento é uma realização do Núcleo de Pesquisa e Extensão Filosófica/NUPEF do Centro de Formação de Professores/CFP da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia/UFRB, executada por uma Comissão de Organização composta por educadores das áreas de Literatura, Filosofia, História e Educação, com a colaboração de monitores dos cursos de Licenciatura em Letras, Filosofia e Pedagogia do CFP/UFRB. A atividade reunirá entre os dias 10 e 12 de abril de 2019, no município de Amargosa, Bahia, estudiosos da Literatura interessados nos aspectos filosóficos dos textos literários e pesquisadores da Filosofia que investigam as questões que se situam na fronteira entre essas duas tradições.

O tema do I Colóquio Internacional de Literatura e Filosofia da UFRB é “A crise da razão e a falência da crítica”. O objetivo é retomar um dos debates que mais incomodaram às últimas gerações de pensadores e escritores do século passado. A discussão do Colóquio deverá se ater a tarefa de renovar o balanço cultural das discussões do século XXI sobre os limites da razão e sobre a derrocada de suas pretensões autocráticas, latentes ou manifestas, nos mais diversos domínios da cultura. Pretende-se também reavaliar o fenômeno da saturação das narrativas e o esgotamento da crítica, filosófica ou literária, diante do colapso pós-ideológico das políticas globais, aparentemente acentuado na última década. Tempos de distopias, obscurantismos e relativismos radicais que levaram alguns intelectuais a decretarem o fim da Filosofia e outros a falarem em um crepúsculo da Literatura. Mas há também aqueles que reivindicam, ao contrário, uma reinvenção ou refundação dessas áreas, a partir de uma revisão das tarefas da Literatura e da Filosofia para enfrentarem os desafios atuais.

O evento contará com duas modalidades de participação: presencial e virtual. Na modalidade virtual, teremos a participação de conferencistas internacionais, convidados por esta Comissão. Na modalidade presencial, o evento terá três mesas de debate e seis minicursos, além de sessões de comunicação para apresentações de trabalhos acadêmicos sobre o tema, a partir das mais variadas abordagens e tendências teóricas.

O evento certificará nas duas modalidades de participação. Na modalidade presencial serão certificados os pesquisadores convidados e os ouvintes com pelo menos 75% de frequência nas mesas e sessões de comunicação. A certificação dos minicursos será dada em separado. O evento contará também com uma modalidade virtual que é assíncrona e aberta, sendo realizada no Ambiente Virtual do I Colóquio. Nesta etapa teremos conferências virtuais com discussões e interações entre os participantes e conferencistas, com o apoio de moderadores. Os conteúdos serão disponibilizados paulatinamente ao longo das semanas que antecedem o evento e estarão disponíveis até ao término do Colóquio. Cada apresentação terá um vídeo gravado por Professores que investigam o tema a partir de Universidades da América Latina, África e da Europa, além de um resumo e um fórum de debates, com mediadores e autores disponíveis para discutir e refletir com os participantes sobre os trabalhos. Para obter o certificado de participação da modalidade virtual é necessário inscrever-se no evento (na opção “participação virtual”) e registrar no mínimo 3 (três) interações relevantes nos fóruns de debates diferenciados. O julgamento será feito pela Comissão Científica. Os certificados de participação e o Caderno de Resumos (com ISBN) serão disponibilizados após o evento.

Palestrantes

  • Vanessa Martins
  • Mariana Lins
  • Iara Bottan
  • Andrés Suárez-Astaiza
  • Filipe Miguel Mário Cahungo
  • Paolo Stellino
  • Diego Julián Ferreyra
  • Pablo Nicolás Pachilla
  • Fernando Ribeiro de Moraes Barros
  • Andre Luis Mota Itaparica
  • Roberto Henrique Seidel
  • Tiago Sousa
  • Pablo Enrique Abraham Zunino
  • Kleyson Rosário Assis
  • Edson Oliveira da Silva
  • António Cipriano Parafino Gonçalves
  • Esdras Oliveira de Souza
  • Inácio Valentim
  • Daniel Rodrigues Ramos
  • Tarcísio Fernandes Cordeiro
  • Miguel José da Silva
  • Flávio Ferreira de Souza

Programação

00h00 CONFERÊNCIAS VIRTUAIS Fórum
Local: Canal no YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCWHp2FI8Dj2jDKddvHn6uOg/featured

LEIA COM ATENÇÃO AS INFORMAÇÕES GERAIS E NORMAS DE PARTICIPAÇÃO DO DEBATE VIRTUAL

 

  1.  O evento possui 7 palestras virtuais de pesquisadores internacionais vinculados às Instituições Acadêmicas na Argentina, Angola e Portugal disponíveis em nosso canal no YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCWHp2FI8Dj2jDKddvHn6uOg/featured
  2. Todos os inscritos no site, no módulo das palestras virtuais, poderão participar de qualquer uma dessas palestras ou até mesmo de todas se assim desejar;
  3. É condição necessária e imprescindível para ser certificado como ouvinte de cada palestra ter se inscrito no evento, no módulo das cpnferências virtuais;
  4. Cada palestra tem um/a moderador/a ou debatedor/a que participará e mediará o debate, avaliando também a qualidade das participações;
  5. Cada ouvinte/participante terá direito ao certificado se, em cada palestra escolhida, participar de forma significativa (com perguntas e/ou comentários) de acordo com o julgamento do/a moderador/a ou debatedor/a;
  6. Cada postagem julgada como significativa receberá um like do/a moderador/a;
  7. A partir de 3 likes em cada uma das palestras escolhidas o participante terá direito ao Certificado da palestra que optou por intervir;
  8. A contagem e avaliação das postagens começam a valer a partir do dia 06/04 e vão até ao dia 12/04, depois deste período o debate não terá mais efeito para certificação;
  9. Os certificados serão emitidos pela PROEXT/UFRB, para o email informado no ato da inscrição no evento, algumas semanas depois do fim do I Colóquio Internacional de Literatura e Filosofia da UFRB.
19h00 A HISTÓRIA DO FEITICEIRO: UMA REFLEXÃO SOBRE O ETHOS FILOSÓFICO E OS INFORTÚNIOS DO PENSAMENTO CRITICO Abertura
Local: SALA 06 - CENTRO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES - UFRB

Resumo: Nossa tradição filosófica funcionou como um mito da racionalidade e não como um desenvolvimento da própria racionalidade. Esta tradição mostra todas as características típicas de um sistema mítico-mágico e apenas uma mudança de condições sociais poderia permitir o surgimento de uma genuína racionalidade. Inversamente, somente o surgimento de uma racionalidade genuína poderia produzir o surgimento de condições sociais apropriadas, nas quais o verdadeiro significado de uma vida autêntica pode prosperar. Nossa tese é que não pode haver desenvolvimento filosófico genuíno à margem das condições sociais apropriadas. Tentaremos fazer um esboço desta situação para oferecer uma possível compreensão do nosso panorama atual e da possibilidade ou não do desenvolvimento de um ethos filosófico.

Palavras chave: Ethos filosófico, pensamiento crítico, mito, racionalidad

 

Acesse em: https://www.academia.edu/38763473/A_historia_do_feiticeiro

CONFERÊNCIA DE ABERTURA

A HISTÓRIA DO FEITICEIRO: UMA REFLEXÃO SOBRE O ETHOS FILOSÓFICO E OS INFORTÚNIOS DO PENSAMENTO CRÍTICO

PALESTRANTE: Andrés Suárez-Astaiza (Pontificia Universidad Javeriana, Cali – Colômbia | Bergische Wuppertal Universität – Alemanha | Universidade Federal do Ceará – UFC).

DEBATEDOR: Daniel Rodrigues (Universidade Federal do Recôncavo da Bahia – UFRB)

MEDIADOR: Ricardo Henrique Andrade (Universidade Federal do Recôncavo da Bahia – UFRB)

Às19h00- SALA 06 - CENTRO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES - UFRB
00h00 CONFERÊNCIAS VIRTUAIS Fórum
Local: Canal no YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCWHp2FI8Dj2jDKddvHn6uOg/featured

LEIA COM ATENÇÃO AS INFORMAÇÕES GERAIS E NORMAS DE PARTICIPAÇÃO DO DEBATE VIRTUAL

 

  1.  O evento possui 7 palestras virtuais de pesquisadores internacionais vinculados às Instituições Acadêmicas na Argentina, Angola e Portugal disponíveis em nosso canal no YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCWHp2FI8Dj2jDKddvHn6uOg/featured
  2. Todos os inscritos no site, no módulo das palestras virtuais, poderão participar de qualquer uma dessas palestras ou até mesmo de todas se assim desejar;
  3. É condição necessária e imprescindível para ser certificado como ouvinte de cada palestra ter se inscrito no evento, no módulo das cpnferências virtuais;
  4. Cada palestra tem um/a moderador/a ou debatedor/a que participará e mediará o debate, avaliando também a qualidade das participações;
  5. Cada ouvinte/participante terá direito ao certificado se, em cada palestra escolhida, participar de forma significativa (com perguntas e/ou comentários) de acordo com o julgamento do/a moderador/a ou debatedor/a;
  6. Cada postagem julgada como significativa receberá um like do/a moderador/a;
  7. A partir de 3 likes em cada uma das palestras escolhidas o participante terá direito ao Certificado da palestra que optou por intervir;
  8. A contagem e avaliação das postagens começam a valer a partir do dia 06/04 e vão até ao dia 12/04, depois deste período o debate não terá mais efeito para certificação;
  9. Os certificados serão emitidos pela PROEXT/UFRB, para o email informado no ato da inscrição no evento, algumas semanas depois do fim do I Colóquio Internacional de Literatura e Filosofia da UFRB.
08h00 - Mariana Lins MINICURSO: A LITERATURA E AS ORIGENS DO TERRORISMO POLÍTICO NA RÚSSIA NOVECENTISTA Minicurso
Local: A DEFINIR

MINICURSO: A literatura e as origens do terrorismo político na Rússia novecentista

COORDENADORA: Mariana Lins (Universidade Federal de Sergipe)

RESUMO: Conforme a tese de Robin Morgan no seu, The Demon Lover, “escritores ficcionais revelam o que permanece um mistério para os experts em terrorismo”: a sexualidade e a sensualidade envolvidas no terror, na crueldade e na morte. Em geral, estudos políticos acerca do tema não levam em conta ou pouco se aprofundam nos motivos obscuros que conduzem um indivíduo a este tipo de prática. E para a elucidação deste ponto, a literatura russa, ou mais precisamente, o debate entre críticos literários e escritores russos da segunda metade do dezenove é reconhecidamente um campo privilegiado, com destaque para o romance Os demônios (1871) de Fiódor M. Dostoiévski. É informação amplamente divulgada, dentre os estudiosos e amantes deste escritor russo, que o seu romance Os demônios consiste numa representação artística do verídico caso de assassinato político, em 1869, do jovem I. I. Ivánov, orquestrado pelo líder da célula revolucionária da qual o próprio Ivánov era membro, sendo esta a Justiça sumária do povo, e o seu líder o rebelde Serguei Netcháiev – cujas relações controversas com o pai do anarquismo russo, Mikhail Bakunin, foram a gota d’água para a expulsão deste da Primeira Internacional, então liderada por Marx. Este crime, considerado excêntrico e extremo no tempo do seu acontecimento, é tomado nos dias de hoje como o ato embrionário do que convencionou-se chamar de terrorismo político. Dentre os desdobramentos mais “exitosos” do “Catecismo revolucionário” de Netcháiev, escrito com a contribuição polêmica de Bakunin (ainda hoje contestada pelos anarquistas), tem-se a formação da célula revolucionária “A vontade do povo” (1879-1884). Afinal, os membros deste grupo, que tomavam Netcháiev como mentor e inspiração central (permanecendo inclusive em contato com ele durante o período em que ficou encarcerado até sua morte em 1882), não só foram os responsáveis por colocar em circulação o termo “terrorismo” como forma de convocação à luta – especificamente através do panfleto “A luta terrorista” publicado em 1880 –, como sobretudo pela tentativa finalmente bem sucedida de assassinato (já que houve outras) do czar Alexandre II, em 1881, atacado por dois lançamentos sucessivos de bomba, uma vez que o terceiro, também programado, não foi necessário. É verdade que o grupo planejava com a morte do czar libertar Netcháiev, o que não foi possível dada a prisão e execução dos seus membros que se seguiu ao atentado. De que maneira a crítica aos heróis icônicos da literatura russa das décadas de 1830 a 1860, nas mãos dos socialistas utópicos e críticos literários Tchernichévski e Dobroliúbov, puderam transformar-se sob a pena de Netchaiev e Bakunin no protótipo do revolucionário para o qual o crime era não só permitido, como convertido em exigência moral? De que maneira este protótipo de revolucionário que toma como tarefa central a execução de atos de extrema violência, ainda que em nome de uma justiça futura, tem um apelo que apesar de aparentemente político é, sob certa perspectiva, antes de tudo, erótico? Como a exigência do aniquilamento das emoções, das relações afetivas, dos compromissos de ordem pessoal em nome da causa podem, paradoxalmente, converter-se no culto à personalidade? Como, em especial na obra Os demônios, Dostoiévski representa o ideal de homem que subjaz à exigência do terror como prática moral? Por que e como o personagem que representa este ideal, Nikolai Stavróguin, seduz praticamente todos os outros personagens da obra a um jogo perigoso de violência simbólica e física e todas as mulheres com as quais está envolvido à morte? De que maneira, o personagem que no romance representa Netcháiev se vale deste ideal, que ele mesmo ama, para perpetrar os seus crimes? São essas e outras perguntas que o mini-curso tentará explorar e desenvolver.

08h00 - Esdras Oliveira de Souza, Kleyson Rosário Assis MINICURSO: INTELIGÊNCIA AFROFUTURISTA Minicurso
Local: A DEFINIR

MINICURSO: Inteligência Afrofuturista

COORDENADORES: Kleyson Rosário Assis e Esdras Oliveira de Souza (Universidade Federal do Recôncavo da Bahia)

RESUMO: A ideia de um afrofuturismo nasce tardiamente, somente em 1990, criada pelo crítico cultural branco norte-americano Mark Dery. Ele usou essa terminologia para abarcar as criações artísticas das populações afro-americanas que visavam futuros possíveis para a população negra através da ficção especulativa dentro do contexto da tecnocultura do século XX. Naturalmente o conceito foi sendo reelaborado e hoje ele não se limita apenas à produção ficcional afro-americana, mas ao pensamento negro africano e diaspórico em escala global (ou, para usar um termo afrofuturista, intergaláctico), o que nos leva a falar numa inteligência afrofuturista. Tal como nós entendemos, a inteligência afrofuturista se propõe a fazer um prognóstico utópico, de mundos possíveis, imaginativo... que visa conduzir um povo para além de sua imediaticidade temporal e espacial. Portanto, não se trata de uma doutrina, nem de um corpo de ideias prontas. Trata-se antes de uma postura intelectual verificável em vários ramos da produção de conhecimento: literatura, filosofia, música, cinema, artes visuais etc. Nesse processo, a inteligência afrofuturista não é vista apenas como algo abstrato, reservada ao mundo das ideias. Entendida como um prognóstico utópico, não despreza as ciências (humanas e naturais) e tecnologias na resolução de problemas de ordem prática. Este minicurso tem por objetivos: a) apresentar o conceito de afrofuturismo; b) demonstrar que existe uma inteligência afrofuturista; c) mostrar de que forma essa inteligência se manifesta e como ela pode ser exercitada.

08h00 - Tiago Sousa MINICURSO: DIÁLOGOS ENTRE MERLEAU-PONTY E FERNANDO PESSOA Minicurso
Local: A DEFINIR

MINICURSO: Diálogos entre Merleau-Ponty e Fernando Pessoa

COORDENADOR: Tiago Sousa (Universidade de Coimbra | Universidade Federal do Amazonas)

RESUMO: A singularidade da escrita de Maurice Merleau-Ponty contrasta com a heteronímia de Fernando Pessoa, entretanto suas obras convergem para o mesmo objetivo: descrever o mundo. Neste curso, pretenderemos abrir um diálogo entre a proposta fenomenológica de Maurice Merleau-Ponty e o movimento poético de Fernando Pessoa, principalmente nos textos da figura de Alberto Caeiro. Entretanto, é preciso deixar claro que não se tenciona fazer uma análise fenomenológica da obra de Pessoa, nem tão pouco oferecer um estudo sistemático de conceitos filosóficos ou literários. O que se espera é tornar visível um modo de ver o mundo completamente diverso daquilo que a ciência propõe como descrição do real. Engajaremo-nos ainda na tentativa de equiparar a poesia e a filosofia e mostrar que as duas revelam, não um sujeito pensante que cria a partir de uma posição privilegiada no mundo, mas um corpo atado a esse mundo bruto e selvagem da qual toda e qualquer explicação científica é segunda e derivada. Renunciaremos, tanto na filosofia quanto na poesia, um pensamento constituinte de um mundo objetivo e descreveremos uma possibilidade de encarnação do corpo no mundo bruto a partir desse diálogo.

08h00 - Iara Bottan MINICURSO: LITERATURA NO ESPAÇO ESCOLAR: O TEXTO LITERÁRIO COMO OBRA DE ARTE VIVA Minicurso
Local: A DEFINIR

MINICURSO: Literatura no espaço escolar: o texto literário como obra de arte viva

COORDENADORA: Iara Bottan (Universidade Metodista de Piracicaba)

RESUMO: Literatura e Estética: o texto literário como obra de arte viva.  O eu lírico como representante do sujeito social. Ressignificação do ensino de Literatura na escola. Educar para a sensibilidade. Prática de interação com o texto literário: uma experiência em Adélia Prado. Este minicurso tem por objetivo discutir a descredibilização do ensino de Literatura a partir da reflexão sobre as práticas de interação com o texto literário na escola. A abordagem do ensino de Literatura que este estudo propõe está ancorada na concepção do texto literário como obra de arte viva, no entendimento do eu lírico como representante do sujeito social e nas relações entre estética e o ensino de Literatura. Pretendemos ainda promover uma discussão teórico-prática voltada para o exercício da interpretação crítica da obra de arte por meio de uma ação educativa intencional, que promova, no contato com o texto literário, a imaginação, o conhecimento sensível e a ressignificação das práticas escolares.

08h00 - Flávio Ferreira de Souza, Miguel José da Silva MINICURSO: HABERMAS E A ÉTICA DO DISCURSO: ESTRATÉGIA PARA UMA NOVA ORDEM MORAL? Minicurso
Local: A DEFINIR

MINICURSO: Habermas e a ética do discurso: estratégia para uma nova ordem moral?

COORDENADORES: Flávio Ferreira de Souza e Miguel José da Silva (Colégio Estadual Pedro Calmon)

RESUMO: A ciência do ético constitui a base fundamental do agir humano. Por ela, os humanos formam sua consciência moral, discernem entre o bem e o mal e agem tendo em vista a ordem social, através de um processo normativo. Atualmente, a ética tradicional encontra-se em crise devido a racionalização técnico-científica de caráter universalizante predominante no mundo pós-moderno. Mas alguns pensadores contemporâneos propuseram novos caminhos para a reflexão ética e, um deles, foi a ética do Discurso. Portanto, este mini-curso objetiva discutir essa  ética, na perspectiva habermasiana, como uma das correntes contemporâneas que propõe a renovação ética, utilizando o princípio de universalização e a ação comunicativa ou a linguagem como médium, para fazer prevalecer entre os interlocutores o acordo, o entendimento mútuo, a intersubjetividade e iguais direitos de argumentar, permitindo que as pessoas participem de Discursos práticos no intuito de fundamentar normas de ação de caráter universal e assim estabelecer o agir moral.

14h00 SESSÕES DE COMUNICAÇÕES: Literaturas Africanas e Afro-brasileiras Apresentação Oral
Local: SALA 05 - CENTRO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES - UFRB

O pensamento animista nas Literaturas Africanas

Silvio Ruiz Paradiso (Coordenador)

Construindo novos discursos sobre arte africana e afrobrasileira

Lucilene Aparecida Muniz da Conceição, Eli Bispo dos Santos

A feira de livros: Uma aproximação imaginária entre Eduardo Agualusa e Bachelard

Lucas Barreto de Sousa e Gabriel Kafure da Rocha

14h00 SESSÕES DE COMUNICAÇÕES: Literatura, Filosofia e Política Apresentação Oral
Local: SALA 112 - CENTRO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES - UFRB

A ruptura entre o passado e o futuro: um parar para pensar.

Reinaldo Batista dos Santos Filho (Coordenador)

O ensino de filosofia política e a contextualização da literatura de Carolina Maria de Jesus

Laila Geovana Moreira Beirão

Os desafios de ser ético na contemporaneidade

Ylana Pereira Hufnagel Cavalcante

14h00 SESSÕES DE COMUNICAÇÕES: Literatura e Imaginário Apresentação Oral
Local: SALA 116 - CENTRO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES - UFRB

As aparências veladas em "A metamorfose", de Franz Kafka, e "Bartleby, o escriturário", de Herman Melville

Ricardo Neto de Oliveira Mota

O mundo dos sonhos e a manifestação estética de Pessoa

Matheus Henrique Borges Soares

Uma escrita que mergulha – aproximações sobre Acontecimento em Os Sertões

Marcos José de Souza (Coordenador)

14h00 SESSÕES DE COMUNICAÇÕES: Literatura e Existencialismo - Heidegger e Camus Apresentação Oral
Local: SALA 12 - CENTRO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES - UFRB

Desconstrução heideggeriana da compreensão de homem enquanto Subjectum

Arnaldo da Silva Soares (Coordenador)

O tom existencial sublimado em “Uma carta” de Hofmannsthal e a filosofia existencialista de Heidegger

Naiane Meireles de Almeida

O absurdo na literatura: uma investigação filosófica

Yago dos Santos Itaparica de Moraes, Luís Rodrigo Ferreira Santos

16h00 SESSÕES DE COMUNICAÇÕES: Literatura, Corpo e Subjetividades Apresentação Oral
Local: SALA 05 - CENTRO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES - UFRB

O desencantamento da Razão e o re-aparecimento do mundo no contexto extemporâneo: notas sobre o permanecer e a subjetividade compartilhada.

Marcelo Santana dos Santos (Coordenador)

Incesto e sexualidade em Henrique

Fabio Souza Santos

Corpos dissidentes: enfrentamentos e resistência

Maurício Silva da Anunciação

16h00 SESSÕES DE COMUNICAÇÕES: Literatura, Cinema e Sensibilidade Apresentação Oral
Local: SALA 112 - CENTRO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES - UFRB

A coquete e a disputa pela essência do feminino

Débora Souza da Rosa (Coordenadora)

Cinema e Pensamento em Virginia Woolf: notas de uma leitora de Gilles Deleuze

Maria Cândida Neres Batista

O elogio à razão sensível: contribuições para a educação estética

Cilene Nascimento Canda

Pensando possíveis relações entre a literatura picaresca e a produção de memes.

João Caetano Brandão Andrade, Elon José Garrido Santos

16h00 SESSÕES DE COMUNICAÇÕES: Literatura, Filosofia e Ensino Apresentação Oral
Local: SALA 116 - CENTRO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES - UFRB

Aula Historiada: Literatura e Educação Física lado a lado

Cássia dos Santos Joaquim (Coordenadora), Leopoldo Katsuki Hirama, Paulo Cesar Montagner

O professor de Filosofia no contexto atual. É possível ensinar Filosofia?

Tamires de Souza Coelho

Notas sonoras de um coração filosófico.

Beatriz da Conceição Lacerda

16h00 SESSÕES DE COMUNICAÇÕES: Nietzsche e Platão Apresentação Oral
Local: SALA 12 - CENTRO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES - UFRB

Nietzsche, Machado e a crítica à moralidade

Uilson de Almeida Bittencourt (Coordenador)

Metáfora e instinto no jovem Nietzsche

Gabriel Lins e Silva Dutra

Os paradigmas do Mênon: uma suposição à definição de virtude

Ayronne Santos Souza

MESA DE DEBATES

LITERATURA E DESENCANTO

PALESTRANTES: Roberto Henrique Seidel (Universidade do Estado da Bahia – UNEB); Edson Oliveira da Silva  (Universidade Estadual de Feira de Santana – UEFS); Tarcísio Fernandes Cordeiro (Universidade Federal do Recôncavo da Bahia – UFRB)

MEDIADOR: André Galvão (Universidade Federal do Recôncavo da Bahia – UFRB)

Às19h00- SALA 06 - CENTRO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES - UFRB
00h00 CONFERÊNCIAS VIRTUAIS Fórum
Local: Canal no YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCWHp2FI8Dj2jDKddvHn6uOg/featured

LEIA COM ATENÇÃO AS INFORMAÇÕES GERAIS E NORMAS DE PARTICIPAÇÃO DO DEBATE VIRTUAL

 

  1.  O evento possui 7 palestras virtuais de pesquisadores internacionais vinculados às Instituições Acadêmicas na Argentina, Angola e Portugal disponíveis em nosso canal no YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCWHp2FI8Dj2jDKddvHn6uOg/featured
  2. Todos os inscritos no site, no módulo das palestras virtuais, poderão participar de qualquer uma dessas palestras ou até mesmo de todas se assim desejar;
  3. É condição necessária e imprescindível para ser certificado como ouvinte de cada palestra ter se inscrito no evento, no módulo das cpnferências virtuais;
  4. Cada palestra tem um/a moderador/a ou debatedor/a que participará e mediará o debate, avaliando também a qualidade das participações;
  5. Cada ouvinte/participante terá direito ao certificado se, em cada palestra escolhida, participar de forma significativa (com perguntas e/ou comentários) de acordo com o julgamento do/a moderador/a ou debatedor/a;
  6. Cada postagem julgada como significativa receberá um like do/a moderador/a;
  7. A partir de 3 likes em cada uma das palestras escolhidas o participante terá direito ao Certificado da palestra que optou por intervir;
  8. A contagem e avaliação das postagens começam a valer a partir do dia 06/04 e vão até ao dia 12/04, depois deste período o debate não terá mais efeito para certificação;
  9. Os certificados serão emitidos pela PROEXT/UFRB, para o email informado no ato da inscrição no evento, algumas semanas depois do fim do I Colóquio Internacional de Literatura e Filosofia da UFRB.
08h00 - Mariana Lins MINICURSO: A LITERATURA E AS ORIGENS DO TERRORISMO POLÍTICO NA RÚSSIA NOVECENTISTA Minicurso
Local: A DEFINIR

MINICURSO: A literatura e as origens do terrorismo político na Rússia novecentista

COORDENADORA: Mariana Lins (Universidade Federal de Sergipe)

RESUMO: Conforme a tese de Robin Morgan no seu, The Demon Lover, “escritores ficcionais revelam o que permanece um mistério para os experts em terrorismo”: a sexualidade e a sensualidade envolvidas no terror, na crueldade e na morte. Em geral, estudos políticos acerca do tema não levam em conta ou pouco se aprofundam nos motivos obscuros que conduzem um indivíduo a este tipo de prática. E para a elucidação deste ponto, a literatura russa, ou mais precisamente, o debate entre críticos literários e escritores russos da segunda metade do dezenove é reconhecidamente um campo privilegiado, com destaque para o romance Os demônios (1871) de Fiódor M. Dostoiévski. É informação amplamente divulgada, dentre os estudiosos e amantes deste escritor russo, que o seu romance Os demônios consiste numa representação artística do verídico caso de assassinato político, em 1869, do jovem I. I. Ivánov, orquestrado pelo líder da célula revolucionária da qual o próprio Ivánov era membro, sendo esta a Justiça sumária do povo, e o seu líder o rebelde Serguei Netcháiev – cujas relações controversas com o pai do anarquismo russo, Mikhail Bakunin, foram a gota d’água para a expulsão deste da Primeira Internacional, então liderada por Marx. Este crime, considerado excêntrico e extremo no tempo do seu acontecimento, é tomado nos dias de hoje como o ato embrionário do que convencionou-se chamar de terrorismo político. Dentre os desdobramentos mais “exitosos” do “Catecismo revolucionário” de Netcháiev, escrito com a contribuição polêmica de Bakunin (ainda hoje contestada pelos anarquistas), tem-se a formação da célula revolucionária “A vontade do povo” (1879-1884). Afinal, os membros deste grupo, que tomavam Netcháiev como mentor e inspiração central (permanecendo inclusive em contato com ele durante o período em que ficou encarcerado até sua morte em 1882), não só foram os responsáveis por colocar em circulação o termo “terrorismo” como forma de convocação à luta – especificamente através do panfleto “A luta terrorista” publicado em 1880 –, como sobretudo pela tentativa finalmente bem sucedida de assassinato (já que houve outras) do czar Alexandre II, em 1881, atacado por dois lançamentos sucessivos de bomba, uma vez que o terceiro, também programado, não foi necessário. É verdade que o grupo planejava com a morte do czar libertar Netcháiev, o que não foi possível dada a prisão e execução dos seus membros que se seguiu ao atentado. De que maneira a crítica aos heróis icônicos da literatura russa das décadas de 1830 a 1860, nas mãos dos socialistas utópicos e críticos literários Tchernichévski e Dobroliúbov, puderam transformar-se sob a pena de Netchaiev e Bakunin no protótipo do revolucionário para o qual o crime era não só permitido, como convertido em exigência moral? De que maneira este protótipo de revolucionário que toma como tarefa central a execução de atos de extrema violência, ainda que em nome de uma justiça futura, tem um apelo que apesar de aparentemente político é, sob certa perspectiva, antes de tudo, erótico? Como a exigência do aniquilamento das emoções, das relações afetivas, dos compromissos de ordem pessoal em nome da causa podem, paradoxalmente, converter-se no culto à personalidade? Como, em especial na obra Os demônios, Dostoiévski representa o ideal de homem que subjaz à exigência do terror como prática moral? Por que e como o personagem que representa este ideal, Nikolai Stavróguin, seduz praticamente todos os outros personagens da obra a um jogo perigoso de violência simbólica e física e todas as mulheres com as quais está envolvido à morte? De que maneira, o personagem que no romance representa Netcháiev se vale deste ideal, que ele mesmo ama, para perpetrar os seus crimes? São essas e outras perguntas que o mini-curso tentará explorar e desenvolver.

08h00 - Esdras Oliveira de Souza, Kleyson Rosário Assis MINICURSO: INTELIGÊNCIA AFROFUTURISTA Minicurso
Local: A DEFINIR

MINICURSO: Inteligência Afrofuturista

COORDENADORES: Kleyson Rosário Assis e Esdras Oliveira de Souza (Universidade Federal do Recôncavo da Bahia)

RESUMO: A ideia de um afrofuturismo nasce tardiamente, somente em 1990, criada pelo crítico cultural branco norte-americano Mark Dery. Ele usou essa terminologia para abarcar as criações artísticas das populações afro-americanas que visavam futuros possíveis para a população negra através da ficção especulativa dentro do contexto da tecnocultura do século XX. Naturalmente o conceito foi sendo reelaborado e hoje ele não se limita apenas à produção ficcional afro-americana, mas ao pensamento negro africano e diaspórico em escala global (ou, para usar um termo afrofuturista, intergaláctico), o que nos leva a falar numa inteligência afrofuturista. Tal como nós entendemos, a inteligência afrofuturista se propõe a fazer um prognóstico utópico, de mundos possíveis, imaginativo... que visa conduzir um povo para além de sua imediaticidade temporal e espacial. Portanto, não se trata de uma doutrina, nem de um corpo de ideias prontas. Trata-se antes de uma postura intelectual verificável em vários ramos da produção de conhecimento: literatura, filosofia, música, cinema, artes visuais etc. Nesse processo, a inteligência afrofuturista não é vista apenas como algo abstrato, reservada ao mundo das ideias. Entendida como um prognóstico utópico, não despreza as ciências (humanas e naturais) e tecnologias na resolução de problemas de ordem prática. Este minicurso tem por objetivos: a) apresentar o conceito de afrofuturismo; b) demonstrar que existe uma inteligência afrofuturista; c) mostrar de que forma essa inteligência se manifesta e como ela pode ser exercitada.

08h00 - Tiago Sousa MINICURSO: DIÁLOGOS ENTRE MERLEAU-PONTY E FERNANDO PESSOA Minicurso
Local: A DEFINIR

MINICURSO: Diálogos entre Merleau-Ponty e Fernando Pessoa

COORDENADOR: Tiago Sousa (Universidade de Coimbra | Universidade Federal do Amazonas)

RESUMO: A singularidade da escrita de Maurice Merleau-Ponty contrasta com a heteronímia de Fernando Pessoa, entretanto suas obras convergem para o mesmo objetivo: descrever o mundo. Neste curso, pretenderemos abrir um diálogo entre a proposta fenomenológica de Maurice Merleau-Ponty e o movimento poético de Fernando Pessoa, principalmente nos textos da figura de Alberto Caeiro. Entretanto, é preciso deixar claro que não se tenciona fazer uma análise fenomenológica da obra de Pessoa, nem tão pouco oferecer um estudo sistemático de conceitos filosóficos ou literários. O que se espera é tornar visível um modo de ver o mundo completamente diverso daquilo que a ciência propõe como descrição do real. Engajaremo-nos ainda na tentativa de equiparar a poesia e a filosofia e mostrar que as duas revelam, não um sujeito pensante que cria a partir de uma posição privilegiada no mundo, mas um corpo atado a esse mundo bruto e selvagem da qual toda e qualquer explicação científica é segunda e derivada. Renunciaremos, tanto na filosofia quanto na poesia, um pensamento constituinte de um mundo objetivo e descreveremos uma possibilidade de encarnação do corpo no mundo bruto a partir desse diálogo.

08h00 - Iara Bottan MINICURSO: LITERATURA NO ESPAÇO ESCOLAR: O TEXTO LITERÁRIO COMO OBRA DE ARTE VIVA Minicurso
Local: A DEFINIR

MINICURSO: Literatura no espaço escolar: o texto literário como obra de arte viva

COORDENADORA: Iara Bottan (Universidade Metodista de Piracicaba)

RESUMO: Literatura e Estética: o texto literário como obra de arte viva.  O eu lírico como representante do sujeito social. Ressignificação do ensino de Literatura na escola. Educar para a sensibilidade. Prática de interação com o texto literário: uma experiência em Adélia Prado. Este minicurso tem por objetivo discutir a descredibilização do ensino de Literatura a partir da reflexão sobre as práticas de interação com o texto literário na escola. A abordagem do ensino de Literatura que este estudo propõe está ancorada na concepção do texto literário como obra de arte viva, no entendimento do eu lírico como representante do sujeito social e nas relações entre estética e o ensino de Literatura. Pretendemos ainda promover uma discussão teórico-prática voltada para o exercício da interpretação crítica da obra de arte por meio de uma ação educativa intencional, que promova, no contato com o texto literário, a imaginação, o conhecimento sensível e a ressignificação das práticas escolares.

08h00 - Flávio Ferreira de Souza, Miguel José da Silva MINICURSO: HABERMAS E A ÉTICA DO DISCURSO: ESTRATÉGIA PARA UMA NOVA ORDEM MORAL? Minicurso
Local: A DEFINIR

MINICURSO: Habermas e a ética do discurso: estratégia para uma nova ordem moral?

COORDENADORES: Flávio Ferreira de Souza e Miguel José da Silva (Colégio Estadual Pedro Calmon)

RESUMO: A ciência do ético constitui a base fundamental do agir humano. Por ela, os humanos formam sua consciência moral, discernem entre o bem e o mal e agem tendo em vista a ordem social, através de um processo normativo. Atualmente, a ética tradicional encontra-se em crise devido a racionalização técnico-científica de caráter universalizante predominante no mundo pós-moderno. Mas alguns pensadores contemporâneos propuseram novos caminhos para a reflexão ética e, um deles, foi a ética do Discurso. Portanto, este mini-curso objetiva discutir essa  ética, na perspectiva habermasiana, como uma das correntes contemporâneas que propõe a renovação ética, utilizando o princípio de universalização e a ação comunicativa ou a linguagem como médium, para fazer prevalecer entre os interlocutores o acordo, o entendimento mútuo, a intersubjetividade e iguais direitos de argumentar, permitindo que as pessoas participem de Discursos práticos no intuito de fundamentar normas de ação de caráter universal e assim estabelecer o agir moral.

14h00 SESSÕES DE COMUNICAÇÕES: Poéticas da Bahia Apresentação Oral
Local: SALA 07 - CENTRO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES - UFRB

Poética baiana contemporânea: estruturas míticas na obra de Antonio Brasileiro

Zilda de Oliveira Freitas (Coordenadora)

“Janeiro”: Uma análise de imagem e ritmo na obra poética de Myriam Fraga

Mirian Tereza de Jesus Santos

Análise comparativa entre "A canção do africano", de Castro Alves e "Vilarejo", de Marisa Monte

Anderson Roberto Batista Bonfim

14h00 SESSÕES DE COMUNICAÇÕES: Literatura, Filosofia e Religião Apresentação Oral
Local: MÓDULO 09 - CENTRO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES - UFRB

Linhas Cruzadas: intercâmbio entre a Literatura Clássica e a Bíblia

José Raimundo Galvão (Coordenador)

Voltaire e sua literatura engajada: faces propositivas da crítica ao otimismo

Pedro Miguel Sousa Santos

Efeitos da noção de restitutio textus no Cancioneiro da Vaticana

Marinês de Jesus Rocha, Marcello Moreira

14h00 SESSÕES DE COMUNICAÇÕES: Filosofia, Literatura e Crítica Apresentação Oral
Local: SALA 112 - CENTRO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES - UFRB

Política e Mimo no Brasil Contemporâneo

Kleyson Rosário Assis (Coordenador)

Amor e Saber: uma referência a Sócrates e Alcebíades em Lacan e Foucault

Antonia Vieira Santos

Falência da crítica de arte? Onde, quando, quem disse e por que?

Charliston Pablo do Nascimento

16h00 SESSÕES DE COMUNICAÇÕES: Literatura e Filosofia renascentista e moderna Apresentação Oral
Local: SALA 07 - CENTRO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES - UFRB

As des-razões que nos movem: paralelos entre Rousseau e Raquel de Queiroz

Danuzy dos Santos Nascimento, Marcelo Santana, Mônica Gomes da Silva

Tempo, memória e subjetividade: veredas entre Santo Agostinho e Guimarães Rosa.

Eliene Macedo Silva

Literatura e política como artifícios complementares em Maquiavel.

Nilo Henrique Neves dos Reis (Coordenador)

16h00 SESSÕES DE COMUNICAÇÕES: Filosofia e Literatura: Ricouer, Foucault e Marx Apresentação Oral
Local: MÓDULO 09 - CENTRO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES - UFRB

Mito e Abuso de Memória no Nacionalismo Hindu: uma abordagem ricoeuriana

Carla Cristiane de Oliveira Marson, Elton Moreira Quadros

O ser louco em Michel Foucault e Machado de Assis

Diego Grecco Pereira, Priscila Andrade Damasceno

Da crítica literária marxista aos estudos culturais: o olhar multifacetado da pósmodernidade.

Eliaquim José Teixeira Santos (Coordenador)

16h00 SESSÕES DE COMUNICAÇÕES: Tecendo a Literatura na Educação Popular Apresentação Oral
Local: SALA 112 - CENTRO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES - UFRB

Tecelendo: serendipidades e literatura nas resistências cotidianas!

Andreia Barbosa dos Santos (Coordenadora), Iria Vannuci Barbosa da Silva, Jocilene Silva Cruz

Tecelendo: literatura, pertencimentos e o magistério da fome

Andreia Barbosa dos Santos, Elisabete Ferreira Delfino, Ariana Rosa dos Santos Silva

Quarto de despejo: Carolina Maria de Jesus e as concepções de alfabetização no programa de extensão Tecelendo

Liziane de Almeida dos Santos, Andreia Barbosa dos Santos

Literatura que une: diálogos interdisciplinares e educação matemática

Vanessa Brandão Oliveira e Andreia Barbosa dos Santos

MESA DE ENCERRAMENTO

NIETZSCHE: FILÓSOFO NATURALISTA?

PALESTRANTES: Fernando R. de Moraes Barros (Universidade Federal do Ceará – UFC); André Itaparica (Universidade Federal da Bahia – UFBA | Universidade Federal do Recôncavo da Bahia – UFRB).

MEDIADOR: Laiane Teles (Universidade Federal do Ceará – UFC)

Às19h00- SALA 06 - CENTRO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES - UFRB

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Local

CENTRO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES - UFRB - 45300-000, Avenida Nestor de Melo Pita, 535, Amargosa, Bahia,

PARCEIROS

Organizador

ANDRÉ GALVÃO, ELI BISPO, ELSON BITTENCOURT, JOSILÂNDIA CRUZ, LAIANE TELES E RICARDO ANDRADE