Curso Livre de Atabaque Modulo II

Curso Livre de Atabaque Modulo II

Ritmos Afro-brasileiros

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De 14 setembro a 30 de novembro Todos os dias das 18h00 às 19h00

Sobre o Evento

O Curso Livre de Atabaque tem como principal objetivo proporcionar uma imersão aprofundada em quatro ritmos de origem africana que desempenham um papel fundamental na riqueza musical do Brasil. Esses ritmos incluem o Ijexá, Barra Vento, Samba de Roda e Cabula. Durante o curso, os alunos terão a oportunidade prática de aprender a executar esses ritmos, enriquecendo ainda mais suas habilidades com a experiência de tocar em conjunto com outros instrumentos tradicionais da cultura afro-brasileira, como o xequerê e o agogô.

Vale ressaltar que as vagas para o curso são limitadas, e um processo de seleção será conduzido para avaliar o nível de habilidade dos candidatos. Isso garantirá que os participantes possam tirar o máximo proveito do conteúdo oferecido.

Além disso, é importante destacar que os instrumentos de percussão necessários para o curso serão fornecidos pelo instrutor, eliminando preocupações com a aquisição de equipamentos.


Uma outra novidade diz respeito à forma de pagamento da mensalidade. Reconhecendo que algumas pessoas podem enfrentar dificuldades financeiras, optamos por estabelecer um formato que torna a participação mais inclusiva e democrática. Criamos três níveis de contribuição, nomeados como "Valor Social", "Valor Ideal" e "Valor Abundante", conforme descrito abaixo:

- Valor Social: R$ 40,00 (Quarenta Reais)
- Valor Ideal: R$ 80,00 (Oitenta Reais)
- Valor Abundante: R$ 120,00 (Cento e Vinte Reais)

Dessa forma, permitimos que os alunos escolham, no momento da inscrição, a faixa de contribuição que melhor se adapte à sua realidade financeira.


"Observação: O aluno concluirá sua inscrição através do nosso site. Em seguida, forneceremos a chave Pix necessária para efetuar o pagamento. Assim que o aluno nos enviar o comprovante, validaremos a sua inscrição."

Inscrições

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Local

Complexo Cultural Tetaro Deodoro, 57020-360, Rua Barão de Maceió, Centro, Maceió, Alagoas
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Wilson Santos

Percussionistas de Alagoano, Ogan, remanescente de Quilombo, seu contato com a música se deu desde a infância quando frequentava terreiros de Samba. Autodidata, buscou ampliar seus conhecimentos sobre instrumentos percussivos entrando em contato com manifestações populares em Maceió, como por exemplo, a capoeira e o coco de roda, muito cedo, aos 11 anos, começou a atuar acompanhando músicos nas noites de Maceió.

Em 1989 aos 14 anos, passou a integrar o grupo de dança afro Imolê Orun onde permaneceu até 1995 atuando como Percussionista e dançarino, além de ser responsável pela direção Musical. Atualmente é um dos mais reconhecidos Percussionistas e pesquisador de Ritmos Afro-Brasileiro no Estado de Alagoas tendo acompanhado diversos artistas em shows e gravações de CDs realizados no Brasil e no exterior. De 1997 a 2000 participante fundador de três grupos de percussão experimental na Universidade Federal de Alagoas, em 1998 participou da Orquestra Contemporânea de Alagoas.

A partir de 1999 passou a atuar em espetáculos teatrais participando na composição e execução ao vivo de trilhas sonoras (“jato de sangue, sob direção de Nara Sales”, ciranda renda palavra “direção Lael Correia”, “Tambores dos Palmares” sob direção de Renée Guerra. E mais atualmente participou das trilhas sonoras de dois curta metragens alagoanos “a história brasileira da infâmia,” de Werner Sales, “Porque Calabar” de Hermano Figueiredo, e do projeto de sonorização do parque memorial quilombo dos palmares sob a direção do maestro Almir Medeiros onde teve a oportunidade de musicalizar percussivamente diversos poemas nas vozes de “Djavan, Chica Xavier, Leci Brandão Carlinhos Brawn, Leila Pinheiro e Toni Tornado”.

Em 2005 teve aprovado o Projeto de estruturação da Orquestra de Tambores de Alagoas pelo Programa BNB Cultura 2005, e em 2007 teve aprovado o projeto de gravação do CD “Batus e Caetés” (com a participação do percussionista Naná Vasconcelos) pelo Programa BNB de 2008. Como arte educador atuou em projetos sociais, utilizando a percussão como meio de integração, assim foi com o bloco afro Axé Zumbi, formado por jovens carentes da periferia de Maceió, onde foi mestre de bateria por dois anos; projeto “cerâmica sonora” cruz vermelha de Alagoas; na cidade de menores , “Juvenopolis”, CRM – centro de reabilitação de menores; oficinas de percussão para professores de crianças atendidas pelo projeto visão mundial “ e no projeto Erê onde reestruturou o grupo de percussão, realizando apresentações em Maceió e participando de turnê na Alemanha e República Tcheca (15 shows em 12 Cidades, e duas oficinas em Wolfs Burg). Também desenvolveu oficinas em instituições como SESC, Universidade Federal de Alagoas, SEBRAE e Centro de Belas Artes de Alagoas.

Em agosto de 2008 viajou em turnê musical pela África onde realizou várias apresentações musicais em 3 ilhas Caboverdianas, Coordenou e arranjou a gravação do CD Bantos e caetés da orquestra de tambores de alagoas 2008. Atualmente dedica-se a produção Artesanal de instrumentos de percussão, coordena a Orquestra de Tambores de Alagoas grupo que tem participado de vários festivais e encontros de grande relevância no cenário musical no Brasil e no exterior; atualmente é uma das maiores referências em percussão e ritmos de matriz africana.