III SEMEAGRI

29 de outubro de 2019, 08h00 até 31 de outubro de 2019, 17h30
Universidade Federal Rural de Pernambuco - UFRPE (CEGOE) - Recife, PE

Informações

É com muita satisfação que o Diretório Acadêmico de Engenharia Agrícola e Ambiental vem anunciar a

III SEMEAGRI - Semana de Engenharia Agrícola e Ambiental da UFRPE

O evento tem como o principal objetivo aproximar os estudantes do curso de Engenharia Agrícola e Ambiental e áreas afins às novas tecnologias que estão sendo estudadas, bem como ao mercado de trabalho.

Neste ano, a III SEMEAGRI irá abordar o tema "energias renováveis". A escolha por esta temática surge da necessidade de levar, para os estudantes do curso de Engenharia Agrícola e Ambiental e público afim, um olhar mais empreendedor e crítico a respeito da importância da ideia da sustentabilidade.

A aplicação das diversas energias renováveis existentes é importante do ponto de vista social, ambiental, econômico e científico pois propicia o desenvolvimento sustentável, através do desenvolvimento econômico, a equidade social e a proteção ambiental.

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Palestrantes

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Dr. Leocádia Beltrame

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Doutorando Jean Joseph

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Usina São José

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Banco do Nordeste

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Dr. Renato Laurenti

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Chesf

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UFPE

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Dr. Veronildo Souza de Oliveira

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Dr. Manassés Mesquita da Silva

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Dra. Cláudia Cristina Cardoso

Programação:

Credenciamento Credenciamento

Abertura Solene Abertura

I Palestra: "A revolução industrial e seus impactos na sociedade" Palestra · Dr. Leocádia Beltrame

II Palestra: "O caminho do petróleo: pesquisa e investimento que minimiza seus impactos ambientais" Palestra · Doutorando Jean Joseph

III Palestra: "Custos, benefícios e retorno do investimento em um sistema de geração de energia renovável" Palestra

IV Palestra: "A experiência da Usina São José com energia de biomassa" Palestra · Usina São José

V Palestra: "Energia Solar" Palestra

VI Palestra: "Energia Eólica" Palestra

Minicurso I: Manutenção em motores de tratores Minicurso · Dr. Veronildo Souza de Oliveira

Minicurso II: Arduíno básico para sistemas agrícolas Minicurso

Minicurso III: Irrigação Automatizada Minicurso · Dr. Manassés Mesquita da Silva

Minicurso IV: Etanol, biodiesel e bioquerosene de aviação Minicurso · Dra. Cláudia Cristina Cardoso

I Palestra: "Financiamento, crédito, políticas para o agronegócio direcionado a energia renovável" Palestra · Banco do Nordeste

II Palestra: "Energia gerada através do biodigestor" Palestra

III Palestra: "Utilização da energia renovável nos pós processamentos de produtos agrícolas" Palestra · Dr. Renato Laurenti

Minicurso I: Manutenção em motores de tratores Minicurso · Dr. Veronildo Souza de Oliveira

Minicurso II: Arduíno básico para sistemas agrícolas Minicurso

Minicurso III: Irrigação Automatizada Minicurso · Dr. Manassés Mesquita da Silva

Minicurso IV: Etanol, biodiesel e bioquerosene de aviação Minicurso · Dra. Cláudia Cristina Cardoso

I Palestra: "Água como geração de energia" Palestra · Chesf

II Palestra: "Novas tecnologias no ramo da energia renovável" Palestra · UFPE

III Palestra: "Construção civil: evolução, tecnologias e perspectivas futuras" Palestra

Solenidade de encerramento Encerramento

Credenciamento

ATENÇÃO:

1- O inscrito poderá participar apenas de um minicurso, uma vez que eles ocorrerão simultaneamente;

2- A emissão do certificado de participação só será emitido com a comprovação de 75% de frequência;

3- Necessário levar o QR Code para o credencimaneto, juntamente com documento oficial com foto.

Universidade Federal Rural de Pernambuco - UFRPE (CEGOE)

Rua Manuel de Medeiros, s/n

Dois Irmãos , Recife - PE

52171-900

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Rua Manuel de Medeiros, s/n

Dois Irmãos , Recife - PE

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D.A. EAA - UFRPE

Diretório Acadêmico do Curso De Engenharia Agrícola e Ambiental da Universidade Federal Rural de Pernambuco Gestão Inovar!

Dr. Leocádia Beltrame

UFRPE


Pesquisadora, com graduação em Engenharia Química pela FURB, com mestrado e doutorado em Engenharia Química pela UFRN. Atuou profissionalmente em indústrias de alimentos, têxtil e química. Concluiu o pós doutorado no grupo de pesquisa de Fotoquímica e Equilíbrio de Fases (FOTEQ) da UFRN, na área de tratamento e reuso de água. Atualmente é professora do Departamento de Tecnologia Rural da UFRPE, lecionando disciplinas da área de Recursos Hídricos e Meio Ambiente e professora colaboradora do Programa de Pós-graduação em Engenharia Ambiental da UFRPE.

Doutorando Jean Joseph

UFPE


Graduado em Engenharia Civil pela UFPE (2015) e mestre na mesma área(2018), Atualmente sou aluno de doutorado em Gestão e Simulação de Reservatório de Petróleo da Universidade Federal de Pernambuco (2018). Faço parte do grupo de Laboratório de Métodos Computacionais em Geomecânica (LMCG) do departamento de Engenharia civil da UFPE. Tenho experiência na área de estruturas, no qual faz parte, do grupo de Matemática Aplicada e Métodos Numéricos em Engenharia, do departamento de Engenharia Civil da UFPE,que desde 2014 desenvolve pesquisa na área de dinâmica das Estruturas,Método das Diferenças Finitas, Método dos Elementos Finitos e Métodos sem Malha, fraturamento hidráulico.

Usina São José

Usina São José


Localizada no município de Igarassu, foi fundada por Joaquim Coelho Leite e José Joaquim Coelho Pereira Leite, que em 1891, receberam uma concessão do Estado de Pernambuco para construir uma usina, a qual deram o nome de Coelho. Moeu pela primeira vez em 1906.

Em 1900, tinha como proprietário a firma Pontual & Padilha, sendo vendida em 1917, à empresa Bandeira & Irmãos.

Em 1929, possuía 14 propriedades agrícolas, uma ferrovia com 51 quilômetros, três locomotivas e 93 vagões. Tinha capacidade para trabalhar 600 toneladas de cana e fabricar 2.500 litros de álcool em 22 horas. No período da moagem trabalhavam na fábrica cerca de 200 operários. Possuía uma grande vila operária, escolas, cinema e serviços de saúde.

Em 1946, a sociedade foi reorganizada e passou a chamar-se Alfredo Bandeira & Cia.

Em 1952, a firma proprietária foi transformada em sociedade anônima, sob a denominação de Usina São José S/ A, sendo vendida à Companhia de Cimento Portland Poty (José Ermíro de Morais).

Atualmente, pertence ao grupo de Paulo Petribú.

Banco do Nordeste

Banco do Nordeste


O Banco do Nordeste foi criado pela Lei Federal nº 1649, de 19.07.1952, para atuar no chamado Polígono das Secas, designação dada a perímetro do território brasileiro atingido periodicamente por prolongados períodos de estiagem. A empresa assumia então a atribuição de prestação de assistência às populações dessa área, por meio da oferta de crédito.

Em 66 anos, o Banco teve sua atuação ampliada: está presente em cerca de 2 mil municípios, abrangendo toda a área dos nove estados da Região Nordeste (Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia), além do  norte de Minas Gerais (incluindo os Vales do Mucuri e do Jequitinhonha) e o norte do Espírito Santo. Atualmente, mantém a liderança na aplicação de recursos de longo prazo e de crédito rural em sua área de atuação.

Hoje, o BNB orienta-se pela missão de agir como o banco de desenvolvimento do Nordeste, com o propósito de ser reconhecido por sua capacidade de promover o bem-estar das famílias e a competitividade das empresas da Região.

O Banco do Nordeste do Brasil S.A. é uma instituição financeira múltipla, organizada sob a forma de sociedade de economia mista, de capital aberto e tem mais de 90% de seu capital sob o controle do Governo Federal. Desde sua criação, tem sede na cidade de Fortaleza, no Ceará.

São clientes do Banco agentes econômicos, institucionais e pessoas físicas. Os agentes econômicos compreendem as empresas (micro, pequena, média e grande empresa), as associações e cooperativas. Os agentes institucionais englobam as entidades governamentais (federal, estadual e municipal) e não-governamentais. As pessoas físicas compreendem os produtores rurais (agricultor familiar, mini, pequeno, médio e grande produtor) e os empreendedores informais.

Reconhecida como a maior instituição da América Latina voltada para o desenvolvimento regional, a empresa opera como órgão executor de políticas públicas, especialmente com a operacionalização do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE).

O FNE é a principal fonte de recursos utilizada pelo Banco do Nordeste desde a criação dos fundos constitucionais federais, em 1989. Sua aplicação volta-se à redução da pobreza e das desigualdades inter e intrarregionais, por meio do financiamento de setores produtivos, em consonância com o plano regional de desenvolvimento, instrumento elaborado de forma conjunta por órgãos federais e estaduais.

Para isso, dos recursos totais do FNE aplicados anualmente pelo BNB na Região, pelo menos metade destina-se ao Semiárido. Mini, micro e pequenos empreendedores são clientes preferenciais e há conjugação do crédito com a assistência técnica.

Em sua estratégia de apoio ao pequeno empreendedor, o BNB criou, em 1998, o programa de microcrédito produtivo e orientado urbano que é hoje o maior do tipo na América do Sul: o Crediamigo. Ao final de 2016, o programa alcançou a marca de 2 milhões de clientes ativos. Em 2005, o microcrédito orientado chegou à zona rural com a criação do programa Agroamigo, que já ultrapassa a marca de 1 milhão de clientes.

Além dos recursos federais, o Banco tem acesso a outras fontes de financiamento nos mercados interno e externo, por meio de parcerias e alianças com instituições nacionais e internacionais, incluindo instituições multilaterais, como o Banco Mundial e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

O BNB também exerce trabalho de atração de investimentos, apoia a realização de estudos e pesquisas com recursos não-reembolsáveis e estrutura o desenvolvimento por meio de projetos de grande impacto. Mais que um agente de intermediação financeira, a empresa se propõe a prestar atendimento integrado a quem decide investir em sua área de atuação, disponibiliza base de conhecimentos sobre o Nordeste e aponta as melhores oportunidades de investimento na Região.

Para isso, o Banco mantém, desde 1954, o Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), responsável pela elaboração e difusão de conhecimentos técnicos e científicos sobre o Nordeste, bem como pelo planejamento, formulação, coordenação e avaliação de políticas e programas, com vistas à promoção do desenvolvimento sustentável.

O Banco do Nordeste reconhece a importância da inovação para o desenvolvimento de políticas, estratégias e ações que impactem diretamente na dinamização da economia, com sustentabilidade. Com essa visão, criou, em 2016, o Hub Inovação Nordeste (Hubine), equipamento que tem oferecido apoio para empreendedores que desenvolvam ideias inventivas para superar os desafios da Região.

Dr. Renato Laurenti

UFRPE


Possui graduação em Engenharia Agrícola pela Universidade Federal de Lavras (1990), mestrado em Engenharia Agrícola pela Universidade Estadual de Campinas (1997) e doutorado em Engenharia Agrícola pela Universidade Estadual de Campinas (2003). Atualmente é professor associado da Universidade Federal Rural de Pernambuco. Tem experiência na área de Engenharia Agrícola, com ênfase em Engenharia Agrícola, atuando principalmente nos seguintes temas: propriedades físicas dos materiais, elasticidade e viscoelasticidade, armazenamento de grãos, brazilian test e compressão, elasticidade, corpos de prova e ensios vibratórios.

Chesf

Chesf


A Companhia Hidro Elétrica do São Francisco - Chesf é subsidiária da Eletrobras e tem como atividade principal a geração, a transmissão e a comercialização de energia elétrica.

UFPE

UFPE


A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) é uma das melhores universidades do País, em ensino (graduação e pós-graduação) e pesquisa. No âmbito internacional, a instituição está entre as mil melhores do mundo e a 14º melhor do país, segundo o The Word University Ranckings 2018.

A UFPE também se destaca em avaliações nacionais que levam em consideração, para a graduação, os índices de desempenho dos alunos no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), a estrutura das instituições e o investimento em professores e nos cursos, reunidos agora no Índice Geral de Cursos (IGC), e da titulação e produção científica dos professores da pós-graduação – pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), estas duas avaliações do MEC.

Nos últimos anos, como parte de programas de ampliação do ensino do Governo Federal, a Universidade expandiu a sua atuação e hoje conta com três campi, localizados no Recife, em Vitória de Santo Antão e em Caruaru

No período de 2005 a 2016, mais de 2.500 vagas foram criadas em cursos de graduação. Neste período, mais de 30 cursos foram implantados, entre eles Cinema, Arqueologia, Museologia, Dança, Sistemas de Informação, Engenharia de Materiais, Engenharia de Energia e Engenharia Naval. O crescimento é decorrência, principalmente, de dois programas do Ministério da Educação: o de Interiorização do Ensino Superior e o de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni).

Dr. Veronildo Souza de Oliveira

UFRPE


Possui graduação em Agronomia pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (1983), mestrado em Engenharia Agrícola pela Universidade Federal de Santa Maria (1989) e doutorado em Agronomia (Ciências do Solo) pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (2008).É professor Titular da Universidade Federal Rural de Pernambuco, com experiência na área de Engenharia Agrícola, com ênfase em Máquinas e Implementos Agrícolas, atuando principalmente nos seguintes temas: compactação do solo, tratores, manutenção de máquinas e implementos agrícolas, variabilidade espacial. Atualmente, ocupa o cargo de Diretor do Departamento de Engenharia Agrícola da UFRPE.

Dr. Manassés Mesquita da Silva

UFRPE


Engenheiro Agrícola (2001), Mestre (2005) e Doutor (2010) em Engenharia Agrícola pela Universidade Federal de Campina Grande. Atualmente é Professor Associado da Universidade Federal Rural de Pernambuco. Tem experiência na área de Engenharia Agrícola, com ênfase em Irrigação e Drenagem.

Dra. Cláudia Cristina Cardoso

UFRPE


Atualmente é Professora Associada na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE/Brasil). Tem experiência na área de Química, com ênfase em síntese orgânica, síntese inorgânica e caracterização espectroscópica. Recentemente desenvolve trabalhos nos seguintes temas: bioquerosene de aviação, biodiesel, catálise heterogênea na produção de biocombustíveis, beneficiamento de óleo de fritura e educação ambiental. Possui graduação em Química Bacharelado (1997), mestrado em Química (2000), doutorado em Química pela Universidade Federal de Pernambuco (2006) e pós-doutorado na UFMG sobre bioquerosene de aviação. Trabalhou como pesquisadora na Novartis (Horsham/Inglaterra) na área de síntese orgânica (2000).