Aldo Marchesi

Universidad de la Republica

Professor de História pelo Instituto de Profesores Artigas (1996) e Doutor em História - New York University (2012). Atualmente, é professor na Universidad de la Republica. Tem experiência na área de História, com ênfase em História Latinoamericana. É autor do livro "Hacer la revolución: Guerrillas latinoamericanas, de los años sesenta a la caída del Muro" (Siglo XXI, 2019).

Anna Grimaldi

University of Leeds

Dra. Anna Grimaldi é professora de Política e Relações Internacionais. Analisa a formação de redes transnacionais de solidariedade com o Sul Global. Tem interesse em saber como a América Latina contribuiu para este fenômeno durante a segunda metade do século XX através da solidariedade no exílio e da defesa dos direitos humanos. É autora do livro "Brazil and the Transnational Human Rights Movement, 1964-1985" (Anthen Press, 2023).

Carlo Patti

Universidade Federal de Goiás (UFG)

Carlo Patti é professor adjunto do curso de Relações Internacionais da Universidade Federal de Goiás. Doutor em História das relações internacionais pela Universidade de Florença em 2012. Desde 2014 é docente permanente dos programas de pós-graduação em História e em Ciência Política da Universidade Federal de Goiás. É coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da UFG (período 2021-2023). Desde o mês de maio de 2019, é membro permanente do programa de doutorado em História, Bens Culturais e Estudos Internacionais da Universidade de Cagliari (Itália). É autor do livro "Brazil in the Global Nuclear Order, 1945–2018 (Johns Hopkins Nuclear History and Contemporary Affairs)" (Johns Hopkins University Press, 2021).

Daniel Aarão Reis

Universidade Federal Fluminense (UFF)

Graduado e Mestre em História pela Université de Paris VII (1975 e 1976). Doutor em História Social pela Universidade de São Paulo (1987). É professor titular de História Contemporânea da Universidade Federal Fluminense e Pesquisador 1A do CNPq. Desenvolve atualmente duas linhas de pesquisa: Os intelectuais russos e as modernidades alternativas (séculos XIX e XX), onde tem trabalhado com as relações entre literatura e história; e História da Cultura Política Nacional-Estatista no Brasil (1937 aos dias atuais). Temas principais de reflexão: Intelectuais, política, literatura, revoluções socialistas, nacional-estatismo no Brasil. É autor de diversos livros, entre eles "Ditadura e democracia no Brasil: Do golpe de 1964 à Constituição de 1988" (Zahar, 2014) e "A revolução que mudou o mundo - Rússia, 1917" (Companhia das Letras, 2017).

Daniel Lvovich

Universidad Nacional de General Sarmiento

Daniel Lvovich é doutor em história pela Universidade Nacional de La Plata. Atua como Investigador docente da UNGS e como Investigador do CONICET. Tem ministrado cursos de pós-graduação em uma dezena de universidades da Argentina, Brasil, Espanha e França. Suas pesquisas se dedicam a diversos aspectos da história política e social do século XX. É autor de "Nacionalismo y Antisemitismo en la Argentina" (Javier Vergara, Grupo Zeta, 2003) e de "La cambiante memoria de la dictadura militar desde 1984" (Biblioteca Nacional, 2008).

Felipe Loureiro

Universidade de São Paulo (USP)

Professor Associado do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo (IRI-USP), presidente da Comissão de Graduação do IRI-USP e vice-coordenador da Câmara de Avaliação e Normas (CAN) da Pró-Reitoria de Graduação da USP. Doutor em História Econômica pela USP, é pesquisador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Estudos sobre Estados Unidos (INCT-INEU). Foi Pesquisador Visitante no Institute for the Study of the Americas da Universidade de Londres (2010-2011), no Watson Institute of International and Public Affairs da Brown University (2017) e na Elliott School of International Affairs da George Washington University (2018). Tem experiência de pesquisa nas áreas de História das Relações Internacionais, com foco nas relações entre Brasil e Estados Unidos durante a Guerra Fria, e no campo de estudos sobre Estados Unidos, notadamente instituições governamentais e política externa norte-americana. É autor do livro "A  Aliança Para o Progresso e o Governo João Goulart (1961-1964): Ajuda Econômica Norte-americana a Estados Brasileiros e a Desestabilização da Democracia no Brasil Pós-guerra" (UNESP, 2020).

Francisco Martinho

Universidade de São Paulo (USP)

Graduado em História pela Universidade Federal Fluminense - UFF (1989). Mestre em História Contemporânea pela UFF (1994) e doutor em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ (2000). Atuou como Investigador Visitante junto ao Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa entre março e agosto de 2007. Professor Livre Docente de História Ibérica junto ao Departamento de História da Universidade de São Paulo - USP. Bolsista de Produtividade do CNPq desde 2003. Suas pesquisas se concentram na análise dos intelectuais, do pensamento conservador-autoritário e das identidades nacionais no Portugal Contemporâneo. Autor do livro "Os intelectuais do antiliberalismo: alternativas à modernidade capitalista" (Civilização Brasileira, 2010).

Janaína Cordeiro

Universidade Federal Fluminense (UFF)

Professora Adjunta de História Contemporânea do Departamento de História e do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal Fluminense (UFF). Doutora em História pela UFF (2012), com estágio de doutoramento pelo Centre d Histoire de Sciences Politiques de Paris (2009-2010) e Mestra pela mesma instituição (2008). Graduada em História pela Universidade Federal de Viçosa (2005). É Bolsista de Produtividade do CNPq, nível 2 e Jovem Cientista do Nosso Estado da Faperj. Pesquisadora vinculada ao Núcleo de Estudos Contemporâneos (NEC/UFF) e ao EUROPA - Núcleo de Estudos em História Moderna e Contemporânea. Possui Pós-Doutorado pela UFF (CNPq, 2012-2013 e FAPERJ Nota 10, 2013-2014) e pela UNICAMP (2021-2022). Autora dos livros "A ditadura em tempos de milagre: comemorações, orgulho e consentimento" (FGV, 2015) e "Direitas em movimento: a Campanha da Mulher pela Democracia e a ditadura no Brasil" (FGV, 2009).

Juliana Ventura

Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG)

Professora do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico e Vice Coordenadora do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI Central) do Instituto Federal de Minas Gerais. Doutora (2020) e Mestra (2013) em História pela Universidade Federal de Minas Gerais. Graduada em História pela Universidade Federal de Ouro Preto (2012), com interesse em temas relativos à história indígena, racismo e Educação para as Relações Étnico-Raciais, violência estatal, memória da ditadura, experiências históricas traumáticas e direitos humanos. Graduada em Psicologia pela Universidade Federal de São Carlos (2003), com Aprimoramento Profissional e Especialização em Psicologia Hospitalar pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (2005). Atualmente, realiza estágio Pós-Doutoral na Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais, sob a supervisão da professora Ana Maria Rabelo Gomes. Pertencente à Associação Brasileira de Pesquisadores Negros (ABPN) e ao coletivo IFMG Negro. Autora do livro "A guerra dos 18 anos: uma perspectiva xakriabá sobre a ditadura e outros fins de mundo" (Fino Traço, 2022).

Larissa Corrêa

PUC/RJ

Professora adjunta do Departamento de História da PUC-Rio, bolsista produtividade do CNPq, Jovem Cientista do Nosso Estado (JCN)/ FAPERJ (2022-2024) e coordenadora do curso de graduação do Departamento de História. Possui graduação em História pela Universidade Estadual Paulista (2000), concluiu mestrado em 2007, com bolsa Fapesp, e o doutorado (2013), com bolsa Capes, em História Social na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Tem experiência na área de arquivologia, pesquisa e ensino de História do Brasil Republicano no pós-1930. É membro do comitê editorial da revista International Review of Social History de Amsterdam - representante no Brasil e autora do livro "Disseram que voltei americanizado: Relações sindicais brasil-estados unidos na ditadura militar" (Unicamp, 2017).

Marcelo Ridenti

Universidade de Campinas (Unicamp)

Professor Titular de Sociologia desde 2005 no IFCH/UNICAMP, onde defendeu tese de livre-docência (1999). Doutor em Sociologia (USP, 1989), graduado em Ciências Sociais (USP, 1982) e em Direito (USP, 1983). Pós-doutorado na EHESS, Paris (2000 e 2010). Professor visitante na Universidade Columbia, Nova York (2014-2015). Foi Secretário Executivo da ANPOCS (2004-2008). Integrou órgãos de avaliação na FAPESP (2006-2012) e no CNPq (2010-2013). Autor de vários livros, capítulos de livros e artigos no Brasil e no exterior, entre eles: "Brasilidade revolucionária - um século de cultura e política" (Unesp, 2010), "Em busca do povo brasileiro: artistas da revolução, do CPC à era da tv" (Unesp, 2014), "O fantasma da revolução brasileira" (Unesp, 2010).

Marcos Napolitano

Universidade de São Paulo (USP)

Doutor (1999) e mestre (1994) em História Social pela Universidade de São Paulo, onde também graduou-se em História (1985). Foi professor no Departamento de História da Universidade Federal do Paraná (Curitiba), entre 1994 e 2004,e professor visitante do Instituto de Altos Estudos da América Latina (IHEAL) da Universidade de Paris III (2009). Atualmente, é professor de História do Brasil Independente e docente-orientador no Programa de História Social da USP. É assessor ad-hoc da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo e do CNPq. Especialista no período do Brasil Republicano, com ênfase no regime militar, e na área de história da cultura, com ênfase nas relações entre históira e música popular e história e cinema. Também possui experiência na formação de professores do ensino básico, com foco no uso do audiovisual na escola. É autor de várias obras, entre elas: "1964: história do regime militar brasileiro" (Contexto, 2014) e "Juventude e Contracultura" (Contexto, 2023).

Mateus Henrique Pereira

Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP)

Professor Associado da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), onde leciona, na graduação, disciplinas sobre História do Brasil República. É membro do Núcleo de Estudos em História da Historiografia e Modernidade (NEHM). Doutor em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (2006), onde também se graduou em História (1999). Seus interesses de pesquisas incluem temáticas referentes à História Intelectual; História do Livro e da Leitura; Teoria e História da Historiografia do século XX; Ensino de História; História do Tempo Presente; História Imediata, Memória; Esquecimento; Representações do Passado; Cultura de História; História Pública; Historiografia Digital; Historiografias Populares; Ditadura Civil-Militar brasileira (1964-1985); Redemocratização no Brasil; História Global, Transnacional ou Cruzada; Humanidades Digitais; História e novas tecnologias; História e Internet. É autor do livro "A Máquina da Memória" (Edusc, 2009).

Miriam Hermeto

Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

Doutora em História (2010), mestre em Educação (2002), licenciada (1997) e bacharel em História (1994), realizou toda a formação superior na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Professora adjunta do Departamento de História e docente permanente do Programa de Pós-Graduação em História (linha de pesquisa História e Culturas Políticas) da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal de Minas Gerais (FAFICH/UFMG). Co-coordenadora do Laboratório de História do Tempo Presente (LHTP) da FAFICH/UFMG. Atua principalmente nas áreas de História do Brasil República (ditadura militar; história cultural; história política) e Ensino de História (formação de professores). É autora do livro "Canção Popular Brasileira e Ensino de História – Palavras, sons e tantos sentidos" (Autêntica, 2018).

Rodrigo Patto Sá Motta

Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

Possui graduação em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (1990), mestrado em História pela mesma instituição (1993) e doutorado em História pela Universidade de São Paulo (2000). Realizou estudos de pós-doutorado e atuou como professor-pesquisador visitante na Universidade de Maryland (2006-2007). Atuou como Professor visitante na Universidad de Santiago de Chile (2009), na Universidad Nacional de Colombia (2015), no IHEAL da Universidade de Paris III (Cátedra Simón Bolivar, 2016), na Universidad Nacional de Rosario (2017), na Universidad Nacional de General Sarmiento (2018) e na Universidad Nacional de San Martín (2019). Atualmente é professor Titular da Universidade Federal de Minas Gerais e pesquisador 1D do CNPq. Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil República e História Contemporânea. Entre suas obras, destacam-se: "Em guarda contra o perigo vermelho: o anticomunismo no Brasil (1917-1964)" (Eduff, 2020) e "As universidades e o regime militar: Cultura política brasileira e modernização autoritária" (Zahar, 2014).

Samantha Quadrat

Universidade Federal Fluminense (UFF)

Possui graduação em História pela Universidade Federal Fluminense (1995), mestrado em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2000) e doutorado em História pela Universidade Federal Fluminense (2005). Atualmente é professora associada de História da América Contemporânea da Universidade Federal Fluminense, onde atua no Laboratório de História Oral e Imagem (LABHOI) e no Núcleo de Pesquisa História e Ensino das Ditaduras (NUPHED). Tem experiência na área de História Latino-Americana, com ênfase nas últimas ditaduras e processos de redemocratização, atuando principalmente nos seguintes temas: memória, violência política, direitos humanos, lugares de memória e consciência, ensino de História, biografias, juventudes e HIV-AIDS. É autora do livro: "A construção social dos regimes autoritários: Legitimidade, consenso e consentimento no século XX - Brasil e América Latina" (Civilização Brasileira, 2011).

Samuel Silva Rodrigues de Oliveira

Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (CEFET-RJ)

Professor e pesquisador do Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (CEFET-RJ), do Programa de Pós-Graduação em Relações Étnico-Raciais (PPRER/CEFET-RJ) e do Programa de Pós-Graduação em Memória Social da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (PPMS-Unirio). É Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq (Pq-2) e Jovem Cientista do Nosso Estado pela FAPERJ. Realizou estágio pós-doutoral no Instituto de História da Universidade Federal Fluminense (2016-2017) e no Departamento de História da UFMG (2022-2023). Coordenou o Programa de Pós-Graduação em Relações Étnico-Raciais (2018-2019) e, atualmente, coordena Grupo de Trabalho Mundos do Trabalho da ANPUH - RJ (2022-2024). É autor do livro "O movimento de favelas de Belo Horizonte (1959-1964)" (E-PAPERS, 2010) e organizou a edição "Espaços Urbanos e Metropolização no Brasil (1940-1970)" (Revista Acervo, 2023).

Sônia Meneses

Universidade Regional do Cariri (URCA)

Realizou pós-doutorado na Universidade de São Paulo-USP. Doutorado em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF), mestrado em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). É professora associada da Universidade Regional do Cariri URCA, sendo atualmente coordenadora do Programa ProfHistória da mesma instituição. Editora-Chefe da Revista Brasileira de História (2023-2025); Coordenadora do projeto Negacionismo contemplado no Edital Mulheres na Ciência da Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico -FUNCAP. Bolsista de produtividade do CNPQ. Tem como áreas de atuação: História do Tempo Presente, História Pública, Teoria da História, Ensino de História, Imprensa, Ditaduras e Negacionismo. Organizou e publicou "História, Memória e Direitos" (Letra e Voz, 2018) e "Operação Midiográfica: o Golpe de 1964 e a Folha de São Paulo" (Intermeios, 2017).